Para ler NO Deserto

“Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia; porque tu ouviste, naquele dia, que estavam ali os anaquins, bem como cidades grandes e fortificadas. Porventura o Senhor será comigo para os expulsar, como ele disse.”(Josué 14:12)

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sábado, 24 de setembro de 2011

PODE CHORAR SIM !

PODE CHORAR SIM

“E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.” (Apocalipse 21:4)

Dálton Curvello
Ontem, ouvindo a rádio PAZFM (89,5-Goiânia), no horário do apresentador irmão ElizeuLima, este apresentou a música abaixo.

Seu comentário tocou profundamente meu coração, chamando a atenção para esse louvor que, diferentemente de outros tantos da atualidade afirma que o crente pode chorar!

Pois é... Enquanto tantos líderes de seitas adeptas da teologia da prosperidade adestram seus seguidores cegos a bradar de punhos cerrados aos céus algo do tipo... “Eu quero de volta o que é meu...”, ainda existem adoradores sinceros, que fiéis à palavra de Deus garantem que o melhor é prostrar-se aos pés do salvador.


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

GAME OVER

GAME OVER

 

“Naquele tempo muitos ficarão escandalizados, trairão e odiarão uns aos outros, e numerosos falsos profetas surgirão e enganarão a muitos. Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará.”(Mateus 24:10-12)

 

Dálton Curvello
Notícia estampada nos principais jornais do País e nos sites de notícia:   “Aluno de 10 anos atira em professora e se mata em escola em  São Caetano-SP ”.

Ao ouvir a notícia, pensando na vida desse pequeno garoto, encerrada precocemente aos dez anos, e de forma tão trágica, algo que infelizmente lemos nos jornais e assistimos pela TV cada dia com mais frequência, não pude deixar de pensar sobre como era antigamente.

Não que eu seja tão antigo assim, mas sou de um tempo em que os pais impunham disciplina a seus filhos, e estes respeitavam seus pais. Um tempo em que crianças de dez anos não andavam armadas, nem se ouvia falar de tanta violência.

Um tempo em que criança de dez anos brincava de “bolinha de gude”, soltava pipa na rua, brincava de “pique-esconde”, às vezes até trocava algum sopapo com outros meninos, e tudo fazia parte de uma infância marcada pelo respeito aos mais velhos (pais, professores, autoridades, etc), pedindo a bênção dos pais ao levantar e ao deitar, enfim uma infância.

O que leva uma criança de dez anos a levar uma arma para a escola, atirar na professora e se matar?  Parece até que esse pequeno adolescente chegou à conclusão que sua vida havia chegado ao final, como num jogo de videogame, em que se morre e aparece na tela  “GAME OVER”.

Vivemos o tempo de banalização do valor da vida, o afastamento de Deus provoca o que Jesus alertava que ocorreria no tempo chamado de “ princípio das dores” (Mateus 24), em que o amor de muitos tem se esfriado.

Tenho visto pais que sequer visitam seus filhos adultos, e filhos sofrendo a distância (que é maior relacional do que física). Quando há amor, há proximidade, há companheirismo.

Quando há amor, se quer estar junto, e junto em todos os sentidos. Quantos pais estão juntos fisicamente, mas distantes no relacionamento com os filhos?

Não permita que o inimigo de nossas almas roube a paz de seus filhos, demonstre a eles o amor que você sente (ou deveria sentir) por eles, queira estar junto, participe! Lembre que somos SAL e LUZ. O Sal higieniza, dá gosto, evita apodrecimento; a Luz clareia, afasta as trevas, traz alegria.
PENSE NISTO

terça-feira, 20 de setembro de 2011

BRILHAREI – THIAGO GODOI

BRILHAREI – THIAGO GODOI

“O Espírito do Soberano Senhor está sobre mim porque o Senhor ungiu-me para levar boas notícias aos pobres. Enviou-me para cuidar dos que estão com o coração quebrantado, anunciar liberdade aos cativos e libertação das trevas aos prisioneiros,
para proclamar o ano da bondade do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; para consolar todos os que andam tristes, e dar a todos os que choram em Sião uma bela coroa em vez de cinzas, o óleo da alegria em vez de pranto, e um manto de louvor em vez de espírito deprimido. Eles serão chamados carvalhos de justiça, plantio do Senhor, para manifestação da sua glória. (Isaías 61:1-3)

O vídeo de hoje vai especialmente para aquele que eventualmente se deixou afastar dos caminhos que Deus tem preparado, saindo da rota programada pelo criador, para que seja uma bênção (conforme Gênesis 12:2) nesta terra tão carente da Graça de Deus.
Ouça, medite, volte a brilhar, com a intensidade que Deus programou, seja SAL e LUZ!
Dálton Curvello

sábado, 17 de setembro de 2011

A FILA ANDOU...

A FILA ANDOU

Carlos Moreira
Hoje à tarde fui ao shopping; coisa rara. Tinha que comprar um chip para o iPad e aproveitei para pagar uma conta telefônica na lotérica. O que deveria ser uma comodidade tornou-se, na verdade, um suplício. A fila era enorme, gente se apertando de todos os lados num pequeno corredor por trás das lojas.

Depois de meia hora sem sair do canto, eu já estava “viajando”. Minha cabeça, definitivamente, não se encontrava mais naquele lugar. Ouvia ao fundo um “zumbido”, mas ele não podia me tirar do meu “transe”. Foi aí que senti uma “cutucadela” nas costas. Virei-me e vi uma senhora dizendo: “meu filho, preste atenção! A fila já andou”. De fato, a fila andara e eu não havia me apercebido.

Mas não foi só a fila da lotérica que andou... Em quase 30 anos de caminhada, percebo claramente que uma outra “fila" também andou, aquela que me conduz para dentro de mim mesmo. Hoje, constato com alegria que, enquanto caminhava, desconstruí muita coisa que foi “erguida” erroneamente. A verdade é que pouco sobrou... Às vezes releio textos ou mensagens de alguns anos e não os reconheço. “Minha teologia” mudou significativamente nos últimos anos. Dores, perdas e alguns fracassos me tornaram mais humilde, mais quebrantando, talvez, mais simples.

Lembrei do Roberto Corrêa: “o simples é o contrário do fácil”. É muito comum confundirmos simplicidade com simplismo. Ser simples é ser singular; ser simplório é ser medíocre. Tenho pavor da banalidade, da unanimidade. Meu grande medo na vida sempre foi não me tornar alguém, não chegar nunca a ser eu mesmo, não me encontrar comigo.

É por isso que Jesus me fascina! Ele sabia quem era, conhecia o significado de sua existência, compreendia as implicações de sua vocação, seu propósito, discernia o que tinha de fazer, por onde devia andar, com quem precisava se ajuntar. O estilo de Jesus era singular, inconfundível.

Diferentemente de outros mestres, como Platão, que fundou uma academia, ou Aristóteles, que fundou um liceu, Jesus não fundou coisa alguma. Aliás, foi peça fundamental para afundar tradições, dogmas, ritos e mitos do “sagrado” de Israel.

Jesus era desalojado, era como o Pai, “claustrofóbico”, não podia ser “contido”, “aprisionado”. Ia às sinagogas, mas nunca quis ser membro delas, rejeitou a tentação de ser sacerdote, passou ao largo da possibilidade de tornar-se “refém” do Templo, deixou de lado a politicagem do Sinédrio e fez caso das seitas judaicas. Para Jesus, aquilo tudo tinha cheiro de morte, era a religião das aparências, da performance, do embuste, o estelionato do ser.

Por isso a escola de Jesus era na rua, nas esquinas, nos becos das cidades, nas casas, nos ajuntamentos a beira mar, ao pé da montanha ou nas colinas. Seus alunos não eram filósofos letrados, nem rabinos eruditos, muito pelo contrário, entre seus discípulos não havia pessoas com “pedigree”, apenas gente que queria aprender a ser gente.

Se não, observe! Veja se os encontros mais significativos de Jesus não foram com a rafaméia: a prostituta que ia ser apedrejada, os 10 leprosos, Zaqueu o publicano, a mulher do fluxo de sangue, o cego de Jericó, o aleijado do tanque de Betesda, a mulher Cananéia, a viúva de Naim, o endemoninhado gadareno, e outros tantos anônimos, excluídos, oprimidos, perseguidos.          

Lembro da parábola das bodas... Os convidados eram pessoas “distintas”, “nobres”, gente de “importância”, de “destaque”. Mas todos tinham seus afazeres e fizeram pouco caso do convite. Aí o Rei mandou chamar a gentalha, os estorvos, os miseráveis e os bêbados. Se fosse hoje estariam na festa viciados em crak, transexuais, lésbicas, gays, agiotas, traficantes, aidéticos, deprimidos, flanelinhas, e outros “diferentes”. Fico pensando se eu teria a dignidade necessária para me sentar à mesa com essa gente. Talvez não...

Fato mesmo é que Jesus ora estava aqui, ora ali, outra ora sabe-se lá onde. Até seus discípulos, por vezes, o perdiam de vista. Ele era ser errante, não tinha onde reclinar a cabeça, não criava “raiz”, nem amarras, sua casa era o mundo! Quando você pensava que Ele estava vindo, já tinha ido. Para Jesus a fila sempre estava andando, a vida sempre estava fluindo. Mas, desgraçadamente, aquela geração não soube reconhecer aquela “visitação”.

Olho as pessoas nos nossos dias... Elas estão sempre insatisfeitas, reclamando, querem mais e depois mais, buscam a fixidez, o concreto, a segurança, a estabilidade. Enquanto perdem tempo com suas questiúnculas, "a fila anda", o sonho passa, a vida segue, o tempo voa. É gente insegura, gente ansiosa, gente ingrata, gente irresolvida, gente intemperante, gente que deixou de ser gente, gente que se dessignificou como gente, gente que desaprendeu a ser gente, tornou-se substrato de gente, gente partida, dividida, gente que já não é mais gente.   

Para quem chegou neste estágio, só tenho uma coisa a dizer: “a fila já andou”. Enquanto você se emaranhava com tantas questões fúteis, com tantos projetos inúteis, com tanta megalomania, “a fila estava andando...”. Havia nas esquinas da vida gente precisando de carinho, de afago, de uma mão estendida, de uma palavra de conforto, de uma ação de misericórdia, de uma atitude de solidariedade, de uma decisão corajosa, de uma posição assumida, de uma consciência renovada, de uma alma quebrantada, de um coração expandido. E você, onde estava? Onde eu estava?! Ah, nós estávamos nos templos, nas reuniões, nos encontros religiosos, nas vigílias, nos seminários, estávamos “fazendo a obra”! Mas que obra?! A obra de quem?!

Hoje à tarde eu quase adormeci naquela fila... Agora estou com medo de estar adormecido quanto à existência que me cerca, aos dramas que me rodeiam, as calamidades que acontecem a minha porta, na minha cara, na esquina da minha rua, na frente do meu trabalho, na ponte, na praça, pois nestes lugares é onde estão os bêbados, os mendigos, os gays, os travestis, os maconheiros, essa gente que eu tenho desprezo de olhar, aversão de ouvir, nojo de tocar, medo de sentir.

Entretanto, o grande paradigma em tudo isto é que são justamente estes que Jesus quer que eu convide para a “festa”, pois são eles os mais receptivos a Graça e ao Reino. Agora, se eu não me “tocar” quanto a isto, corro o sério risco de, em algum momento, ouvir dEle: “desculpe filho; "a fila já andou"; tive de usar outro em seu lugar, pois você estava muito ocupado com a sua obra”. Pense nisso...
Texto extraído de : GENIZAHVIRTUAL

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

O FURTO DO ESPÍRITO

O FURTO DO ESPÍRITO


Não, você não leu errado: é furto mesmo!

Está ocorrendo o furto do Espírito. Caricaturas de Deus para vender ilusões. Fachadas de santidade para atrair neófitos. Etiquetas divinas à lá "apostolados, bispados e afins..." para conferir legitimidade a um povo que carece de sentido.

O furto do Espírito acontece quando usamos Deus para encobrir nossos deslizes. É a quebra descarada do Mandamento: "não tomarás o nome do Senhor, seu Deus, em vão" (Dt. 5.11). É a aceitação sem resistência das obras da carne e sua teia de deturpações.

Bandidagem eclesiástica é essa que, em nome do sagrado, não mais diferencia pessoas de demônios e acaba por exorcizar gente e demonizar rituais, tirando Deus do centro, o que, por definição, centraliza-se no demo!

Carecemos de um urgente retorno às Escrituras, para que não venhamos sucumbir ao furto do Espírito, pois esse ato furtará de nós a salvação e a vida.

Preguemos a Palavra, pois ela nos guia no abençoado desenvolvimento do Fruto do Espírito, e esse sim, garante-nos a alegria de caminhar nos mesmos passos de Jesus!

Até mais...
Alan Brizotti
Extraído de ALANBRIZOTTI

domingo, 11 de setembro de 2011

PERDOEM-ME O DESGOSTO! ...ESTÁ INSUPORTÁVEL!

PERDOEM-ME O DESGOSTO!
...ESTÁ INSUPORTÁVEL!
Caio Fábio
Perdoem-me, irmãos, eu confesso a tão aguardada confissão de minha boca. Sim, eu confesso que não posso mais deixar de declarar a minha alma. Para mim é questão de vida ou morte. Perdoem-me, irmãos, mas eu preciso confessar.

Sim, eu confesso…


Está insuportável. Se eu não abrir a minha boca, minha alma explodirá em mim.

É insuportável ligar a televisão e ver o culto que se faz ao Monte Sinai, que gera para escravidão. Os Gálatas são o nosso jardim da infância. Nós nos tornamos PHDs do retrocesso à Lei e aos sacrifícios. Pisa-se sobre a Cruz de Cristo em nome de Jesus. Insuportável! Seja anátema!

É insuportável ver o culto à fé na fé, e também assistir descarados convites feitos em nome de Deus para que se façam novos sacrifícios, visto que o de Jesus não foi suficiente, e Deus só atende se alguém fizer voto de freqüência ao templo, e de dinheiro aos sacerdotes do engano e da ganância. Insuportável!

É insuportável assistir ao silêncio de todos os dantes protestantes—e que até hoje ofendem os cultos afro-ameríndios por seus sacrifícios, sendo que estes ainda têm razão para sacrificar, visto que não confessam e não oram em nome de Jesus—ante o estelionato feito em e do nome de Jesus, quando se convida o povo para sacrificar a Deus, tornando o sacrifício de Jesus algo menor e dispensável. Insuportável!

É insuportável ver o povo sendo levado para debaixo do jugo da Lei quando se ressuscitam as maldições todas do Velho Testamento, e que morreram na Cruz, quando Jesus se fez maldição em nosso lugar. Insuportável!

É insuportável ver que para a maioria dos cristãos a Lei não morreu em Cristo, conforme a Palavra, visto que mantêm-na vigente como “mandamento de vida”, mas que apenas existe para gerar culpa e morte, também conforme a Escritura. Insuportável!

É insuportável ver e ouvir pastores tratando a Graça de Deus como se fosse uma parte da Revelação, como mais uma doutrina, sem discernir que não há nada, muito menos qualquer Revelação, se não houver sempre, antes, durante, depois, transcendentemente e imanentemente, Graça e apenas Graça. Misericórdia!

É insuportável ver a Bíblia sendo ensinada por cegos e que guiam outros cegos, visto que nem mesmo passaram da Bíblia como livro santo, desconhecendo a Revelação da Palavra da Graça do Evangelho de Deus. Insuportável tristeza!

É insuportável ver que os cristãos “acreditam em Deus”, sem saber que nada fazem mais que os demônios quando assim professam, posto que não estamos nesta vida para reconhecer que Deus existe, mas para amá-Lo e conhecê-Lo. Insuportável desperdício!

É insuportável enxergar que a mensagem do Evangelho foi transformada em guia religioso, no manual da verdade dos cristãos, mais uma doutrina da Terra. Insuportável humilhação!

É insuportável ver os que pensam que possuem a doutrina certa jamais terem a coragem de tentar vivê-la como mergulho existencial de plena confiança, mas tão somente como guia de bons costumes e de elevados padrões morais. Insuportável religiosidade!

É insuportável ver gente tentando “estudar Deus”, e a ensinar aos outros a “anatomia do divino”, ou a buscar analisar Deus como parte de um processo, no qual Deus está aprendendo junto conosco, não sabendo tais mestres que são apenas fabricantes de ídolos psicológicos. Insuportável sutileza!

É insuportável ver que há muitos que sabem, mas que nada dizem; vêem, mas nada demonstram; discernem, mas em nada confrontam; conhecem, mas tratam como se nada tivesse conseqüências… Insuportável…

É insuportável ver que se prega o método de crescimento de igreja, não a Palavra; que se convida para a igreja, não mais para Jesus; e que a cada cinco anos toda a moda da igreja muda, conforme o que chamam de “novo mover”. Insuportável vazio!

É insuportável ouvir pastores dizendo que o que você diz é verdade, mas que eles não têm coragem de botar a cara para apanhar, mesmo que seja pela verdade e pela justiça do evangelho do reino de Deus. Insuportável dissimulação!

É insuportável ver um monte de homens e mulheres velhos e adultos brincando com o nome de Deus, posando de pastores, pastoras, bispos, bispas, apóstolos e apostolas, sendo que eles mesmos não se enxergam, e não percebem o espetáculo patético no qual se tornaram, e o ridículo de suas aspirações messiânicas estereotipadas e vazias do Espírito. Insuportável jactância e loucura!

É insuportável ver Jesus sendo tratado como “poder maior” e não como único poder verdadeiro. Insuportável idolatria!

É insuportável ver o diabo ser glorificado pela freqüência com a qual se menciona o seu nome nos cultos, sendo que Paulo dele falou menos de uma dúzia de vezes em todas as suas cartas, e as alusões que Jesus fez a ele foram mínimas. No entanto, entre nós o diabo está entronizado como o inimigo de Cristo e o Senhor das Culpas e Medos. E, assim, pela freqüência com a qual ele é mencionado, ele é crido; e seu poder cresce na alma dos humanos, a maioria dos quais sabe apenas do Medo da Lei, e nada acerca da Total Libertação que temos da Lei e do diabo na Graça de Jesus, que o despojou na Cruz. Insuportável culto!

É insuportável ver seres humanos sendo jogados fora do lugar de culto por causa de comida, bebida, cigarro, roupa, sexualidade, ou catástrofes de existência. Isto enquanto se alimenta o povo com maldade, inveja, mentira, politicagem, facções, e maldições. Insuportável é coar o mosquito e engolir o camelo!

É chegada a hora do juízo sobre a Casa de Deus!

De Deus não se zomba, pois aquilo que o homem semear, isto também ceifará. A eternidade está às portas. Então todos saberão que não minto, mas falo a verdade, conforme a Palavra do Evangelho de Jesus.

Com tremor e temor, porém certo da verdade de Jesus,

Caio.
Extraído de CRISTÃOCONFUSO,
Você vê também no site do CAIOFÁBIO  o vídeo abaixo:


ATÉ QUE PONTO UM LÍDER DESONESTO PODE CHEGAR?

ATÉ QUE PONTO UM LÍDER DESONESTO PODE CHEGAR?

“E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm; Estando cheios de toda a iniqüidade, prostituição, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade; Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães; Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia; Os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem.” (Romanos 1:28 a 32)

Dálton Curvello
Outro dia assisti atônito a uma reportagem na TV sobre um desses falsos pastores, líder de uma seita com mais de 25 mil seguidores e que vem sendo investigado pelo Ministério Público após inúmeras denúncias de pessoas que foram exploradas sexualmente pelo tal líder.

Em meio a esta triste e lamentável notícia, um detalhe me chamou a atenção, representando fenômeno comum a várias seitas em que seus fiéis seguidores ficam “cegos” para a realidade, negando o inegável, mesmo com testemunho de parentes e amigos. Pessoas que deixam até de falar com os próprios parentes, tão “enfeitiçados” estão pelo carisma do tal falso líder.

Creio que nesses casos, o que se dá é que Deus endurece os corações daqueles que não querem enxergar que estão numa roubada. Aqueles que se negam a ver os sinais, que fecham seus olhos ao perceber os indícios de que seu antigo líder descambou para heresias, ou que simplesmente por comodidade, não se importam, desde que as coisas permaneçam da mesma maneira, e nada atrapalhe seu conforto espiritual.

Outro dia eu mesmo postei um texto aqui no blog, falando sobre uma seita em que há vários irmãos enganados (se voluntariamente não sei), participando de algo que começou há dez anos atrás como uma igreja sincera e fiel aos princípios cristãos, mas que ao longo do tempo foi de transfigurando, adaptando-se às necessidades de seu líder destituído de graça, mas muito sábio em manipular pessoas para alcançar seus propó$itos particulares. Se você ainda não leu, o texto em questão está AQUI.

Devemos ter amor por esses irmãos, orar por eles, para que Deus possa lhes abrir os olhos, tirar as escamas, para que vejam a realidade e possam buscar salvação.

No texto de Romanos acima citado, Paulo afirma que “E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm...” e no verso 25 diz: “ Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente.”

Até que ponto um líder desonesto pode chegar? Até o ponto em que seus seguidores cegos o permitirem. O exemplo que vimos pela TV na última semana espelha bem isso. Há um ditado que diz “O pior cego é aquele que não quer ver”. Em Zacarias está escrito: "Mas eles se recusaram a dar atenção; teimosamente viraram as costas e taparam os ouvidos.” (Zacarias 7:11) São pessoas que carecem de nossa intercessão a Deus, pois seguem cegamente a guias igualmente cegos. Com aparência de piedade, enganam a muitos, dividem famílias, separam amigos.

A todos aqueles que já foram vítimas de tais líderes, sofrendo abuso sexual, psicológico, financeiro, e tantas outras formas de opressão e domínio, muitos dos quais Deus tem levantado como atalaias denunciando, combatendo, alertando outros, minha oração para que Deus renove forças, revigore o ânimo, capacite para a batalha. Sabendo que assim como os antigos profetas, heróis da Bíblia, esses profetas da nova geração não esperem reconhecimento da grande massa, essa multidão que apedreja, que troca Jesus por Barrabás, apenas para não atrapalhar a sua festa.

Seu galardão está em DEUS.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

PORTAS TRANCADAS

PORTAS TRANCADAS


“Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos com medo dos judeus, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco!”(João 20:19)
 “Passados oito dias, estavam outra vez ali reunidos os seus discípulos, e Tomé, com eles. Estando as portas trancadas, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco!” (João 20:26)

Dálton Curvello
Jesus havia ressuscitado! Maria Madalena já tinha anunciado aos discípulos, dizendo: “Ví o Senhor!” Alguns se rejubilavam, outros duvidavam, mas o certo é que em dado momento, quando ainda estavam nesse cenário de alegria e dúvida, euforia e medo, diz a palavra de Deus que os discípulos estavam numa casa, e as portas trancadas. Nesse cenário algo aconteceu, que mudou completamente a vida daquelas pessoas. 

Você já se viu assim, caro leitor? Já atravessou situações em que pareciam que todas as portas estavam literalmente trancadas, e você se viu preso a uma situação, impedido de sair de algum problema, totalmente sem horizontes?

Hoje quero falar sobre portas trancadas, e principalmente sobre aquele que é Senhor de todas as portas, o único que chega aonde você se encontrar e declara: ”Paz seja convosco!”. Jesus chega e ordena a PAZ! Não há porta trancada que O detenha!

Os discípulos estavam de portas trancadas, naquele ambiente havia medo, diz a Bíblia. As notícias que chegavam ainda eram meio desencontradas, havia dúvida no ar! E neste ambiente de dúvida, medo, insegurança, portas trancadas, pode-se dizer “sem saída”, Jesus chega e coloca-se no meio deles, declarando a PAZ a todos, e transformando o pranto em riso, eliminando a dúvida e trazendo certezas, pondo fim ao medo e trazendo ousadia. Jesus não chega “dando bronca”, chamando a atenção deles por terem medo, por estarem “com as portas trancadas sobre si”, não. Esse tipo de comportamento você vai encontrar nos falsos pastores e falsos líderes, que exigem “aparência”, embora vivam, eles mesmos, em “portas fechadas”, em ambientes de medo e dúvida.

Mas Jesus coloca-se no meio, cheio de autoridade, poder e GRAÇA, sem questionar, sem apontar dedos, simplesmente declara: ”Paz seja convosco!”

Este mesmo Jesus está conosco ainda hoje, você crê nisto? Não importa o quão negra aparente ser a situação, não importa quantas portas se fecharam, não importa quantas pessoas te abandonaram, saiba caro leitor, você não está sozinho! Jesus se coloca no meio, atravessa qualquer porta fechada e te diz: PAZ SEJA CONVOSCO! Ele traz LUZ sobre toda situação, Ele jamais nos abandonará, e chega trazendo a Sua PAZ, transformando a dúvida em certezas, lançando fora todo o medo e angústia, inundando o lugar com a Sua presença maravilhosa.

Receba-O, receba a sua infinita GRAÇA e misericórdia.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

QUEM FOGE DE QUEM AFINAL?


NÓS FUGIMOS DO DIABO, OU O DIABO FOGE DA CRUZ?



Nós fugimos do diabo ou o diabo foge de nós?
 
Deus nos ensina como fazermos guerra espiritual. Na carta aos Coríntios, Deus explica para Paulo como é que funciona.
 

O Apóstolo, o cara que foi ao terceiro céu, experimentou coisas indizíveis, inexplicáveis... foi ele também quem experimentou todo tipo de circunstâncias adversas. Tenho comigo que, se Paulo vivesse no nosso meio, ele seria chamado no mínimo de "pé frio". Daquelas pessoas que dizemos "tudo acontece com ele". Fome, nudez, açoites, prisões, naufrágios, picadas de cobra, furtos, perseguições, frio... Aos coríntios ele conta a história de um espinho na sua carne. Um mensageiro do próprio Satanás presente em seu corpo. Não sei se esse espinho era uma tentação, um problema de saúde ou a convivência com uma daquelas pessoas que a gente nunca gostaria estar perto (sim, elas existem)... Três vezes ele pediu à Deus que tirasse esse espinho da sua carne. Paulo começou a fazer guerra espiritual... 

Ele achava que a solução dos seus problemas estava na ausência das circunstâncias desagradáveis. Paulo falava de espinho, do diabo, com Deus. Mas esse não era o assunto de Deus com ele. Enquanto a expectativa e a angústia daquele homem residia em se ver longe de qualquer coisa complicada e desafiadora, o que Deus dizia a ele era diferente.

Para o apóstolo, o suficiente para sua vida era conseguir ficar o mais longe possível do Diabo, imaginando que dessa foram ele estaria mais perto de Deus. Mas é interessante meditarmos que quanto mais longe do diabo estamos, não necessariamente estamos mais próximos de Deus. Porque a nossa referência não pode estar na distância do nosso inimigo, mas a nossa baliza deve ser o quão próximos estamos de Deus.

O Pai é a nossa verdadeira e absoluta referência. Por isso Deus diz a Paulo: "Paulo, eu não vou falar de diabo com você, eu não vou conversar sobre espinho com você! Eu quero te ensinar a respeito de uma única coisa, e isso será suficiente para você. Eu quero falar com você a respeito da minha Graça". 

Na verdade queridos, o que Deus queria explicar para Paulo era que, não importa o quão perto de nós estejam os problemas, as circunstâncias desafiadoras ou as pessoas inconvenientes e difíceis. Tudo isso pode estar tão perto de nós como se fosse um espinho cravado em nossa carne.

O que na verdade importa é quão próximos estamos de Deus, o quanto buscamos a sua intimidade, a sua Graça e o seu Amor. Porque se entendermos e aplicarmos esse Amor e Graça do Pai à nossa vida, isso será suficiente para nos sustentar, inclusive se isso vier até a nos machucar. Deus diz para o Apóstolo: "Paulo, para mim não importa o quanto você está sofrendo, porque sempre há a minha graça para te sustentar, ela nunca será insuficiente". 

Amados, se estamos com dificuldade em superar os nossos dilemas, tentações e crises, o nosso referencial pode estar errado. Ao invés de tentarmos fugir do Diabo, precisamos nos concentrar em nos aproximarmos de Deus. Ele é suficiente em tudo. A verdadeira guerra espiritual não está no tempo em que ficamos repreendendo, expulsando, evitando o que não nos convém, mas está na diligência, na dedicação e zelo em que nós buscamos aprender mais do amor e da graça do nosso Pai. 

Não tente fugir do Diabo, sem antes se aproximar de Deus. Ao estarmos em Cristo, é o diabo que fugirá de nós... porque na verdade, ele foge da cruz. 

"Submetam-se a Deus, resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós" (Tiago 4) 

Nele, que não se preocupa com os espinhos, mas sempre conosco, 

Júnior 
Por José Humberto N. Júnior (@zehumbertojr)

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

EU, UM JUIZ REPROVADO?


EU, UM JUIZ REPROVADO?


“Portanto, você, que julga os outros é indesculpável, pois está condenando a si mesmo naquilo em que julga, visto que você, que julga, pratica as mesmas coisas” (Romanos 2.1 NVI)

No capitulo anterior, Paulo falou a respeito das nossas fortes tendências à prática do mal. Em nossos atos, expressões e nos pensamentos, somos sempre muito rápidos na elaboração de algo ruim e consideravelmente lentos para o bem. Reveja o maravilhoso capitulo 1 da carta aos romanos.

Agora, continuando o ensino, Paulo nos adverte que somos iguais àqueles a quem julgamos. Quem é você ou eu para exercermos juízo sobre o nosso próximo? O ensino de Paulo tem base  no ensino de Jesus. “Não julgueis, para que não sejais julgados” (Mateus 7.1).

Essa advertência desmascara aqueles que se colocavam como imunes ao Juízo de Deus, apesar de concordarem com a exposição de Paulo quanto a ira divina sobre o pecado. É certo que é “impossível” não tecermos julgamento, mas devemos sempre nos lembrar de que somos igualmente passiveis ao erro. Aprendemos com o próprio Senhor Jesus que seremos julgados na mesma medida em que julgamos.

Como é então julgar o próximo segundo o coração do Pai? Difícil não é? Parece não existir saída, mas encontramos a alternativa no segundo grande mandamento, pois nos foi ordenado amar ao próximo como a nós mesmos. Certamente encontramos dificuldade neste ponto.

Minha oração hoje é para que o Senhor Jesus nos ajude a “julgar com amor”, e para que nos dê força para resistir as tentações iminentes a qual todos nós estamos sujeitos. Sabe esse erro que você facilmente nota nos outros? Cuidado, você pode cair na mesma tentação. Vigie!

Que neste dia você possa olhar o seu próximo com mais compreensão, lembrando-se que o Senhor Deus têm tido misericórdia de sua vida. Não somos merecedores do amor de Deus, mas Ele decidiu andar conosco, basta que tenhamos fé de que dEle vem a justificação. Você entende assim? ou melhor, você vive assim?

Pense Nisto

Extraído de UMBET

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

QUATRO MANEIRAS DE MANTER UM ESCRAVO NO EGITO


QUATRO MANEIRAS DE MANTER UM ESCRAVO NO EGITO


Zé Luiz
Existem diversos rituais nas igrejas evangélicas para o caso de uma pessoa decidir seguir a Jesus como seu único e suficiente Salvador. Um deles é aquele procedimento público de levantar a mão através do apelo do pregador, após uma pregação.

Na maioria das comunidades, você será presenteado com uma bíblia - que deverá ser lida, será convidado a se batizar, e começará a sentir o desejo “inexplicável” de se atualizar nos assuntos relacionados ao que se refere a Deus e seu Reino. Nesses pontos, muito discipulado envenena, apesar do Espírito estar interagindo e indicando – alguns diriam -em caminhos “misteriosos”, ou mesmo, garantirão que esse não são Dele, por se julgarem conhecedores de todos os “Modus operandi” do Todo Poderoso (esse tipo de pensamento já condenou muita gente inocente. Gente que só seguia o que Deus colocava em seus corações, e que certos líderes espirituais eram incapazes de aceitar).

Quando um cidadão decide se converter ao Cristianismo, sem saber, está se juntando à uma multidão de peregrinos, que saem do Egito, e morrerão no deserto. Isso mesmo: o escravo que habita em você deve perecer no deserto. Ele cairá, morto para sempre, e algo totalmente novo, livre das fraquezas escravas, se levantará em você.

Mas antes disso, dentro da mesma analogia: 4 propostas de desistência serão feitas, pelo faraó que ainda habita ali. São propostas inteligentes, dignas de quem sabe manter pessoas sempre em confortável escravidão, daquelas que fazem você acreditar que cebolas de esmola são mais suculentas do que qualquer coisa que você possa conquistar na presença Dele, inclusive manjares e os mais deliciosos assados. São exigências de Faraó para um escravo que já não precisa mais ser:

1º  - Castigo a todo aquele que tenta deixar de ser escravo – (Ex 5, 17)
Nenhum faraó gosta de escravo com ideias abolicionistas, de gente que ameaça a mordomia de quem gosta de oprimir os outros. Todo opressor sabe que sua mentira não ira longe, e o medo – gerado por ameaças e ações (as vezes violentas) – é sempre uma ferramenta poderosa. Fazer você desistir de sua libertação por conta de dobrar sua carga sendo escravo não parece racional, mas a mentalidade escrava acredita que se manter em tal condição pela mesma carga pode ser um bom negócio. O medo é sempre um ótimo argumento.

2º - Não se aprofunde (Ex 8, 29)
Se vai ter realmente que adorar este deus, disse faraó, não vão tão longe. Deixe portas entreabertas, não abrace essa fé de forma tão firme, continue aberto a suas antigas crenças e valores. Fique pelas beiras, ande a beira do caminho, outras libertações são perfeitamente possíveis. Superficialidade é sempre um quesito agradável a quem deseja lhe manter amarras.

Ser raso é importante para se manter escravo e agradável a quem te escraviza( e isso pode ser muito prejudicial, inclusive, quando faraós estão nos púlpitos).

3º - Não leve a família (Ex 10, 10)
Deixe seus filhos fora dessa. O escravo pode deixar de ter mentalidade escrava, desde que mantenha sua descendência viver a vida fora desse conhecimento libertador. Crianças são importantes para faraó, garantem seu reinado.

Seria cômico, não fosse trágico, que as comunidades cristãs, cientes dessa militância faraônica sobre nossos filhos, façam tão pouco esforço para comunicar aos pequenos a grandiosidade de nosso Deus, assim como sobreviver à peregrinação em nosso deserto. Não digo apenas colocá-los em pequenas salas abafadas para pintar desenhos bíblicos. Certamente ensinando o pequeno onde deve andar, que está no ambiente onde ele mais vive: o próprio lar, ciente de que você, como ex-escravo, é algo copiado (incluindo suas atitudes agressivas e palavrões).

4º - Deixe a escravidão, mas os bens ficam para o escravizador (Ex 10, 24):
Faraó pode ficar sem o seu trabalho escravo, desde que continue com seus bens no Egito. Seu investimento na continuidade de um sistema perverso fará toda diferença, independente de sua libertação. Beber, por exemplo, NÃO É pecado, mas manter seu investimento nesse sistema escravagista - quando você já É liberto – é manter sua porção de culpa em algo criado por Faraó.

Drogas, pornografia, tabagismo. O consumo dessas coisas mantém seus bois e cavalos investidos em um mundo que continuará mantendo escravos, que podem ser inclusive, sua alma, seus filhos, sua mente, seus bens.

 Pediria aos oportunistas que não fizesse dessa observação, uma razão para defender que os bens do recém-liberto sejam investidos como oferta a igreja local, ou mesmo que as contribuições financeiras devam ser regulares em suas comunidades locais. Esse tipo de pensamento também é escravagista, já que impõe ao ex-escravo que troque o local onde seu serviço seja depositado (isso se chama IMPOSIÇÃO, ou o que no nosso país é muito forte: IMPOSTO).



Texto originalmente publicado em CRISTÃOCONFUSO

sábado, 27 de agosto de 2011

EVANGELHO DA PROSPERIDADE - DIGA NÃO!

EVANGELHO DA PROSPERIDADE – DIGA NÃO!


                Estive ausente por alguns dias, ministrando curso e palestra no interior de Goiás, retornando ontem,  motivo pelo qual o blog ficou sem atualização.

Marcando o retorno, compartilho com todos o vídeo abaixo, uma fala do pastor John Piper a respeito do tal “Evangelho da Prosperidade”, um câncer teológico exportado pelos americanos e abraçado com extrema eficiência por muitas das igrejas  Neo-Pentecostais. Reflita sobre o assunto...


domingo, 21 de agosto de 2011

O CRENTE TOTAL FLEX


O CRENTE TOTAL FLEX



Por PC@maral

Quando Jesus me fez o convite para fazer parte da família de Deus, no inicio fui meio que relutante, mas logo cedi ao chamado do Senhor e comecei a congregar na Igreja que estou até hoje. O que me alimentou nesse tempo todo? A Palavra de Deus!
Este é o combustível, o alimento espiritual do crente em Jesus Cristo, salvo pelo seu sangue, a Sua Palavra, e ela é única. 


Infelizmente, talvez, eu, e você que lê este artigo, e outros poucos, sejam exceção neste mundo “Cristão Gospel Flex”. 


Falo isso porque constatei, durante estes anos todos, um tipo de crente que está na moda: “O Crente Total Flex”. Esse aceita qualquer evangelho! Não importa a qualidade do alimento, ele não olha para isso, ele olha para o resultado imediato: “com esse, encho o tanque, e ando mais uma semana!”.


O crente total flex, não tem pouso fixo, ele pula de igreja em igreja atrás de uma “promoção” de benção melhor. Quando a igreja faz propaganda de milagres então; lá está o crente flex! Quando anunciam quebra de maldição, lá vai o crente flex com a suas correntes, quando a promoção é regressão, ele já está deitado no “divã” da igreja, quando é possessão, lá vai ele expulsar os “caronas”. Quando é caroço então, nem se fala; já apresenta a mão, (aqui está a minha mão).


O crente flex não se alimenta da palavra. Ela (a palavra de Deus) é o único combustível que pode dar a vida eterna, mas ele prefere viver neste mundo perene. 


Ele prefere dizer que se alimentar destes muitos tipos de combustíveis sai mais em conta e o lucro é maior. O combustível da Palavra de Deus é muito caro e trabalhoso, e requer fidelidade – (coisa que ele não admite ter com ninguém). Ele não atenta para os benefícios à longo prazo da Palavra que liberta o motor e limpa todas as peças emperradas pelo pecado. 


O crente flex não quer isso, quer mesmo é trafegar para lá e para cá, para lá e para cá, até Jesus voltar.


A nossa oração é para que este tipo de crente saia de linha, e, o que sobrar ainda rodando, caia no desuso, para que, através do combustível verdadeiro que é a Palavra de Deus seja aperfeiçoado e possa ser exportado, com Jesus, para o céu.

Extraído de GENIZAHVIRTUAL


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