Para ler NO Deserto

“Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia; porque tu ouviste, naquele dia, que estavam ali os anaquins, bem como cidades grandes e fortificadas. Porventura o Senhor será comigo para os expulsar, como ele disse.”(Josué 14:12)

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

SOBRE PEIXES E BARCOS

SOBRE PEIXES E BARCOS


Marlos Nogueira
Laura queria um cachorro. Bem grandão. “Mas sem dente”. O Gabriel salvou a pátria tangenciando uma ideia: “Papai, um aquário!”. Nem cachorro banguela, nem aquário. Resolvi comprar uns peixes para o espelho “da água” aqui de casa (como diz o Biel). Deu certo. Carinhas felizes, Laura dando nome aos peixes: Laranjinha, Mexerica, Solzinho, Joaninha, Girafa e... e... olhando para o lado, “Mangueirinha” (inspirando-se na mangueira de jardim que estava ali ao largo). São doces as tiradas das crianças.

Peixes.  Lembrei-me de nosso estudo de Lucas 5:1-11. Olhando aqueles peixinhos no espelho “da água”, vi que falam da alegria de ser livre; da suficiência de seu habitat; da exuberância do verbo viver e da certeza da provisão que não se esgota. Chegando hoje do trabalho lembrei-me de que não havia dado ração para eles. Mas vi que a chuva trouxe muitas aleluias (aqueles bichinhos de luz) e dezenas destas povoavam a superfície do espelho “da água”. Banquete certo providenciado por Deus para aqueles peixinhos. Percebi então os que os meus esforços para alimentá-los eram simplesmente desnecessários e que também os peixes que Simão Pedro e seus amigos pescaram representavam, dentre outras coisas, o fluxo dessa provisão vinda de Deus e que nunca se esgota.

Entendidos os peixes, mas refletindo mais no texto, encuquei com aqueles barquinhos. Eram dois e estavam atracados na praia quando Jesus chegou. Escolheu o de Simão, entrou e começou a ensinar o povo. Depois mandou Simão levar seu barco às águas mais profundas e lançar a rede. Muito peixe, Simão chamou para perto de si outros amigos com barcos com quem pudesse repartir o pescado.

Vi que esses barcos são nossas vidas com todos os apetrechos que as equipam. Vidas estruturadas em competências nossas, cascos reforçados e cascas resistentes. Equipamentos metodicamente organizados, limpos e cuidados. Rotinas diurnas, mas também noturnas, em busca da otimização da performance. Tempo é dinheiro! Foco em resultado, planejamento, ações concatenadas e objetivos milimetricamente traçados. Pouca, ou quase nenhuma, fé. Sem fé, nenhum resultado.

Até que Jesus elegeu uma vida para entrar. De dois barcos, escolheu um. E entrou. Entrando, usou aquela vida e seus equipamentos para ensinar aos outros, sem se descuidar de ensinar ao próprio dono. Como lição, levou-o para águas profundas, onde os riscos são maiores, mas onde nosso papel sempre é cumprido. Pois barco que é barco nos mantém na superfície quando estamos em águas profundas.

Ali derramou benção sobre ele. Benção que Simão não reteve. Antes, chamou seus amigos e repartiu com eles. Isso revela que a benção de um impacta o outro. Como eles, somos agora pescadores que pescam homens por inspiração e direção de Deus. Somos portais das interferências de Jesus no mundo e por isso não devemos estancar o fluxo, mas propagá-lo ao máximo comunicando tais virtudes ao próximo.

Ser esse portal implica em seguir Jesus. E esse seguir nem sempre é fácil. Sempre equivale a transformação. Simão e sua turma abandonaram seus barcos para seguir Jesus, pescando gente. Nós também somos chamados por Ele para segui-Lo e para isso invariavelmente temos que deixar nossos barcos para trás, até porque agora nossa pescaria é uma pescaria diferente.

Não quero olhar para o Mexerica e ver apenas sua beleza ornamental. Quero ensinar meus filhos a enxergar nele e nos seus coleguinhas-de-nome-engraçado um símbolo do fluxo da vida vinda de Deus. Mas também quero ensiná-los que seus barcos devem estar sempre a disposição de Jesus, especialmente para que os peixes que ganharem ao longo da vida sejam também conhecidos por homens e mulheres pescados com a isca do evangelho de Cristo.

No Amor Daquele que nos Ensinou a Pescar,
Marlos






Abaixo, um vídeo do YouTube, falando sobre nosso barquinho e aquele que pode trazer verdadeira PAZ:


terça-feira, 11 de outubro de 2011

STEVE JOBS, A APPLE E JESUS

STEVE JOBS, A APPLE E JESUS


Por Justin Buzzard
Eu vivo há seis milhas da sede da Apple. Ontem eu dirigi as seis milhas para almoçar em um restaurante em frente a Apple com um engenheiro da Apple que faz parte da igreja que estamos plantando. Fiquei impressionado com a paixão deste homem em trabalhar na Apple e compartilhar o evangelho com seus colegas de trabalho na Apple.

Contei-lhe sobre um velho amigo meu que ocupa posição muito alta na Apple, um cristão que tem visto a propagação do evangelho de maneira emocionante dentro da empresa. Contei-lhe como nas reuniões-almoço que eu costumava ter com este velho amigo; Steve Jobs, às vezes o telefonava ou lhe enviava torpedos durante o nosso café da manhã. Isso foi o mais próximo que estive de Steve Jobs.

Mas Steve Jobs chegou perto de mim. Seus produtos estão em minha casa e no meu bolso. Invenções dele estão em sua casa também. Seu material está em toda parte.Isso é o que há de emocionante em se viver e trabalhar no Vale do Silício: o que acontece aqui afeta o mundo. Eu não acho que há uma outra região geográfica como ele, uma região que tenha tal impacto exponencial em todo o mundo. Pense sobre isso.


O Vale do Silício é o lar de: Apple, Google, Facebook, eBay, Yahoo, LinkedIn, Netflix, Hewlett-Packard, a Adobe Systems, Cisco, Oracle, Intel, e muitas outras empresas que mudaram nossos paradigmas e a maneira como vivemos.

Não é apenas o que está no meu bolso que foi impactado. Muitas vezes me pergunto se a razão de eu pregar de jeans não é porque Steve Jobs fazia suas apresentação vestido de jeans.  Teria sido Steve que tornara normal a um líder ficar na frente de uma grande multidão e fornecer informações importantes vestindo jeans? E várias vezes agora eu tenho que me referir ao ex-CEO da Apple, simplesmente como "Steve".  Essa é a cultura aqui no Vale do Silício: Casual. Você chama o CEO da empresa mais rica da América de "Steve", não de  "Mr. Postos de trabalho". Vinte anos atrás, não era assim que você se referia aos CEOs ou a outros em posições de autoridade. Aqui no Vale do Silício e em todo o mundo, Steve tem impactado a nossa tecnologia, nossa roupa, e como falamos uns com os outros.Steve realizou muita coisa em 56 anos. Na minha opinião, a minha vida e sua vida é melhor por causa de um homem chamado Steve. E agora, Steve está morto. O homem que melhorou a nossa vida perdeu sua vida.

O que eu gosto de pensar é que em seus últimos dias Steve colocou sua fé em Jesus. É inteiramente possível. Eu sei que Steve estava entrando em contato regular com os cristãos e ouvindo o evangelho na Apple. Só Deus sabe onde estaria Steve hoje.


Jesus viveu na terra para apenas 33 anos em um lugar muito menos sexy do que o Vale do Silício. Ele nunca inventou nada, mas ele mudou o mundo. Ele teve uma morte muito mais brutal do que Steve. Jesus não se limitou a morrer, ele foi morto. Dois mil anos depois, Jesus está em toda parte-em todo o mundo as pessoas ainda estão falando, adorando, amando e seguindo Jesus. Estaremos falando de Steve por um longo tempo, mas ao longo de algumas décadas essas conversas vão desaparecer. E a Apple não vai viver para sempre.


Steve deu 56 anos de sua vida para melhorar a nossa vida.


Jesus deu 33 anos de sua vida para salvar a nossa vida.


Essa é a grande diferença entre Steve e Jesus. Steve veio para melhorar. Jesus veio para salvar. Um homem pensou que a melhoria é o que mais precisamos. O outro homem pensou que a redenção é o que mais precisamos.


O evangelho do Vale do Silício é a melhoria. Eu vivo e ministro em um lugar que está melhorando a vida aqui e em todo o mundo. Eu sonho com impacto nessa região que está impactando o mundo com um evangelho diferente. Steve é ​​grande. Mas nós não precisamos de Steve, nós precisamos de Jesus. Eu sou grato pelo homem que melhorou a nossa vida. Mas precisamos conhecer o homem que perdeu sua vida para salvar a nossa vida.


Via Buzzard Blog (Tradução Livre por Hermes C. Fernandes)
Extraído de HERMESFERNANDES

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A VERDADEIRA VITÓRIA!

A VERDADEIRA VITÓRIA!

  “Ó Deus, nós ouvimos com os nossos próprios ouvidos aquilo que os nossos antepassados nos contaram. Ouvimos falar das grandes coisas que fizeste no tempo deles, há muitos anos. Eles contaram como expulsaste os povos pagãos e puseste o teu povo na terra deles. Contaram como castigaste as outras nações e fizeste o teu povo progredir. Não foi com espadas que os nossos antepassados conquistaram aquela terra; não foi com o seu próprio poder que eles venceram. Eles venceram com o teu poder, com a tua força e com a luz da tua presença. Assim tu mostraste o teu amor por eles. Tu és o meu Rei e o meu Deus. Tu dás a vitória ao teu povo. Com o teu poder vencemos os nossos inimigos e, com a tua presença, derrotamos os nossos adversários. Não é no meu arco que eu confio, e não é a minha espada que me dá a vitória. Pois foste tu que nos livraste dos nossos inimigos e venceste aqueles que nos odeiam. Nós te louvaremos o dia todo; nós te somos gratos para sempre.” (SALMOS 44:1 a 8)

Dálton Curvello
 O Salmista inicia declarando que eles (sua geração) ouviram de seus antepassados sobre as maravilhas que DEUS havia realizado. Esse doutrinamento está de acordo com Deuteronômio 11, logo depois, o Salmista passa a declarar que DEUS é o seu DEUS, e que NADA é conquistado pela força do próprio braço (Não é no meu arco que eu confio, e não é a minha espada que me dá a vitória.).

Quero lhe perguntar o seguinte: Como você está comunicando à próxima geração os feitos de DEUS? Ou não está comunicando? Será que você é mais um entre tantos cristãos que preferem “terceirizar“ esse ensinamento para as igrejas, entendendo que religião é algo para ser praticado nas dependências daquela instituição? Preste atenção, caro leitor. Deus está nos falando que através dessa interação com as gerações mais novas estaremos incutindo nelas o temor do Senhor, espírito de gratidão a DEUS, uma espécie de vacina contra o vírus da vaidade e auto-suficiência, tão naturais ao ser humano, e que o leva à separação de Deus.

Quando não assumimos essa posição de estar permanentemente atentos ao tipo de mensagem que estamos repassando a estas gerações, tornamo-nos responsáveis pelas conseqüências desastrosas de um mundo aonde o egoísmo, a falta de gratidão e o egocentrismo está cada dia mais na moda.

Por outro lado, quando nos prostramos aos pés do PAI, reconhecendo nossas falhas, nossa imperfeição, nossas fraquezas, quando dia após dia demonstramos com nosso viver que Deus está no controle e que sem Ele não há conquista, não há vitória, que nada é obtido “pela força do braço”, do intelecto, da justiça própria, então, tornamo-nos fortes, então as novas gerações saberão em quem confiar, então o amor (leia 1Coríntios 13) triunfará!

PENSE NISTO

sábado, 1 de outubro de 2011

RI MELHOR QUEM RI POR ÚLTIMO

RI MELHOR QUEM RI POR ÚLTIMO

 “Certamente foi-me inútil manter puro o coração e lavar as mãos na inocência, pois o dia inteiro sou afligido, e todas as manhãs sou castigado”. (Salmos 73:13-14)

Carlos Moreira
Por que prosperam os ímpios? Por que seus planos sempre dão certo? Por que nunca são acometidos de doenças? Por que sobre eles o céu não desaba, ou se abre o chão para tragá-los? Por que nunca sofrem, têm medo, ou são surpreendidos na calamidade?  Por quê?

Eis a indignação solitária do salmista! Ela ganha ressonância na voz dos aflitos da Terra: os inquietos, os injustiçados e oprimidos. Por isso eu amo esse texto. Nele não se vê projetado à caricatura de um personagem irreal, um holograma imaterial da frágil materialidade do ser, a imagem do super-homem, ou de um herói da fé, baluarte da santidade, da moral e dos bons costumes. Não. Para quem tiver a coragem de discernir, verá, sim, as vísceras de um coração partido, os escaninhos abertos de uma alma árida, repartida ao meio, os fragmentos de alguém mergulhado em sombras e silêncios, medos e contradições.   

Em Asafe, no salmo 73, percebo um homem como outro qualquer, alguém com a coragem de se declarar indignado com a existência, que não tem pudores para afirmar que seus pés quase resvalaram no desfiladeiro das suposições, no precipício das racionalizações, no abismo da amargura. Como diria Nelson Rodrigues, Asafe vocifera sobre “a vida como ela é” – imperfeita, injusta e inconstante. 

Preciso confessar: meu coração já visitou esses “ambientes” muitas vezes. Já me revolvi em amargura e desespero de alma, já mergulhei na aridez que faz apagar até o Espírito. Sim, destilei em meu íntimo veneno e o bebi até a última gota, engasguei-me com o fel produzido em meu próprio estômago, pois é fato que dói demais ser traído, enganado, passado para trás, injustiçado.     

Escrevo estas linhas, pois vivi nos últimos dias uma situação recorrente na vida: fui injustiçado. Fui esmagado pelas mãos de “poderosos”, descartado como carta de baralho em jogo de pôquer. Mas quem me “feriu” não estava blefando, pois atingiu-me o coração com sua lança certeira, quebrou-me os ossos e os sonhos, desfez a minha esperança, dispersou a minha coragem, apagou a minha fé.  Estava correto Max Scheler, o filósofo dos valores, quando afirmou que “a injustiça engrandece uma alma livre e orgulhosa”. Fato é; feito está.

Mas bom é o Senhor e eterna a Sua misericórdia. Como citou Exupéry “o que torna belo o deserto é que ele sempre esconde um poço em algum lugar". Dá-me então, Senhor, de beber desta água, sacia-me a sede, concede-me um gole de vida.

E assim segui lendo Asafe, num salmo que a mim mais parecia autobiográfico, escrito de mim para mim mesmo, expondo em detalhes a minha própria miséria. E foi desta forma que cheguei aos versos 16 e 17 e deparei-me com o imponderável: “quando pensava em entender isto, foi para mim muito doloroso; até que entrei no santuário de Deus; então entendi eu o fim deles”. Tomei um choque! Despertou o meu espírito! Era à virada do “jogo”, a virada da “mesa”, a virada do “vento”, a virada da vida, retorcida para ser reinventada, refeita, revivida, reescrita de ponta a cabeça, posta ao contrário, disposta ao avesso.  

Na minha perplexidade, lembrei-me de Malaquias “então vocês verão novamente a diferença entre o justo e o ímpio, entre os que servem a Deus e os que não o servem”. Estou bem certo, “o jogo” ainda não terminou, pois o Juiz continua assentado no Trono, e tem todas as coisas sob Seu controle e poder. Certamente Ele me fará justiça, e porá diante de mim uma mesa na presença dos meus adversários e ali me ungirá a cabeça com óleo.

Quão maravilhoso é este salmo 73! Ele me ensinou que ri melhor quem ri por último, me fez lembrar que eu tenho um Deus nos céus, “que mal me poderá fazer o homem”? Sim, estou seguro de que paz e misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida, e “habitarei na Casa do Senhor para todo o sempre”.

Extraído de GENIZAHVIRTUAL

terça-feira, 27 de setembro de 2011

A TALHADEIRA DE DEUS - Você está preparado?

A TALHADEIRA DE DEUS – Você está preparado?

                Assistindo ao vídeo abaixo, lembrei-me de um cântico que sempre entoamos, pedindo a Deus:
No início declaramos que Deus nos sonsa e conhece, pedindo que quebrante nosso coração, transformando conforme a Palavra, e declaramos: “ e enche-me até que em mim, se ache só a Tí, e então, “Usa-me Senhor, Usa-me, como um farol que brilha à noite, como ponte sobre as águas, como abrigo no deserto, como flexa que acerta o alvo. Eu quero ser usado da maneira que lhe agrade, em qualquer hora e em qualquer lugar. Eis aqui a minha vida, usa-me Senhor...”
Assita ao vídeo e pense: Você está preparado para a Talhadeira de DEUS?

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

ALERTA! SODOMITAS IMPESTEIAM IGREJAS!

ALERTA! SODOMITAS IMPESTEIAM IGREJAS!


Um alerta contra os malditos sodomitas: Eles são contra a família e contra os bons costumes que agradam a Deus, são anti-vida e contra a moral.

É com pesar que informo que, após pouca reflexão e estudo bíblico, a triste constatação da conspiração sodomita dentro das igrejas cristãs mundiais é fato, e que já se alastraram por muitas e muitas congregações.

Não nos demos conta dessa invasão, nem percebemos o quanto tinham se infiltrado, impondo seus trejeitos, vontades, costumes. Sim, admito que entre eles podem existir homossexuais, embora possa imaginar que ninguém o saiba e nem sejam as preferências sexuais destes o diferencial neste perfil.

Ao que parece, são sobreviventes da grande catástrofe que abateu Sodoma e Gomorra, e hoje inundam púlpitos e faculdades de teologia, todos em nome de Jesus como justificativa para prosseguirem com suas coisas sodomitas, o que dá a medida exata da ira vindoura.

Se são gays? Não sei se esse é o objeto de nossa denuncia. Deus quando denuncia sodomitas em Ezequiel, capítulo 16,49, descreve-os assim:

Eis que esta foi a iniquidade de Sodoma, tua irmã: Soberba, fartura de pão, e próspera ociosidade teve ela e suas filhas; mas nunca fortaleceu a mão do pobre e do necessitado.

O verdadeiro pecado de Sodoma é não saber compartilhar. É ser abençoada e reter, só sabendo beneficiar a prata da casa, o orgulho de se auto-denominar raça eleita, esmagando tudo que se oponha em nome da manutenção de seu estilo de vida. Eles nada ouvem que contrarie sua filosofia de vida quando essa significa o menor prejuízo, e seu ego dilatado não respeita o cansaço alheio, a necessidade de matar a fome, curar a ferida do desconhecido, acudir aquele que desfalece.

Eles vivem para orbitar para seus umbigos e vangloriar-se de suas conquistas.

Logicamente, em Sodoma, o prazer dos que podiam tudo falava mais alto, já que julgavam que a construção dos limites estavam em suas mãos.

Quando a tragédia veio para exterminar aquele mal, pouquíssimos escaparam, mas a deturpação moral daqueles que fugiram já havia atingido até os que foram salvos: As filhas embebedaram o pai para dar prosseguimento a linhagem, mantendo relações sexuais com ele, e gerando uma descendência que faria guerra contra os descendentes de seu salvador. Os filhos-netos de Ló se uniram contra os filhos de Abraão.

A velha história sodomita de fins justificando meios, que nada tem com ser homo, hetero, bi, ou a sexualidade que for, mas com a criação de um deus que se adapta a necessidade, e que esmaga tudo que vai contra minha atual interpretação da vida.

Isso certamente ira o Deus verdadeiro.


Extraído de CRISTÃOCONFUSO

sábado, 24 de setembro de 2011

LEPROSOS MASCARADOS

LEPROSOS MASCARADOS


Encontrei o vídeo abaixo na internet, e retrata assunto que tenho abordado em algumas ocasiões aqui no blog. Você encontra textos semelhantes AQUI, AQUI, e AQUI(Reproduzido abaixo)

“Então os seus empregados foram até o lugar onde ele estava e disseram: — Se o profeta mandasse o senhor fazer alguma coisa difícil, por acaso, o senhor não faria? Por que é que o senhor não pode ir se lavar, como ele disse, e ficar curado? Então Naamã desceu até o rio Jordão e mergulhou sete vezes, como Eliseu tinha dito. E ficou completamente curado. A sua carne ficou firme e sadia como a de uma criança.  Depois ele voltou com todos os seus homens até o lugar onde Eliseu estava e disse: — Agora eu sei que no mundo inteiro não existe nenhum deus, a não ser o Deus de Israel.” (2Reis 5:13 a 15)

Dálton Curvello
Naamã era comandante do exército da Síria, segundo a versão Revista e Atualizada, “era ele herói da guerra, porém leproso.” Imagine esse comandante, em seu magnífico traje de gala, sendo recebido em festa pela multidão de seu país, um herói de guerra! Porém, por baixo da elegante e impecável roupa, havia um homem comido pela lepra. Quantas pessoas hoje vivem da mesma maneira que Naamã?

Ostentam uma máscara de perfeição, e por baixo, comidos pela lepra do pecado? Naamã precisou se sentir humilhado diante desse Deus para receber a cura de sua lepra, declarando que não existe deus, a não ser esse maravilhoso Deus! Como está sua vida diante de Deus?

Você pode usar máscaras diante das pessoas, pode aparentar perfeição e usar de seu "status", mas saiba que Deus não se engana, por mais que você tente, sem Jesus em transformando seu coração, você não passa de um leproso mascarado.
Pense Nisto

PODE CHORAR SIM !

PODE CHORAR SIM

“E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.” (Apocalipse 21:4)

Dálton Curvello
Ontem, ouvindo a rádio PAZFM (89,5-Goiânia), no horário do apresentador irmão ElizeuLima, este apresentou a música abaixo.

Seu comentário tocou profundamente meu coração, chamando a atenção para esse louvor que, diferentemente de outros tantos da atualidade afirma que o crente pode chorar!

Pois é... Enquanto tantos líderes de seitas adeptas da teologia da prosperidade adestram seus seguidores cegos a bradar de punhos cerrados aos céus algo do tipo... “Eu quero de volta o que é meu...”, ainda existem adoradores sinceros, que fiéis à palavra de Deus garantem que o melhor é prostrar-se aos pés do salvador.


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

GAME OVER

GAME OVER

 

“Naquele tempo muitos ficarão escandalizados, trairão e odiarão uns aos outros, e numerosos falsos profetas surgirão e enganarão a muitos. Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará.”(Mateus 24:10-12)

 

Dálton Curvello
Notícia estampada nos principais jornais do País e nos sites de notícia:   “Aluno de 10 anos atira em professora e se mata em escola em  São Caetano-SP ”.

Ao ouvir a notícia, pensando na vida desse pequeno garoto, encerrada precocemente aos dez anos, e de forma tão trágica, algo que infelizmente lemos nos jornais e assistimos pela TV cada dia com mais frequência, não pude deixar de pensar sobre como era antigamente.

Não que eu seja tão antigo assim, mas sou de um tempo em que os pais impunham disciplina a seus filhos, e estes respeitavam seus pais. Um tempo em que crianças de dez anos não andavam armadas, nem se ouvia falar de tanta violência.

Um tempo em que criança de dez anos brincava de “bolinha de gude”, soltava pipa na rua, brincava de “pique-esconde”, às vezes até trocava algum sopapo com outros meninos, e tudo fazia parte de uma infância marcada pelo respeito aos mais velhos (pais, professores, autoridades, etc), pedindo a bênção dos pais ao levantar e ao deitar, enfim uma infância.

O que leva uma criança de dez anos a levar uma arma para a escola, atirar na professora e se matar?  Parece até que esse pequeno adolescente chegou à conclusão que sua vida havia chegado ao final, como num jogo de videogame, em que se morre e aparece na tela  “GAME OVER”.

Vivemos o tempo de banalização do valor da vida, o afastamento de Deus provoca o que Jesus alertava que ocorreria no tempo chamado de “ princípio das dores” (Mateus 24), em que o amor de muitos tem se esfriado.

Tenho visto pais que sequer visitam seus filhos adultos, e filhos sofrendo a distância (que é maior relacional do que física). Quando há amor, há proximidade, há companheirismo.

Quando há amor, se quer estar junto, e junto em todos os sentidos. Quantos pais estão juntos fisicamente, mas distantes no relacionamento com os filhos?

Não permita que o inimigo de nossas almas roube a paz de seus filhos, demonstre a eles o amor que você sente (ou deveria sentir) por eles, queira estar junto, participe! Lembre que somos SAL e LUZ. O Sal higieniza, dá gosto, evita apodrecimento; a Luz clareia, afasta as trevas, traz alegria.
PENSE NISTO

terça-feira, 20 de setembro de 2011

BRILHAREI – THIAGO GODOI

BRILHAREI – THIAGO GODOI

“O Espírito do Soberano Senhor está sobre mim porque o Senhor ungiu-me para levar boas notícias aos pobres. Enviou-me para cuidar dos que estão com o coração quebrantado, anunciar liberdade aos cativos e libertação das trevas aos prisioneiros,
para proclamar o ano da bondade do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; para consolar todos os que andam tristes, e dar a todos os que choram em Sião uma bela coroa em vez de cinzas, o óleo da alegria em vez de pranto, e um manto de louvor em vez de espírito deprimido. Eles serão chamados carvalhos de justiça, plantio do Senhor, para manifestação da sua glória. (Isaías 61:1-3)

O vídeo de hoje vai especialmente para aquele que eventualmente se deixou afastar dos caminhos que Deus tem preparado, saindo da rota programada pelo criador, para que seja uma bênção (conforme Gênesis 12:2) nesta terra tão carente da Graça de Deus.
Ouça, medite, volte a brilhar, com a intensidade que Deus programou, seja SAL e LUZ!
Dálton Curvello

sábado, 17 de setembro de 2011

A FILA ANDOU...

A FILA ANDOU

Carlos Moreira
Hoje à tarde fui ao shopping; coisa rara. Tinha que comprar um chip para o iPad e aproveitei para pagar uma conta telefônica na lotérica. O que deveria ser uma comodidade tornou-se, na verdade, um suplício. A fila era enorme, gente se apertando de todos os lados num pequeno corredor por trás das lojas.

Depois de meia hora sem sair do canto, eu já estava “viajando”. Minha cabeça, definitivamente, não se encontrava mais naquele lugar. Ouvia ao fundo um “zumbido”, mas ele não podia me tirar do meu “transe”. Foi aí que senti uma “cutucadela” nas costas. Virei-me e vi uma senhora dizendo: “meu filho, preste atenção! A fila já andou”. De fato, a fila andara e eu não havia me apercebido.

Mas não foi só a fila da lotérica que andou... Em quase 30 anos de caminhada, percebo claramente que uma outra “fila" também andou, aquela que me conduz para dentro de mim mesmo. Hoje, constato com alegria que, enquanto caminhava, desconstruí muita coisa que foi “erguida” erroneamente. A verdade é que pouco sobrou... Às vezes releio textos ou mensagens de alguns anos e não os reconheço. “Minha teologia” mudou significativamente nos últimos anos. Dores, perdas e alguns fracassos me tornaram mais humilde, mais quebrantando, talvez, mais simples.

Lembrei do Roberto Corrêa:o simples é o contrário do fácil”. É muito comum confundirmos simplicidade com simplismo. Ser simples é ser singular; ser simplório é ser medíocre. Tenho pavor da banalidade, da unanimidade. Meu grande medo na vida sempre foi não me tornar alguém, não chegar nunca a ser eu mesmo, não me encontrar comigo.

É por isso que Jesus me fascina! Ele sabia quem era, conhecia o significado de sua existência, compreendia as implicações de sua vocação, seu propósito, discernia o que tinha de fazer, por onde devia andar, com quem precisava se ajuntar. O estilo de Jesus era singular, inconfundível.

Diferentemente de outros mestres, como Platão, que fundou uma academia, ou Aristóteles, que fundou um liceu, Jesus não fundou coisa alguma. Aliás, foi peça fundamental para afundar tradições, dogmas, ritos e mitos do “sagrado” de Israel.

Jesus era desalojado, era como o Pai, “claustrofóbico”, não podia ser “contido”, “aprisionado”. Ia às sinagogas, mas nunca quis ser membro delas, rejeitou a tentação de ser sacerdote, passou ao largo da possibilidade de tornar-se “refém” do Templo, deixou de lado a politicagem do Sinédrio e fez caso das seitas judaicas. Para Jesus, aquilo tudo tinha cheiro de morte, era a religião das aparências, da performance, do embuste, o estelionato do ser.

Por isso a escola de Jesus era na rua, nas esquinas, nos becos das cidades, nas casas, nos ajuntamentos a beira mar, ao pé da montanha ou nas colinas. Seus alunos não eram filósofos letrados, nem rabinos eruditos, muito pelo contrário, entre seus discípulos não havia pessoas com “pedigree”, apenas gente que queria aprender a ser gente.

Se não, observe! Veja se os encontros mais significativos de Jesus não foram com a rafaméia: a prostituta que ia ser apedrejada, os 10 leprosos, Zaqueu o publicano, a mulher do fluxo de sangue, o cego de Jericó, o aleijado do tanque de Betesda, a mulher Cananéia, a viúva de Naim, o endemoninhado gadareno, e outros tantos anônimos, excluídos, oprimidos, perseguidos.          

Lembro da parábola das bodas... Os convidados eram pessoas “distintas”, “nobres”, gente de “importância”, de “destaque”. Mas todos tinham seus afazeres e fizeram pouco caso do convite. Aí o Rei mandou chamar a gentalha, os estorvos, os miseráveis e os bêbados. Se fosse hoje estariam na festa viciados em crak, transexuais, lésbicas, gays, agiotas, traficantes, aidéticos, deprimidos, flanelinhas, e outros “diferentes”. Fico pensando se eu teria a dignidade necessária para me sentar à mesa com essa gente. Talvez não...

Fato mesmo é que Jesus ora estava aqui, ora ali, outra ora sabe-se lá onde. Até seus discípulos, por vezes, o perdiam de vista. Ele era ser errante, não tinha onde reclinar a cabeça, não criava “raiz”, nem amarras, sua casa era o mundo! Quando você pensava que Ele estava vindo, já tinha ido. Para Jesus a fila sempre estava andando, a vida sempre estava fluindo. Mas, desgraçadamente, aquela geração não soube reconhecer aquela “visitação”.

Olho as pessoas nos nossos dias... Elas estão sempre insatisfeitas, reclamando, querem mais e depois mais, buscam a fixidez, o concreto, a segurança, a estabilidade. Enquanto perdem tempo com suas questiúnculas, "a fila anda", o sonho passa, a vida segue, o tempo voa. É gente insegura, gente ansiosa, gente ingrata, gente irresolvida, gente intemperante, gente que deixou de ser gente, gente que se dessignificou como gente, gente que desaprendeu a ser gente, tornou-se substrato de gente, gente partida, dividida, gente que já não é mais gente.   

Para quem chegou neste estágio, só tenho uma coisa a dizer: “a fila já andou”. Enquanto você se emaranhava com tantas questões fúteis, com tantos projetos inúteis, com tanta megalomania, “a fila estava andando...”. Havia nas esquinas da vida gente precisando de carinho, de afago, de uma mão estendida, de uma palavra de conforto, de uma ação de misericórdia, de uma atitude de solidariedade, de uma decisão corajosa, de uma posição assumida, de uma consciência renovada, de uma alma quebrantada, de um coração expandido. E você, onde estava? Onde eu estava?! Ah, nós estávamos nos templos, nas reuniões, nos encontros religiosos, nas vigílias, nos seminários, estávamos “fazendo a obra”! Mas que obra?! A obra de quem?!

Hoje à tarde eu quase adormeci naquela fila... Agora estou com medo de estar adormecido quanto à existência que me cerca, aos dramas que me rodeiam, as calamidades que acontecem a minha porta, na minha cara, na esquina da minha rua, na frente do meu trabalho, na ponte, na praça, pois nestes lugares é onde estão os bêbados, os mendigos, os gays, os travestis, os maconheiros, essa gente que eu tenho desprezo de olhar, aversão de ouvir, nojo de tocar, medo de sentir.

Entretanto, o grande paradigma em tudo isto é que são justamente estes que Jesus quer que eu convide para a “festa”, pois são eles os mais receptivos a Graça e ao Reino. Agora, se eu não me “tocar” quanto a isto, corro o sério risco de, em algum momento, ouvir dEle: “desculpe filho; "a fila já andou"; tive de usar outro em seu lugar, pois você estava muito ocupado com a sua obra”. Pense nisso...
Texto extraído de : GENIZAHVIRTUAL

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

O FURTO DO ESPÍRITO

O FURTO DO ESPÍRITO


Não, você não leu errado: é furto mesmo!

Está ocorrendo o furto do Espírito. Caricaturas de Deus para vender ilusões. Fachadas de santidade para atrair neófitos. Etiquetas divinas à lá "apostolados, bispados e afins..." para conferir legitimidade a um povo que carece de sentido.

O furto do Espírito acontece quando usamos Deus para encobrir nossos deslizes. É a quebra descarada do Mandamento: "não tomarás o nome do Senhor, seu Deus, em vão" (Dt. 5.11). É a aceitação sem resistência das obras da carne e sua teia de deturpações.

Bandidagem eclesiástica é essa que, em nome do sagrado, não mais diferencia pessoas de demônios e acaba por exorcizar gente e demonizar rituais, tirando Deus do centro, o que, por definição, centraliza-se no demo!

Carecemos de um urgente retorno às Escrituras, para que não venhamos sucumbir ao furto do Espírito, pois esse ato furtará de nós a salvação e a vida.

Preguemos a Palavra, pois ela nos guia no abençoado desenvolvimento do Fruto do Espírito, e esse sim, garante-nos a alegria de caminhar nos mesmos passos de Jesus!

Até mais...
Alan Brizotti
Extraído de ALANBRIZOTTI

domingo, 11 de setembro de 2011

PERDOEM-ME O DESGOSTO! ...ESTÁ INSUPORTÁVEL!

PERDOEM-ME O DESGOSTO!
...ESTÁ INSUPORTÁVEL!
Caio Fábio
Perdoem-me, irmãos, eu confesso a tão aguardada confissão de minha boca. Sim, eu confesso que não posso mais deixar de declarar a minha alma. Para mim é questão de vida ou morte. Perdoem-me, irmãos, mas eu preciso confessar.

Sim, eu confesso…


Está insuportável. Se eu não abrir a minha boca, minha alma explodirá em mim.

É insuportável ligar a televisão e ver o culto que se faz ao Monte Sinai, que gera para escravidão. Os Gálatas são o nosso jardim da infância. Nós nos tornamos PHDs do retrocesso à Lei e aos sacrifícios. Pisa-se sobre a Cruz de Cristo em nome de Jesus. Insuportável! Seja anátema!

É insuportável ver o culto à fé na fé, e também assistir descarados convites feitos em nome de Deus para que se façam novos sacrifícios, visto que o de Jesus não foi suficiente, e Deus só atende se alguém fizer voto de freqüência ao templo, e de dinheiro aos sacerdotes do engano e da ganância. Insuportável!

É insuportável assistir ao silêncio de todos os dantes protestantes—e que até hoje ofendem os cultos afro-ameríndios por seus sacrifícios, sendo que estes ainda têm razão para sacrificar, visto que não confessam e não oram em nome de Jesus—ante o estelionato feito em e do nome de Jesus, quando se convida o povo para sacrificar a Deus, tornando o sacrifício de Jesus algo menor e dispensável. Insuportável!

É insuportável ver o povo sendo levado para debaixo do jugo da Lei quando se ressuscitam as maldições todas do Velho Testamento, e que morreram na Cruz, quando Jesus se fez maldição em nosso lugar. Insuportável!

É insuportável ver que para a maioria dos cristãos a Lei não morreu em Cristo, conforme a Palavra, visto que mantêm-na vigente como “mandamento de vida”, mas que apenas existe para gerar culpa e morte, também conforme a Escritura. Insuportável!

É insuportável ver e ouvir pastores tratando a Graça de Deus como se fosse uma parte da Revelação, como mais uma doutrina, sem discernir que não há nada, muito menos qualquer Revelação, se não houver sempre, antes, durante, depois, transcendentemente e imanentemente, Graça e apenas Graça. Misericórdia!

É insuportável ver a Bíblia sendo ensinada por cegos e que guiam outros cegos, visto que nem mesmo passaram da Bíblia como livro santo, desconhecendo a Revelação da Palavra da Graça do Evangelho de Deus. Insuportável tristeza!

É insuportável ver que os cristãos “acreditam em Deus”, sem saber que nada fazem mais que os demônios quando assim professam, posto que não estamos nesta vida para reconhecer que Deus existe, mas para amá-Lo e conhecê-Lo. Insuportável desperdício!

É insuportável enxergar que a mensagem do Evangelho foi transformada em guia religioso, no manual da verdade dos cristãos, mais uma doutrina da Terra. Insuportável humilhação!

É insuportável ver os que pensam que possuem a doutrina certa jamais terem a coragem de tentar vivê-la como mergulho existencial de plena confiança, mas tão somente como guia de bons costumes e de elevados padrões morais. Insuportável religiosidade!

É insuportável ver gente tentando “estudar Deus”, e a ensinar aos outros a “anatomia do divino”, ou a buscar analisar Deus como parte de um processo, no qual Deus está aprendendo junto conosco, não sabendo tais mestres que são apenas fabricantes de ídolos psicológicos. Insuportável sutileza!

É insuportável ver que há muitos que sabem, mas que nada dizem; vêem, mas nada demonstram; discernem, mas em nada confrontam; conhecem, mas tratam como se nada tivesse conseqüências… Insuportável…

É insuportável ver que se prega o método de crescimento de igreja, não a Palavra; que se convida para a igreja, não mais para Jesus; e que a cada cinco anos toda a moda da igreja muda, conforme o que chamam de “novo mover”. Insuportável vazio!

É insuportável ouvir pastores dizendo que o que você diz é verdade, mas que eles não têm coragem de botar a cara para apanhar, mesmo que seja pela verdade e pela justiça do evangelho do reino de Deus. Insuportável dissimulação!

É insuportável ver um monte de homens e mulheres velhos e adultos brincando com o nome de Deus, posando de pastores, pastoras, bispos, bispas, apóstolos e apostolas, sendo que eles mesmos não se enxergam, e não percebem o espetáculo patético no qual se tornaram, e o ridículo de suas aspirações messiânicas estereotipadas e vazias do Espírito. Insuportável jactância e loucura!

É insuportável ver Jesus sendo tratado como “poder maior” e não como único poder verdadeiro. Insuportável idolatria!

É insuportável ver o diabo ser glorificado pela freqüência com a qual se menciona o seu nome nos cultos, sendo que Paulo dele falou menos de uma dúzia de vezes em todas as suas cartas, e as alusões que Jesus fez a ele foram mínimas. No entanto, entre nós o diabo está entronizado como o inimigo de Cristo e o Senhor das Culpas e Medos. E, assim, pela freqüência com a qual ele é mencionado, ele é crido; e seu poder cresce na alma dos humanos, a maioria dos quais sabe apenas do Medo da Lei, e nada acerca da Total Libertação que temos da Lei e do diabo na Graça de Jesus, que o despojou na Cruz. Insuportável culto!

É insuportável ver seres humanos sendo jogados fora do lugar de culto por causa de comida, bebida, cigarro, roupa, sexualidade, ou catástrofes de existência. Isto enquanto se alimenta o povo com maldade, inveja, mentira, politicagem, facções, e maldições. Insuportável é coar o mosquito e engolir o camelo!

É chegada a hora do juízo sobre a Casa de Deus!

De Deus não se zomba, pois aquilo que o homem semear, isto também ceifará. A eternidade está às portas. Então todos saberão que não minto, mas falo a verdade, conforme a Palavra do Evangelho de Jesus.

Com tremor e temor, porém certo da verdade de Jesus,

Caio.
Extraído de CRISTÃOCONFUSO,
Você vê também no site do CAIOFÁBIO  o vídeo abaixo:


ATÉ QUE PONTO UM LÍDER DESONESTO PODE CHEGAR?

ATÉ QUE PONTO UM LÍDER DESONESTO PODE CHEGAR?

“E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm; Estando cheios de toda a iniqüidade, prostituição, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade; Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães; Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia; Os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem.” (Romanos 1:28 a 32)

Dálton Curvello
Outro dia assisti atônito a uma reportagem na TV sobre um desses falsos pastores, líder de uma seita com mais de 25 mil seguidores e que vem sendo investigado pelo Ministério Público após inúmeras denúncias de pessoas que foram exploradas sexualmente pelo tal líder.

Em meio a esta triste e lamentável notícia, um detalhe me chamou a atenção, representando fenômeno comum a várias seitas em que seus fiéis seguidores ficam “cegos” para a realidade, negando o inegável, mesmo com testemunho de parentes e amigos. Pessoas que deixam até de falar com os próprios parentes, tão “enfeitiçados” estão pelo carisma do tal falso líder.

Creio que nesses casos, o que se dá é que Deus endurece os corações daqueles que não querem enxergar que estão numa roubada. Aqueles que se negam a ver os sinais, que fecham seus olhos ao perceber os indícios de que seu antigo líder descambou para heresias, ou que simplesmente por comodidade, não se importam, desde que as coisas permaneçam da mesma maneira, e nada atrapalhe seu conforto espiritual.

Outro dia eu mesmo postei um texto aqui no blog, falando sobre uma seita em que há vários irmãos enganados (se voluntariamente não sei), participando de algo que começou há dez anos atrás como uma igreja sincera e fiel aos princípios cristãos, mas que ao longo do tempo foi de transfigurando, adaptando-se às necessidades de seu líder destituído de graça, mas muito sábio em manipular pessoas para alcançar seus propó$itos particulares. Se você ainda não leu, o texto em questão está AQUI.

Devemos ter amor por esses irmãos, orar por eles, para que Deus possa lhes abrir os olhos, tirar as escamas, para que vejam a realidade e possam buscar salvação.

No texto de Romanos acima citado, Paulo afirma que “E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm...” e no verso 25 diz: Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente.

Até que ponto um líder desonesto pode chegar? Até o ponto em que seus seguidores cegos o permitirem. O exemplo que vimos pela TV na última semana espelha bem isso. Há um ditado que diz “O pior cego é aquele que não quer ver”. Em Zacarias está escrito: "Mas eles se recusaram a dar atenção; teimosamente viraram as costas e taparam os ouvidos.” (Zacarias 7:11) São pessoas que carecem de nossa intercessão a Deus, pois seguem cegamente a guias igualmente cegos. Com aparência de piedade, enganam a muitos, dividem famílias, separam amigos.

A todos aqueles que já foram vítimas de tais líderes, sofrendo abuso sexual, psicológico, financeiro, e tantas outras formas de opressão e domínio, muitos dos quais Deus tem levantado como atalaias denunciando, combatendo, alertando outros, minha oração para que Deus renove forças, revigore o ânimo, capacite para a batalha. Sabendo que assim como os antigos profetas, heróis da Bíblia, esses profetas da nova geração não esperem reconhecimento da grande massa, essa multidão que apedreja, que troca Jesus por Barrabás, apenas para não atrapalhar a sua festa.

Seu galardão está em DEUS.
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