Para ler NO Deserto

“Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia; porque tu ouviste, naquele dia, que estavam ali os anaquins, bem como cidades grandes e fortificadas. Porventura o Senhor será comigo para os expulsar, como ele disse.”(Josué 14:12)

VISITANTE NUMERO


Visualizar estatísticas do Blog

PÁGINAS DO BLOG

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Dois Vídeos - UMA mensagem

DOIS PEQUENOS VÍDEOS – UMA GRANDE MENSAGEM

“Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna.”(João 4:14)

Dálton Curvello
Encontrei esses dois vídeos no YouTube, e creio ser relevante para nossa meditação. O primeiro fala de beber da fonte correta, e o segundo sobre como Deus às vezes fala conosco, mas estamos fora de sintonia e perdemos a mensagem. Vale à pena conferir


terça-feira, 17 de maio de 2011

O DEMOLIDOR DE GIGANTES

O DEMOLIDOR DE GIGANTES



Josué 14-11 e 12 “Estou forte ainda hoje como no dia em que Moisés me enviou; qual era minha força naquele dia, tal ainda agora para o combate, tanto para sair a ele como para voltar. Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia, pois naquele dia, ouviste que lá estavam os Anaquins e grandes e fortes cidades; o Senhor, porventura, será comigo, para os desapossar, como prometeu”.


Dálton Curvello
Depois de passar quarenta anos pelo deserto, sempre mantendo firme a sua fé, e integridade em meio à multidão incrédula e rebelde, Calebe, se mantendo fiel quando o povo murmurava (Números 21), não se contaminou com os Midianitas (Números 25), resistindo à artimanha de Balaque e Balaão. Ao final dessa longa jornada, Calebe passa o Jordão, com os filhos daquela geração que um dia quase o apedrejou por acreditar na conquista da terra pelo poder de Deus. Passam então a conquistar o território de Canaã, acumulando vitórias, presenciaram derrota, sofrendo julgamento de Deus no caso de Acã (Josué 7), Calebe participou ainda do maior dia que já existiu, quando Josué orou para que o sol se detivesse por quase um dia inteiro (Josué 10-12), e lutando bravamente junto ao exército de Israel, lá estava o octogenário Calebe, com a mesma força de sua mocidade. Não posso deixar de lembrar o texto de Isaías 40-30 e 31: “Os jovens se cansarão e se fatigarão, e os moços certamente cairão; Mas os que esperam no Senhor renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão”.

Depois de aproximadamente cinco anos, diz a Bíblia que “a terra repousou da guerra” (Josué 11-23). Foi quando chegaram os filhos de Judá para reivindicarem a possessão de sua herança, e lá estava Calebe, o filho de Jefoné, da tribo de Judá entre eles.

Calebe, então, lembrou a Josué a promessa de Deus de que lhe daria a terra que ele espiara, em herança perpétua a ele e seus descendentes. E esse varão, aos oitenta e cinco anos de vida solicitou exatamente o monte Hebrom, onde morava ninguém menos que os gigantes filhos de Anaque.

Sinceramente, nem “Chuck Norris”, o famoso herói dos filmes de aventura, a quem atribuem frases como “Chuck Norris não toma mel, ele mastiga a abelha”, nem ele demonstraria tamanha coragem e ousadia. Mas Calebe parece reviver os dias de sua primeira visita àquela terra, e, olhando os gigantes de cima para baixo, declarando que “Deus será comigo para os desapossar”, se lança nessa empreitada e o resultado está lá em Josué 15-14: ”Dali expulsou Calebe os três filhos de Anaque: Sesai, Aimã e Talmai, gerados de Anaque”. Ele conquistou a terra, cumprindo em sua vida a promessa de Deus pela qual ele esperou e confiou por quarenta e cinco anos, até ver se tornar realidade. Não é por menos que o texto Bíblico diz de Calebe que ele foi abençoado “visto que perseverara em seguir o Senhor, Deus de Israel.” (Josué 14-14).

Como eu admiro a história de Calebe! Quanto podemos aprender com esse personagem quase mitológico, que seguiu a Deus completamente, sem ressalvas, seja passando pelo deserto, seja enfrentando gigantes; seja realizando seus projetos agora ou somente daqui a quarenta e cinco anos! Ó Deus, dá-me desse mesmo espírito, ensina-me cada dia mais a compreender e aceitar a Sua vontade, ousadia para cumprir apenas o Seu propósito, mesmo enfrentando vergonha, julgamentos de pessoas que compõem a massa, a multidão que apedreja e não consegue discernir as coisas do alto! Como você tem reagido aos gigantes em sua vida? Em que nível está sua entrega a DEUS?  Volto a repetir: Você está entre a maioria, seguindo a onda do momento, exercendo uma fé movida por espasmos, onde ora está adorando a Deus como se sua entrega fosse total, e no momento seguinte está negando sua fé com as atitudes, fugindo dos gigantes e declarando ter saudades do Egito? 

Calebe não se deixava influenciar pela maioria, antes, ele buscava através de sua comunhão com Deus, conhecer e fazer a vontade Dele, submetendo a Deus seus projetos, anseios, sonhos. Se iam apedrejá-lo por declarar que Deus poderia lhes entregar aquela terra, por escancarar a falta de fé e compromisso com Deus de seus contemporâneos, que fosse. Nada o fazia mudar sua visão de Deus. E foi graças a essa visão que ele pôde concretizar os sonhos (dele, ou de Deus?) para a sua vida, sendo demolidor de gigantes, conquistador e desbravador da terra prometida, garantindo a herança para sua descendência. Aos oitenta e cinco anos de idade, ele não esperou apenas que Deus lhe entregasse numa bandeja a terra que lhe havia prometido.

Calebe sabia que na promessa de Deus estava embutida a sua participação no processo. Deus não é deus de preguiçosos. Tenho visto nos dias atuais irmãos, crentes, que oram a Deus praticamente dando-lhe ordens, citando promessas bíblicas e exigindo de Deus que mova céus e terra em seu favor, como se Deus fosse o seu gênio da lâmpada, invertendo os papéis e colocando Deus como seu servo, quando na realidade é o contrário. Existem muitas promessas na Bíblia e que são para nós, ainda hoje? Claro que sim. Mas essas promessas são pela infinita Graça de Deus, e não por merecimento próprio. Precisamos estar cientes de nosso devido lugar nessa relação com Deus, assim como Calebe, que mesmo após quarenta e cinco anos de espera, em meio a inúmeras provações, perseverou em seguir a Deus, fez a sua parte, batalhando contra os gigantes e recebendo a vitória que Deus já tinha reservado para ele e sua descendência. “A última coisa que vemos em Calebe é sua marcha montanha acima, aos oitenta e cinco anos, arregaçando as mangas a fim de liquidar os gigantes”, comenta Charles Swindoll no livro “Como Viver Acima da Mediocridade”, pág. 99.

Eu li certa vez que há algum tempo publicou-se um anúncio de página inteira, intitulado: “O que importa é o que você faz, não quando o faz”. A mensagem continha uma relação de pessoas semelhantes a águias que alçaram vôo em diferentes idades:

  • Golda Meir tinha 71 anos quando se tornou Primeira Ministra de Israel.

  • William Pitt II tinha 24 anos quando se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra.

  • George Bernard Shaw tinha 94 anos quando uma de suas peças foi encenada pela primeira vez perante o público.

  • Mozart tinha sete anos quando sua primeira composição foi publicada.

  • Que tal? Benjamin Franklin era colunista de jornal aos 16 anos e aos 81 ajudou a formular a Constituição dos Estados Unidos.

“Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios.” (Salmos 90:12)

(Texto extraído do capítulo 4 de meu livro “Calebe-O demolidor de gigantes”), que você encontra nas livrarias Primícias, em Goiânia ou diretamente no site.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

8 RAZÕES PARA CONFIAR QUE DEUS TE SOCORRERÁ

8 RAZÕES PARA CONFIAR QUE DEUS TE SOCORRERÁ


Por André Sanchez
Todos nós passamos em nossa vida por momentos difíceis, por problemas, situações desagradáveis e coisas que tiram a nossa paz. Essas situações nos levam a buscar uma solução, um socorro que possa nos trazer alívio, paz e vitória. As pessoas costumam procurar em diversos lugares esse socorro. Buscam por pessoas ou coisas que possam socorrê-las, mas quase sempre não o encontram, pois o socorro verdadeiro não existe onde estão procurando. O socorro eficaz está em Deus. Mas existem razões para crer que Deus me socorrerá?



Razão 1 - O meu socorro está em Deus. O salmista, que certamente passava por alguma situação difícil, busca o socorro em Deus. “Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro?” (Sl 121. 1). Os “montes” citados nesse texto era o local onde ficava o templo que, naquela época, representava àquele povo a presença viva de Deus no meio deles. O salmista buscava encontrar a presença de Deus, pois sabia que o seu socorro estava em Deus.

Razão 2 - O socorro de Deus é certo. “O meu socorro vem do SENHOR, que fez o céu e a terra.” (Sl 121. 2). Não há qualquer dúvida de que Deus viria socorrer o salmista. O salmista poderia ter dito: “o meu socorro, eu acho que vem do Senhor”, ou: “o meu socorro talvez venha do Senhor”; mas ele foi enfático e creu em Deus: “O meu socorro vem do Senhor”.

Razão 3 - Deus é soberano sobre todas as coisas. “Ele não permitirá que os teus pés vacilem...” (Sl 121. 3). Tudo está debaixo da permissão de Deus. Nada pode acontecer sem a permissão Dele. Todos os meus problemas estão sob Sua autoridade. Se creio nisso, descanso e encontro paz.

Razão 4 - Deus está alerta ao que acontece em minha vida. “É certo que não dormita, nem dorme o guarda de Israel.” (Sl 121. 4). Não há perigo de Deus se esquecer de mim, pois Ele não cochila, nem dorme; está sempre alerta, é onisciente, onipresente, onipotente. É um guarda perfeito, que vigia a todo instante os Seus tesouros!

Razão 5 - Deus está próximo de mim. “o SENHOR é a tua sombra à tua direita.” (Sl 121. 5). Deus acompanha os seus servos, não os deixa, não os desampara. A minha sombra nunca desgruda de mim, assim Deus também não. Ele está totalmente próximo, participando da minha vida de perto, inclusive quando passo por dificuldades.

Razão 6 - Deus está me conduzindo em todos os momentos. “De dia não te molestará o sol, nem de noite, a lua.” (Sl 121. 6). O Senhor sempre me socorrerá nas intempéries da vida.

Razão 7 - O Senhor me protege. “O SENHOR te guardará de todo mal; guardará a tua alma.” (Sl 121. 7). Deus me esconde debaixo de Sua proteção. Passo pelas dificuldades, mas sou guardado pelo cuidadoso Pai, assim como o pássaro guarda os seus filhotes no ninho salvos do perigo.

Razão 8 - O cuidado de Deus é em todos os lugares e momentos. “O SENHOR guardará a tua saída e a tua entrada, desde agora e para sempre.” (Sl 121. 8). Os meus passos estão debaixo da supervisão e cuidados de Deus.

O que temer? Deus está sempre pronto a socorrer seus servos!
André Sanchez tem 28 anos, é casado há cinco anos com Daniela e vai ser papai esse ano. Ama escrever. É membro da Igreja Presbiteriana Bela Jerusalém, onde atua como presbítero, ministro de louvor e professor da Escola Dominical. Siga no Twitter e no Facebook

sábado, 14 de maio de 2011

FUJA DA GAIOLA DOS APROVEITADORES DA FÉ


FUJA DA GAIOLA DOS APROVEITADORES DA FÉ


Por Hermes C. Fernandes

É triste constatar que há muitos tirando proveito do rebanho de Deus. Usam da credulidade do povo para alcançar seus fins, nem sempre louváveis. Fazem promessas mirabolantes, que jamais poderão cumprir. Loteiam o céu, e vendem o que jamais podem entregar. Pedro denuncia os tais que prometem “liberdade, sendo eles mesmos escravos da corrupção; porque de quem um homem é vencido, do mesmo é feito escravo” (2 Pe.2:19).

Infelizmente, o povo de Deus tem sido massa de manobra nas mãos desses homens inescrupulosos. O que nos consola é saber que um dia eles terão que prestar contas a Deus.

Vemos muito abuso de autoridade, em que a vida privada das pessoas é invadida, e seus direitos violados. As Escrituras estão cheias de advertências acerca dos que usam tais expedientes. Paulo adverte aos crentes de Colossos a que tivessem cuidado para que ninguém os fizesse “presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo” (Col. 2:8).

Tudo começa com um inofensivo alçapão estrategicamente armado. Desavisado, o pássaro avista um pouco de comida e logo se aproxima. Depois de pego é levado para uma gaiola. Seja de bambú ou de ouro, gaiola é gaiola. Pássaros foram feitos para a liberdade. Engaiolado ele até canta, mas de saudade de voar livremente.

Ninguém tem o direito de invadir a privacidade de outrem, ditando o que lhe é ou não permitido fazer. Os Colossenses estavam sendo assediados por gente dessa extirpe. E o pior é que eles usavam de artifícios espirituais, tais como visões e culto a anjos, para subjugar os crentes. Paulo adverte: “Ninguém vos prive do prêmio”! Que prêmio é este de que os crentes de Colossos estavam sendo privados? A liberdade!

A lógica paulina é imbatível: “Se estais mortos com Cristo, quanto aos rudimentos do mundo, por que vos sujeitais ainda a ordenanças, como se vivêsseis no mundo, como: não toques, não proves, não manuseies? Todas estas coisas estão fadadas ao desaparecimento pelo uso, porque são baseadas em preceitos e ensinamentos dos homens. Têm, na verdade, aparência de sabedoria, em culto voluntário, humildade fingida, e severidade para com o corpo, mas não têm valor algum contra a satisfação da carne” (Col.2:20-23). O que parecia “culto voluntário”, não passava de mais um artifício para manter as pessoas cativas e oprimidas.

Os mais duros discursos de Jesus foram dirigidos aos religiosos de Seu tempo. Jesus os desmascarava, pois atavam “fardos pesados e difíceis de suportar”, e os punham“nos ombros dos homens”, porém, eles mesmos nem com o dedo queriam movê-los.“Tudo o que fazem é a fim de serem vistos pelos homens”! Jesus não poderia ser condescendente com tamanha hipocrisia. Ele vociferou: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Devorais as casas das viúvas, sob pretexto de prolongadas orações. Por isso sofrereis mais rigoroso juízo. Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Percorreis o mar e a terra para fazer um prosélito, e depois de o terdes feito, o tornais filho do inferno duas vezes mais do que vós” (Mt.23:4-5a, 14-15). Que triste ironia! Tenho a impressão de já ter visto este filme antes! Quantos deixaram a bruxaria, cansados de todas as obrigações impostas pelos espíritos? Mas ao migrarem para as igrejas evangélicas, encontram fardos semelhantes, e por vezes, mais pesados, que lhes são impostos por líderes vorazes e inflexíveis.

O Evangelho não pode ser reduzido a um monte de regras, do tipo “pode/não pode”. Isaías diz que os sacerdotes de seu tempo andavam “errados na visão”, e tropeçavam“no juízo. Todas as suas mesas estão cheias de vômitos e de imundícia, e não há nenhum lugar limpo. A quem se ensinaria o conhecimento? E a quem se daria a entender a mensagem? Ao desmamado, e ao arrancado dos seios? Porque é: Preceito sobre preceito, regra sobre regra; um pouco aqui, um pouco ali” (Is.28:8-10). Tal como os sacerdotes contemporâneos de Isaías, muitos líderes atuais têm reduzido a Palavra de Deus a um amontoado de regras desconexas, e as imposto ao povo de Deus deliberadamente.

Alguns, mais escrupulosos, apresentam tais regras como “princípios”, ignorando toda e qualquer regra hermenêutica. O Evangelho acaba sendo transmitido como uma receita de bolo. Se as pessoas fizerem tudo direitinho, hão de colher os resultados esperados.

Todo tipo de arbitrariedade é praticado, usando como pretexto a autoridade espiritual que recai sobre o líder. A doutrina que advoga a infalibilidade papal agora encontra seu par entre os herdeiros da Reforma Protestante. Quem quer que ouse questionar o líder, é chamado de rebelde, e, por isso, deve ser expurgado, excomungado, excluído do meio do rebanho.

Em alguns casos, o pastor se acha no direito de dizer com quem a pessoa deve se casar, onde deve morar, em que deve trabalhar, e etc. Não atender às ordens pastorais é insubmissão que deve ser rigorosamente punida. Quão atual é orientação que Pedro dá aos pastores:


“Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente, não por torpe ganância, mas de boa vontade; não como dominadores dos que vos foram confiados, mas servindo de exemplo ao rebanho”. 1 Pedro 5:2-3


Coerção, imposição, autoritarismo, são palavras que deveriam ser riscadas do dicionário eclesiástico e pastoral. O líder cristão deve desempenhar sua função através do exemplo. Em vez de mandar, ele demonstra como se faz. Em vez de se servir de seus subordinados, ele os serve. Em vez de impor, ele expõe e propõe.



Nota do Editor deste Blog: Sou testemunha de praticas do tipo, sendo eu mesmo hoje em dia um dos que foram aprisionados numa gaiola dessas, e fui liberto pela GRAÇA. O texto do pastor Hermes é um excelente  alerta. Analise a sua liderança meu irmão, e tenha ousadia para permitir ser liberto da gaiola de aproveitadores da fé!
Dálton Curvello  

quarta-feira, 11 de maio de 2011

The impact of a father (legendado)

The impact of a father (legendado)

“Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.”(Provérbios 22:6)
“E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te.”(Deuteronômio 6:6 e 7)

Assistindo a alguns vídeos interessantes, deparei-me com esse que apresento abaixo, cuja mensagem é extremamente relevante para nós, pais cristãos. Assista com atenção, medite a respeito. Tem muito pai cristão pensando que está dando a vida pelo evangelho e não consegue evangelizar nem a própria casa... Como tem sido sua vida em família? Você vive aquilo que ensina, e ensina aquilo que vive? Mesmo errando, mantém sua dignidade, assumindo os erros e aprendendo com eles?
PENSE NISTO


segunda-feira, 9 de maio de 2011

BRUXARIA EVANGÉLICA PODE TER FIM

BRUXARIA EVANGÉLICA PODE TER FIM

Por Francisco Helder Sousa Cardoso
“Se vocês permanecerem em mim, e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem, e lhes será concedido.” (João 15.7 NVI)
“Cabrummm”! Com estas palavras mágicas, candidatos a feiticeiros e super-heróis evangélicos têm prometido mover céus e terra através da fé. Cura de doentes terminais, conquista de amores impossíveis, eleição para cargos do alto escalão político, enriquecimento relâmpago: tudo é possível de se alcançar. O inacreditável está a um passo de nós.

Cristãos mais ortodoxos e tradicionais retrucam, alegando exageros nesta interpretação. Neopentecostais revidam, defendendo uma observação literal da passagem em debate. Cá entre nós, parece que os apimentados neopentecostais tem boa dose de razão. Note que o texto é claro: “Vocês pedirão o que quiserem, e lhes será concedido”.
Mas, espere um pouco. As palavras anteriores do mesmo texto exigem uma nova interpretação da passagem. Elas afirmam que “Se nós permanecermos em Cristo, e Suas palavras permanecerem em nós, pediremos o que quisermos, e nos será concedido.” (João 15.7, adaptado).
O texto é claríssimo. Tudo o que pedirmos a Cristo nos será dado. Só que não para por aí. O melhor está nas entrelinhas da mensagem. Lamento jogar água nas labaredas da interpretação neopentecostal, mas precisamos mirar nossos olhos na essência da mensagem do Mestre.
O que acontece é que quando nós permanecemos em Cristo, e as suas palavras permanecem em nós, a qualidade dos nossos pedidos muda. E como muda! Quando nos alimentamos dia e noite da Palavra de Deus, e quando Cristo realmente habita e dirige nossas vidas e corações, acredite, nossos pedidos tem outro propósito e sentido.
Não usamos mais essas palavras de Jesus como vara de condão, nem como palavras mágicas tiradas de livro de bruxaria, aprendendo assim a técnica de arrancar milagres do céu. Não mais “botamos Deus contra a parede” exigindo que, mediante demonstração da nossa fé, nos ajude a passar em concursos públicos, vestibulares, que nos dê rios de dinheiro, nem que cure nossos parentes e amigos de doenças terminais.
Quando as palavras de Jesus abundam em nossos corações, aprendemos a orar como o próprio Jesus: “Pai, acima de tudo, seja feita a tua vontade, e não a minha” (Lc 22.42). Jesus reafirmou o valor de sua relação com Deus pedindo que fosse “feita a Sua vontade, assim na terra, como no céu” (Mt 6.10).
O mais gostoso na vida cristã e depender totalmente de Deus. Saber que Ele cuida de nós. Que esquadrinha nosso futuro (Sl 139). Que nos sustenta (Sl 145.14). Que renova, diariamente, suas misericórdias sobre nossas vidas (Lm 3.22). Que nos ama (Jo 3.16). E que move céus e terra para que não andemos ansiosos por coisa alguma das nossas vidas, como por exemplo, quanto ao que haveremos de comer, beber ou vestir, afinal de contas, Ele sabe que precisamos de todas essas coisas (cf. Mt 6). Devemos buscar conhecer mais o Deus que servimos e que nos salvou. Devemos aprender a depositar nEle nossa confiança, pois Ele tem, de maneira extraordinária e inigualável,“cuidado de nós” (1 Pedro 5.7).



Texto publicado no Boletim do mês de Julho/2010 da PIBBVC. 

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Ó TENTAÇÃO DOS ATALHOS...

Ó tentação dos atalhos...

Rubinho Pirola
Como é difícil esperar. Pelos outros, pelos processos, pelos frutos, pelos resultados... Esperar pela resposta do organismo a um medicamento, pelo resultado de um trabalho feito,... Não é, definitivamente fácil, esperar pelo que não está nas nossas mãos.

Isso exige de nós paciência, confiança e perseverança.

Essa, aliás, parece a coisa mais difícil ainda, quando se pensa no caminhar do crente, esse que, como o nome diz: "Olha com os olhos da fé, para o que está além das circunstâncias", mesmo que não seja ele um religioso. Um cientista ateu, tem igualmente que saber esperar pelas respostas de um experimento, ou de uma pesquisa.

Nesse campo, percebo o quanto o perseverar foi e é uma matéria cara, ao olhar aos relatos bíblicos.

Neles, há histórias que bastem de situações que exigiram muita firmeza entre o primeiro passo - as ações e feitos - e o resultado esperado. Sempre que teimaram em encurtar a coisa, deram com os burros n'água. Alguns chegaram a fazer a coisa certa, mas na hora errada e do modo errado. E comprometam tudo.

Às vezes, assusto-me com a quantidade de pessoas - as mesmas, sempre - a atenderem apelos por oração, a frequentarem reuniões, campanhas e outros eventos do desespero à cata de bênçãos, livramentos e milagres. E não faltam os que se aproveitam dessa fraqueza, a explorar-lhes a deficiente disposição em aguardarem que dos céus, lhes chegue a resposta. E dispõem-se mesmo a pagar uma fortuna pela fantasia de poderem chegar lá, andando menos e esperando pouco.

Custa-nos discernir que "TUDO tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu" (Ec 3:1).

Hoje, mais uma vez, fui lembrado disso, do quanto custa-me esperar pelo que não posso controlar. E dessa tentação terrível para apanharmos os atalhos, quaisquer que sejam eles, que nos tragam a ilusão de podermos avançar, ou darmos um jeitinho que agilize tudo, que encurte o caminho longo - e um tempo que desconhecemos - a percorrer.

Como bem recomenda-nos São Paulo: "e, depois de haver feito tudo, ficar firmes" (Ef 6:13).

Ao invés de tentar apanhar um caminho improvisado sob o risco de desviar-me do propósito, do alvo, preciso mesmo é de me firmar. E saber esperar!
Extraído  de  Rubinhopirola.com

quinta-feira, 5 de maio de 2011

A MORTE DE UM TERRORISTA

A MORTE DE UM TERRORISTA

“Portanto, eu vos julgarei, cada um conforme os seus caminhos, ó casa de Israel, diz o Senhor DEUS. Tornai-vos, e convertei-vos de todas as vossas transgressões, e a iniqüidade não vos servirá de tropeço. Lançai de vós todas as vossas transgressões com que transgredistes, e fazei-vos um coração novo e um espírito novo; pois, por que razão morreríeis, ó casa de Israel? Porque não tenho prazer na morte do que morre, diz o Senhor DEUS; convertei-vos, pois, e vivei.”(Ezequiel 18:30 a 32)
Dálton Curvello
Estive meditando sobre os acontecimentos dos últimos dias, e as reações que pipocaram por todo o mundo, inclusive no meio evangélico.

Concordo que a presença malévola do terrorista Bin Laden comprometia a segurança do mundo, em sua luta “Santa” por um islamismo que se mata matando outros. Tenho dificuldades de entender uma religião que ordena a morte de outros em nome do seu deus.

Brasileiro é tão engraçado, que já tem até piada correndo na internet sobre o assunto. Uma delas diz que foi cômico ver a cara do Bin Laden chegando do outro lado, encontrando as 72 virgens e descobrindo que lá não tem sexo.

Mas o assunto é bem mais sério do que isso, e lembrei-me do texto de Ezequiel, capítulo dezoito, em que Deus conclui com a frase de nossa meditação de hoje: “Porque não tenho prazer na morte do que morre, diz o Senhor DEUS”. É isso mesmo. O cara pode ser o pior cidadão desse mundo miserável e corrupto, mas é uma criatura de Deus, e Ele afirma que não tem prazer naquela morte.

Mas nós temos!... Triste realidade constatar mais uma vez que até mesmo os cristãos, principalmente os evangélicos, bateram palmas para a eliminação sumária da ameaça Bin Laden. Creio que isso se dá por causa de nossa escala de valores completamente entortada, em que atribuímos peso para diversos tipos de pecado.

Será que o pecado desse cara é menor do que o daqueles que corrompem menores para vender drogas em favelas pelo Brasil? Ou será diferente do pecado de quem adultera um documento para obter benefício ilegal? Ou ainda será o por ser responsável pela morte de mais de três mil pessoas no onze de setembro ele será mais pecador do que tantos políticos Brasileiros que levam a morte a milhares de crianças, jovens e idosos, roubando recursos, desviando dinheiro do povo em mensalões, esquemas e tantas maracutaias?

A conclusão é que realmente, como diz a Bíblia: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?” (Jeremias 17:9)

Para Deus, terroristas somos todos nós, mesmo aquele se “se acha”o mais santo da terra, é miserável, pobre, cego e nu diante de Deus, e todos iríamos para o mesmo inferno que acreditamos ser o destino dos caras “malvados”, se não fosse a maravilhosa Graça de Deus, concedendo salvação através de Cristo Jesus. Entenda isso de uma vez, ok?

Para finalizar, quero compartilhar a mensagem abaixo, de autoria do Rubinho Pirola e extraída do seu blog. Creio ser a mensagem mais corente sobre o assunto desses últimos dias, e nos leva a uma profunda reflexão sobre esse tema. Leia e reflita:

Rubinho Pirola: A justiça que se propôs e a que se promove

Rubinho Pirola

Fiquei surpreso e surpreendemente frio com a notícia do abatimento de Bin Laden.

Para dizer a verdade, não fiquei feliz ou triste. Só surpreso - como aliás meio planeta (talvez o outro nem saiba que o sujeito existia).

Réu confesso de atrocidades por esse mundão, das torres gêmeas do World Trade Center à ataques bombistas no Afeganistão, no Iraque, e em tantos lugares, o criminoso teve o que mereceu, podemos pensar.

Sim. Era questão de tempo a mais poderosa nação do planeta colocar-lhe as mãos e, fazer justiça.

E o que é mesmo isso que chamamos justiça? Equidade? Equilíbrio? Será mesmo que conseguimos estabelecer justiça equilibrando a balança pondo-se peso nas pontas? E assim, voltarmos a nos relacionar em igualdade de condições?

Um ato contra o direito pendendo o braço do aparelho, um outro, em nome desse direito desrespeitado e punitivo no outro.

Matou-se o matador e já está. Vingamos a morte de milhares de inocentes das atrocidades de um grupo que usa o nome de Deus, ou de uma divindade que nos assusta e, zerou-se a conta. Será?

Sem querer ser, mas assumindo o perigo, desde já arrisco um raciocínio inocentemente simples e, por isso mesmo, passível de parecer simplista, me pergunto: O que teria acontecido se os Estados Unidos da America tivessem após o 11 de Setembro, gritado em alto e bom som: "Muito bem. Doeu muito. Ainda doerá. Mas diante de todos e, de Deus, esse, a quem não conseguimos atribuir barbáries, nós os perdoamos!"?

Se é na base das comparações, essas que nos atormentam e nos fazem perguntar: Porque matam em nome de Deus? Como é que se atrevem a dizimar crianças, mulheres - muitas grávidas - profissionais do socorro, médicos, funcionários que nem sabem onde é que fica a Palestina ou Kabul? Como podemos nós, dizendo-nos seguidores de outra filosofia, de outro Deus, esse, civilizado, ocidentalizado respeitador dos direitos humanos e da vida humana, pudemos atacar países inteiros, trucidar pessoas (muitas, igualmente inocentes), promovermos prisões, torturarmos e matarmos em nome da justiça?

Perdoem-me os que acham que estou defendendo o terrorista mais famoso do planeta. Só estou perguntando o que o Deus (esse, do ocidente!) faria, uma vez que Ele nos ensinou a perdoar?

Quando olho para o que estamos construindo, só posso lamentar o que parece ser uma tremenda confusão, com base no que Cristo nos ensinou. Por Ele, a justiça faz-se pelo meio, não pelas pontas.

Uma justiça onde abre-se mão do direito ao invés de reivindicá-lo. Ou não foi isso que Cristo ensinou, quando o Justo deu-se pelo criminoso? O que era santo, morreu pelo pecador? Ou como Paulo nos lembrou quando afirmou, que sob essa nova ordem a que chamamos Reino de Deus, "o que colheu muito, não colheu para que sobrasse e o que de menos, não colheu para que faltasse", porque no Reino, um oferta ao outro, repartindo o mantimento, como também oferece a face ferida, ao invés do revide e da cobrança, abrindo mão do merecido ato reagente e, ao invés de pagar com a mesma moeda, oferece-se a oportunidade do perdão e da graça. É assim que consegue-se equidade, equilíbrio e a concórdia, restabelece-se, propôs-nos Jesus. E olhem que já vi isso muitas vezes. E o poder que isso tem no estabelecer-se a paz.

O mais duro dos corações, não fica frio diante de tal ato contra a lógica e a "justiça" humana. Já vi os mais durões despencarem com maior rapidez diante do perdão oferecido, do que fariam
se recebecem o pagamento na mesma moeda. E, mesmo que isso não acontecesse, o que perdoa sai maior, melhor, mais em paz consigo mesmo do que antes, com a amargura armazenada, que envenena e mata o ofendido, não o ofensor.

Nem imagino o que teria acontecido quando, surpreendido, o mundo todo naquele 11 de Setembro, o povo que fora ferido, oferecesse perdão. Teria sido uma loucura. Creio que teria parecido para a maioria, a mais completa idiotice. Aliás, foi isso mesmo que devem ter pensado, quando o Senhor propôs tudo isso.

Me desculpem o atrevimento. Só estava pensando cá com os meus botões... o que realmente teria acontecido.
Link para a postagem citada--> AQUI

terça-feira, 3 de maio de 2011

A MORTE DE OSAMA BIN LADEN E SUAS POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS PARA O MUNDO

 A MORTE DE OSAMA BIN LADEN
 E SUAS POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS PARA O MUNDO

Por Hermes C. Fernandes

Acabo de assistir ao pronunciamento do presidente Barack Obama, transmitido pela CNN, afirmando que Osama Bin Laden, líder da organização terrorista Al-Qaeda, está morto.

De acordo com o presidente norte-americano, após ter recebido informações precisas da inteligência americana sobre a localizaçao do terrorista na semana passada, deu ordem de atacar, e neste domingo, um pequeno grupo de soldados conduziu a operação, que resultou na morte de Bin Laden após uma troca de tiros. 

Procurado há pelo menos dez anos pelos EUA, Bin Laden é considerado o mentor intelectual dos atentados de 11 de Setembro de 2001, que derrubou as Torres Gêmeas em Nova York e deixou cerca de 3.000 mortos, e de ataques a alvos norte-americanos na África e no Oriente Médio na década de 1990.

Obama declarou em seu pronunciamento: "Esta noite, os Estados Unidos lançaram uma mensagem inequívoca: não importa quanto tempo leve, a justiça será feita".
Bin Laden nasceu na Arábia Saudita em 1957, em uma família de mais de 50 irmãos. Ele era filho do magnata da construção Mohamed bin Laden. Seu primeiro casamento foi com uma prima síria aos 17 anos. Acredita-se que ele tenha tido 23 filhos com ao menos cinco esposas. Financiado pelos Estados Unidos, ele lutou ao lado de rebeldes contra tropas soviéticas no Afeganistão nos anos 80, o que acabou levando à criação da Al-Qaeda.

A morte de Bin Laden será celebrada no mundo inteiro, assim como foi a morte de Sadam Hussein. Receio, porém, que a mesma sirva como combustível para um avivamento da causa por ele defendida, motivando uma nova onda de terrorismo no mundo. Para muitos, o maior vilão da história recente. Mas para tantos outros, um ícone de resistência ao imperialismo americano.  Para estes, Bin Laden será reconhecido como um mártir, e portanto, exemplo a ser seguido por esta e pelas próximas gerações de terroristas.

No mesmo dia em que a Cristandade ganha um beato, o Islã ganha um mártir!*

Sem dúvida, sua morte será tida como um grande feito pela maioria dos americanos, e poderá incrementar a popularidade de Obama que anda em baixa, fazendo decolar sua campanha pela reeleição. Aliás, Obama fez muito bem ao afirmar que a guerra travada pelos EUA não é contra o Islã, e sim, contra o terrorismo, que faz vítimas, inclusive, entre os muçulmanos.

Mas será que há realmente motivo para celebrar? Ou será que haveria motivos para lamentar? Não digo que devemos lamentar a morte de Bin Laden, e sim o que ela poderá provocar no mundo.

O Departamento de Estados dos EUA emitiu uma advertência a todos os cidadãos americanos espalhados pelo mundo, para que limitem os movimentos fora de suas casas ou hotéis, e evitem multidões ou protestos, pois haveria um risco maior de violência contra americanos a partir do anúncio da morte do líder da Al-Qaeda.
Oremos pela América. Oremos pelo mundo árabe e muçulmano. Oremos por nossa civilização!




P.S.: O anúncio da morte de Bin Laden ocorreu no mesmo dia em que se completa 66 anos do anúncio da morte de Hitler. 


* Para presidente peruano, morte de Osama Bin Laden foi o 1º milagre de João Paulo II. É cada uma...
Extraído de : hermesfernandes.com

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Exploradores da BOA fé!

EXPLORADORES DA BOA FÉ


“Eram, porém, os filhos de Eli filhos de Belial; não conheciam ao SENHOR. Porquanto o costume daqueles sacerdotes com o povo era que, oferecendo alguém algum sacrifício, estando-se cozendo a carne, vinha o moço do sacerdote, com um garfo de três dentes em sua mão; E enfiava-o na caldeira, ou na panela, ou no caldeirão, ou na marmita; e tudo quanto o garfo tirava, o sacerdote tomava para si; assim faziam a todo o Israel que ia ali a Siló. Também antes de queimarem a gordura vinha o moço do sacerdote, e dizia ao homem que sacrificava: Dá essa carne para assar ao sacerdote; porque não receberá de ti carne cozida, mas crua. E, dizendo-lhe o homem: Queime-se primeiro a gordura de hoje, e depois toma para ti quanto desejar a tua alma, então ele lhe dizia: Não, agora a hás de dar, e, se não, por força a tomarei. Era, pois, muito grande o pecado destes moços perante o SENHOR, porquanto os homens desprezavam a oferta do SENHOR.” (1Samuel 2:12 a 17)
Dálton Curvello
No texto de 1Samuel, lemos que os sacerdotes (filhos de Eli), chamados de “filhos de Belial”, corrompiam a ordem no templo, apoderando-se da oferta que era dirigida a Deus, pelos homens de boa fé. Conforme preceituava Números 18, os sacerdotes tinham direito a partes específicas do sacrifício, e poderiam recebê-las apenas depois e queimada a gordura. As primícias eram para Deus.

Diz a palavra de Deus que o pecado daqueles sacerdotes “era pois, muito grande o pecado destes moços perante o SENHOR, porquanto os homens desprezavam a oferta do SENHOR”. E em função disso, receberam juízo de Deus: “Por que pisastes o meu sacrifício e a minha oferta de alimentos, que ordenei na minha morada, e honras a teus filhos mais do que a mim, para vos engordardes do principal de todas as ofertas do meu povo de Israel?Portanto, diz o SENHOR Deus de Israel: Na verdade tinha falado eu que a tua casa e a casa de teu pai andariam diante de mim perpetuamente; porém agora diz o SENHOR: Longe de mim tal coisa, porque aos que me honram honrarei, porém os que me desprezam serão desprezados.”(1Samuel 2:29 e 30)

Hoje vivemos o período da GRAÇA, não levamos sacrifício de carne para a igreja, mas pode-se ver claramente como algumas igrejas e seus lobos-pastores vem se apoderando dos dízimos e ofertas das pessoas de boa fé, enriquecendo-se de forma vergonhosa, sob o artifício de angariar fundos para a “obra de Deus”, muitas vezes, utilizando-se de ações sérias de outras denominações, como é o caso das “Meninas do Nepal”, ministério criado e mantido pela MCM Povos.

Conheço um pouco a seriedade do ministério MCM Povos, bem como a ação bíblica e genuína do pastor Silvio junto às meninas do Nepal. São pessoas, homens de Deus que exercem o genuíno evangelho, transformando vidas destruídas em nova vida nascida da Graça de Deus.

Porém, como já falei amplamente aqui no blog, conheço também igrejas (inclusive participei por quase dez anos de uma em Goiânia, na qual era tesoureiro e membro do Conselho) que, aproveitando-se daquele genuíno trabalho, utilizam-se das “Meninas do Nepal” para arrecadar recursos, sob o manto de “Oferta para o Nepal. Levantam milhares de Reais, explorando a boa fé de irmãos piedosos, direcionando apenas uma pequena parte, quase uma “esmola”para aquele ministério, apoderando-se da maior parte dos recursos...

E para ficar mais interessante, realizam verdadeiros “Shows” quando as “Meninas do Nepal”vêm ao Brasil, cedendo espaço em seus cultos para as expor. Nessas ocasiões, há testemunhos (reais), fotos (muitas fotos...), e até filmes bem elaborados. O propósito delas é lícito, diga-se de passagem. O ministério MCM necessita realmente de apoio de igrejas para o sustento daquela obra. O que me refiro aqui é a postura, a mesma dos filhos de Eli (também chamados de filhos de Belial) daquela igreja da qual um dia participei (fui cúmplice, infelizmente) e que vem se enriquecendo (e enriquecendo seu lobo-pastor) à custa de shows desse tipo.

Após a apresentação das meninas, segue-se uma temporada de exploração das imagens, testemunhos, de preferência antes do momento do apelo às ofertas, ocasião em que é dito que aquele dinheiro vai para “missões”, arrecada-se milhares de reais, direcionando-se apenas uma pequena parte para o fim a que os irmãos destinaram...
E tudo sem fiscalização, sem se prestar contas detalhadamente da destinação dos recursos, há uma “caixa-preta”nessas igrejas, com o propósito óbvio.

Resta-nos o consolo de que o juízo de Deus sempre chega. Assim como chegou para a família de Eli, chegará para essas famílias, que se apoderam da casa de Deus, transformando-a em empresa particular, envergonhando o verdadeiro evangelho.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

O EVANGELHO EM QUATRO MINUTOS

Ví o Vídeo abaixo no blog do pastor HERMES FERNANDES. É muito impactante, objetivo e atual.

Vale a pena assistir e meditar a respeito da mensagem:




Extraído de : DEUS EM DEBATE

quarta-feira, 27 de abril de 2011

NOVA CULTURA EM NOVA FRIBURGO: O EVANGELHO DA VIDA REAL

NOVA CULTURA EM NOVA FRIBURGO:
EVANGELHO DA VIDA REAL
“E edificarão os lugares antigamente assolados, e restaurarão os anteriormente destruídos, e renovarão as cidades assoladas, destruídas de geração em geração.” (Isaías 61:4)
Dálton Curvello      
Enquanto existe um imenso número de igrejas e falsos pastores anunciando um evangelho voltado ao egocentrismo, calçado na teologia da prosperidade e prometendo aquilo que não possuem, temos diversas igrejas genuinamente voltadas ao que eu chamo de Evangelho da vida REAL. Aquele pregado por Jesus, e que é para ser vivido, praticado, transpirado diariamente.

                Esse evangelho não se contenta apenas com a escola dominical, não existe apenas de palavra, não é feito da eloqüência deste ou daquele pregador, mas VIVIDO por aqueles que pretendem se chamar de Cristãos.

                No vídeo abaixo, uma pequena amostra do que estou falando. Um grupo de Jovens, do Ministério Sal da Terra-Goiânia, abriu mão de alguns dias de folga para literalmente colocar o pé na estrada, levando não apenas recursos materiais, mas principalmente HUMANOS aos flagelados pela catástrofe em Nova Friburgo. Colaborando com igrejas locais, essas pessoas agiram de maneira genuinamente Cristã, sem se preocupar em levar bandeira desta ou daquela igreja, mas restaurando vidas atingidas pela catástrofe, levando coisas materiais, mas sua bagagem principal foi o AMOR de Deus, vivido, demonstrado, chorado e testemunhado.

                Esse é o evangelho da vida real. Esse é o Deus que eu sigo.  
                Quanto àqueles que preferem viver se “fingindo de crente”, aconselho a leitura de Apocalipse 3: 15 a 22...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...