Para ler NO Deserto

“Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia; porque tu ouviste, naquele dia, que estavam ali os anaquins, bem como cidades grandes e fortificadas. Porventura o Senhor será comigo para os expulsar, como ele disse.”(Josué 14:12)

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sábado, 7 de agosto de 2010

Pare e pense

ESSE MISAEL NÃO PEDIU ABEAS-CORPUS
                “Ao ouvir isso, Nabucodonosor ficou furioso e mandou chamar Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. Eles foram levados para o lugar onde o rei estava, e ele lhes disse: — É verdade que vocês não prestam culto ao meu deus, nem adoram a estátua de ouro que eu mandei fazer? Pois bem! Será que agora vocês estão dispostos a se ajoelhar e a adorar a estátua, logo que os instrumentos musicais começarem a tocar? Se não, vocês serão jogados na mesma hora numa fornalha acesa. E quem é o deus que os poderá salvar? Sadraque, Mesaque e Abede-Nego responderam assim: — Ó rei, nós não vamos nos defender. Pois, se o nosso Deus, a quem adoramos, quiser, ele poderá nos salvar da fornalha e nos livrar do seu poder, ó rei. E mesmo que o nosso Deus não nos salve, o senhor pode ficar sabendo que não prestaremos culto ao seu deus, nem adoraremos a estátua de ouro que o senhor mandou fazer.” (Daniel 3:13 a 18)
                Ontem os telejornais noticiaram que um certo Misael (que tem até sobrenome eclesiástico) conseguiu na justiça outro abeas-corpus, livrando-o de ir para a prisão pela acusação de um crime bárbaro.
                Em meio a tanta repercussão, acabei me lembrando de outro personagem que tinha esse nome, cujo significado de acordo com a Wikipédia é: “O nome Misael é originário do hebraico e significa "quem é como Deus?", ou "quem é semelhante a Deus?". Esse personagem teve o nome alterado pelo rei Nabucodonosor, passando a se chamar “Mesaque, em referência aos deuses do rei, pois o significado mudaria de "quem é como Deus - quem é semelhante a Deus" para, "quem é como Aku, semelhante à Aku".(Wikipédia) Sendo Aku um deus babilônico.
                Que ironia, eu pensei. Enquanto o Misael atual (Que aliás, dadas as circunstâncias caberia melhor o nome de Mesaque) procura por todos os meios livrar-se da caldeira (O que, a julgar pelas provas e testemunhas apresentadas pela polícia provavelmente até mereça); o outro Misael (Esse sim declarando com sua vida que “Quem é semelhante a Deus?”) Esse sim, acusado injustamente e numa manobra política de seus adversários, não apenas se apresentou para adentrar à fornalha, como declarou-se pronto a morrer queimado se Deus não o salvasse!
                Será que esse seria o comportamento, por exemplo, desses (falsos) pastores da teologia new-gospel aonde Deus deve ser seu gênio da lâmpada particular e tem a obrigação de atuar vinte e quatro horas como guarda-costas?  Precisa ter coragem para viver tamanha fé, aonde confiamos nossa vida de tal forma a Deus, que mesmo expressando nossa vontade sincera de não passar pelas fornalhas da vida, declarar que se Deus, em sua soberana vontade assim o desejar, enfrentaremos de cabeça erguida, não nos vendendo ao rei de babilônia ou ao que quer que seja (amuletos da sorte, rosas ungidas, lenços ungidos, patuás, e o que for).
                A DEUS toda a honra e toda a Glória. 

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Um pouco de humor para o final de semana

Ah... Se a verdadeira Eva conhecesse realmente a Palavra de Deus...
O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. (Oséias 4:6)


Pare e pense

“LEVANTA-TE, resplandece, porque vem a tua luz, e a glória do Senhor vai nascendo sobre ti; Porque eis que as trevas cobriram a terra, e a escuridão os povos; mas sobre ti o Senhor virá surgindo, e a sua glória se verá sobre ti.”(Isaías 60:1 e 2)

           Meditando na palavra acima, me deparei com a postagem do blog da Igreja Batista Getsêmani, o qual tomo a liberdade de reproduzir abaixo, para nossa reflexão de hoje:




 Graça e paz do nosso Senhor e salvador Jesus Cristo!
                Hoje eu quero falar-lhes sobre uma ordem que o Senhor que te dar. É necessário que quando nós vamos interagir com Deus, precisamos ter uma posição diante dele. Isso significa que: Quando nós queremos saber o que Deus quer nos falar, precisamos, primeiramente, saber como devemos nos posicionar diante dele, e nós aprendemos isso lendo a palavra de Deus, porque é por não ler a Palavra que somos destruídos (Oséias 4:6).
 Mas, quando nós já sabemos qual a nossa posição diante de Deus devemos, agora, tomar uma decisão, agir, para que Deus possa agir também, devemos nos levantar e resplandecer,isto é, devemos querer algo de Deus, buscar algo de Deus. Porque assim está escrito no livro de Isaías, capítulo 60 e versículo primeiro: “Levanta-te, resplandece, porque já vem a tua luz, e a glória do Senhor vai nascendo sobre ti”. Para que a glória do Senhor possa nascer sobre mim e sobre você, antes é necessário que nós demonstremos a Ele que nós estamos buscando por ela, e nós fazemos isso buscando, querendo ter, verdadeiramente, uma experiência com o Deus Todo Poderoso.
 Já é tempo de nós buscarmos ter uma comunhão, uma intimidade maior com o Deus que nós servimos, porque o tempo já está se acabando, a vinda de Jesus nunca esteve mais clara, mais próxima. Os sinais estão acontecendo, tudo que está escrito no livro de Mateus 24 já está acontecendo, o princípio das dores já começou, e quem não estiver preparado para enfrentá-lo vai perecer, certamente. Mas se nós estivermos em comunhão com Deus, e se nós buscarmos o reino de Deus, como está escrito no livro de Mateus 6:33, nada disso nos irá afetar, porque está escrito Eis que cedo venho, guarda o que tens para que ninguém roube a sua coroa, e é está coroa que nós devemos guardar a todos custo, porque ela é o que nos garante a vida eterna. Precisamos tomar, imediatamente, uma posição diante de Deus para que não sejamos pegos de surpresa, porque Jesus disse que viria como um ladrão, isto é, ninguém sabe quando o ladrão vai aparecer, e por isso devemos estar a todo momento vigiando e orando, para que não sejamos pegos de surpresa.
 É hora do povo de Deus se levantar de resplandecer e tomar posse da luz que virá sobre nós, para que possamos ter a certeza de que quando Jesus voltar, e chamar os seus, Ele possa dizer o meu e o seu nome na seguinte frase VINDE A MIM seunome , BENDITO DE MEU PAI. Essa, para mim, é a maior alegria que alguém pode ter, e é por essa alegria que eu me mantenho vivo, na esperança de ouvir Jesus voltar e chamar o meu nome para morar com ele nas mansões celestiais.
Por  Rafael Cavalcanti Santos

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Pare e pense

           Esse é o Deus que eu creio e sirvo! A postagem abaixo, de autoria do pastor Hermes C. Fernandes (http://hermesfernandes.blogspot.com) fala a respeito de falsos religiosos e o verdadeiro Deus, que conforme descrito no texto: "Ah se os cristãos de hoje aprendessem a posicionar-se como seu Mestre! Ele jamais Se preocupou em ser politicamente correto. Nunca posicionou-Se por uma ideologia. Grupo algum tem procuração pra falar em Seu nome. Não queiram usá-lO em suas propagandas políticas ou ideológicas. Não coloquem em Seus lábios palavras que Ele jamais pronunciou. Ele segue sendo contra a prostituição, mas jamais deixará de posicionar-Se pelas prostitutas. Ele segue condenando o aborto, mas acolhendo aquelas que na hora do desespero o praticaram. Ele não endossa a vida promíscua nem de héteros, nem de homossexuais, porém, não subscreve atitudes homofóbicas.
Não conte com Ele para participar de nenhum linchamento moral.
Ele Se identifica sempre com os oprimidos, jamais com os opressores. Com os condenados, não com os seus algozes. Com os discriminados, e não com os preconceituosos.
Ele não apaga arquivos! Ele apaga pecados!"

Queima de Arquivo

Que dia! Jesus estava exausto. Parecia que ir a Jerusalém não tinha sido uma boa ideia. Já era o último dia da festa dos tabernáculos. Gente de tudo o que era lado. Enquanto manteve o âmbito de Seu ministério nas periferias da Galiléia, ninguém se incomodava. Mas agora Ele estava no centro do poder. Sua mensagem era por demais subversiva para ser tolerada. O status quo havia sido desafiado. As autoridades haviam emitido uma ordem de prisão para Ele. Porém, os guardas não conseguiram prendê-lO, não por causa da multidão que O cercava, nem mesmo por não haver qualquer acusação formal contra Ele, mas simplesmente por ouvirem de Seus lábios palavras jamais ditas por um ser humano. Naquele dia, Jesus foi duramente julgado e criticado pela elite religiosa de Jerusalém, que sentia-se ameaçada por Sua crescente popularidade. A bem da verdade, Seu ministério havia sofrido uma guinada recentemente. Muitos dos Seus discípulos O haviam abandonado (Jo.6:60-69), alegando que Seu discurso estava ficando muito duro. Seus irmãos carnais revelaram sua incredulidade quanto à Sua identidade divina (Jo.7:1-5). Chegando em Jerusalém de surpresa, percebeu que Sua fama O havia precedido. Poderia se dizer qualquer coisa acerca d’Ele, menos que era uma unanimidade. Se para uns, Ele era “o cara”, para outros não passava de um enganador (Jo.7:12). Lá sofreu todo tipo de preconceito e discriminação. Julgaram-nO por não ter uma educação formal (v.15). Chamaram-nO de endemoninhado (v.20). Tentaram desacreditá-lO por causa de Sua origem galiléia, já que de lá não se podia esperar nada que prestasse (Jo.1:46), quanto mais um profeta (vv.41,52). Tentaram desclassificá-lO de todas as maneiras. Sua popularidade estava altíssima, mas Sua credibilidade posta em xeque.
Depois de um dia como aquele, nada melhor que recostar a cabeça no travesseiro e tentar esquecer os problemas. Embora tenha sido esta a pedida dos Seus discípulos e oponentes, Ele preferiu retirar-Se para orar.
Após uma noite em vigília, Jesus aparece no templo logo nas primeiras horas. Ele tinha uma agenda a cumprir, e não seriam as críticas e tentativas de prendê-lO que a alteraria.
Enquanto ensinava cercado de uma multidão, a elite religiosa se aproxima e O interrompe com uma importante questão que precisava ser equacionada.
No meio daquela turba raivosa, uma mulher pega em flagrante adultério. Pelo jeito havia provas suficientes para incriminá-la. Quem a flagrara estava ali para prestar depoimento. De acordo com a Lei, ela deveria ser executada sumariamente, e a pena prescrita era o apedrejamento.
Porém antes de executá-la, alguém teve a “brilhante” ideia de usá-la para incriminar Jesus. Cairíam dois coelhos com um única cajadada. Aqueles homens sabiam que para deter aquele mestre galileu, precisavam mais que uma ordem de prisão. Aquela era a oportunidade de enredá-lO com Suas próprias palavras. Caso caísse na armadilha, eles O prenderiam sem titubear, pois teriam motivos razoáveis para isso.
Era, de fato, uma sinuca de bico. Se Jesus Se pronunciasse contrário ao apedrejamento, Ele seria acusado de obstrução da lei, e isso resultaria em Sua prisão imediata. E se Ele Se pronunciasse a favor da execução, Ele seria acusado de incoerência com aquilo que pregava. Isso fatalmente afetaria Sua credibilidade e popularidade.
Jesus estava sob pressão. Tinha que escolher de que lado ficaria, do lado da Lei ou da mulher.
Qual foi Sua reação? Jesus inclinou-Se e começou a escrever na terra, como fazem as crianças. Aliás, é a única vez nas Escrituras em que Jesus aparece escrevendo algo. Em vez de caneta e papel, o mestre preferiu usar o dedo e a terra. Não me pergunte o que escreveu, pois ninguém seria capaz de precisar. Porém, arrisco uma palpite. Talvez Ele escrevesse os pecados daqueles que a condenavam.
Atrevo-me a sugerir que dentre seus algozes, havia quem já houvesse usufruído da vida promíscua daquela mulher. Jesus Se deu conta de que o que estava prestes a ocorrer ali, em pleno templo, era uma queima de arquivo. Aquela mulher sabia demais. Se fosse hoje, bastava encontrar sua agenda telefônica, para deparar-se com o número de muita gente importante.
Jesus identificou-Se com ela. Não com os seus pecados, mas com a discriminação que sofria. Pela primeira em sua vida, ela se sentia amada e protegida. Em vez de revidar, negar as acusações, e até denunciar os que com ela já havia se deitado, aquela mulher preferiu confiar no veredito de Jesus.
Acho até que a mensagem que Jesus proclamara um dia antes, em plena fervecência da festa, teria sido ouvida por ela, ou ainda, dirigida especialmente a ela. Digo isso por notar o quanto aquela mensagem parecia com a que Jesus transmitira a outra mulher cuja vida também era regida pela promiscuidade (Repare na coincidência: Jo.4:13-14 e Jo.7:37-38).
Agora Jesus teria que salvá-la, mas sem ser condecendente com seus pecados.
Suas sábias palavras ecoariam pela história:
“Aquele que dentre vós não tiver pecado, atire a primeira pedra” (Jo.8:7).
Alguém se habilita?
O mestre segue escrevendo na areia. De repente, ouve-se um barulho. Eram pedras caindo, uma a uma. O único com autoridade moral para lançar a primeira pedra, abdicara-Se deste direito. “Pode algum de vós acusar-me de pecado?”, perguntou no mesmo discurso (v.46).
Quem ousaria contestá-lO?
Ah se os cristãos de hoje aprendessem a posicionar-se como seu Mestre! Ele jamais Se preocupou em ser politicamente correto. Nunca posicionou-Se por uma ideologia. Grupo algum tem procuração pra falar em Seu nome. Não queiram usá-lO em suas propagandas políticas ou ideológicas. Não coloquem em Seus lábios palavras que Ele jamais pronunciou. Ele segue sendo contra a prostituição, mas jamais deixará de posicionar-Se pelas prostitutas. Ele segue condenando o aborto, mas acolhendo aquelas que na hora do desespero o praticaram. Ele não endossa a vida promíscua nem de héteros, nem de homossexuais, porém, não subscreve atitudes homofóbicas.
Não conte com Ele para participar de nenhum linchamento moral.
Ele Se identifica sempre com os oprimidos, jamais com os opressores. Com os condenados, não com os seus algozes. Com os discriminados, e não com os preconceituosos.
Ele não apaga arquivos! Ele apaga pecados!
Os que predendiam apedrejá-la, saíram de fininho. Mas as pedras ali ficaram, a espera de quem se habilitasse a usá-las.
O que poucos percebem é que no final de Seu discurso, tomaram as mesmas pedras que seriam destinadas àquela mulher, para apedrejá-lO (Jo.8:59).
Quem diria… o que deveria ser Casa de Oração, tornara-se CASA DE EXECUÇÃO…
Que dia… hein Jesus?

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Pare e pense

Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho.(Salmos 119:105)


           Em minha atual atividade de consultoria, faço seleção de pessoal (RH) para várias empresas. Outro dia, durante uma entrevista com candidatos, aconteceu algo que me fez lembrar do texto que apresento logo abaixo, já bastante conhecido.
            Estava eu entrevistando um jovem rapaz, e perguntei sobre seu hábito de leitura, se gostava de ler. Ele prontamente respondeu que sim, adorava ler! Pedi a ele que me falasse sobre o livro que leu mais recentemente. Ele suspirou e falou: -Aí tá difícil, já tem uns sete anos!... Eu ponderei com ele: -Mas se você gosta de ler, como falou, porque tem sete anos que você leu o último livro? 
            Neste ponto é que a entrevista ficou interessante. Creio que ele viu a Bíblia que estava sobre a mesa, e falou então: -É que eu leio atualmente apenas a Bíblia. De pronto então eu falei: - Que ótimo! Então fale-me sobre a Bíblia, que livro da Bíblia você está lendo, qual o assunto, o que você está achando? O rapaz então engasgou um pouco, gaguejou, mas não conseguiu falar nada do assunto. Desclassificado da seleção, aconselhei o tal rapaz a ler, realmente e de maneira séria, ao menos a Bíblia, como ele havia se proposto.
        Vamos ao texto, que sei que muitos já conhecem, e a maioria se identifica com o relatado nele:
Diário de uma Bíblia
20 de janeiro - Passei uma semana calma. Nas primeiras noites do Ano Novo, meu proprietário me leu diariamente, mas agora parece que me esqueceu.

16 de fevereiro - Hoje foi faxina geral de final de verão. Fui desempoeirada como outros objetos e recolocada em meu lugar.

24 de março - Fui utilizada depois do café pelo meu proprietário. Ele analisou alguns trechos e me levou ao culto.

08 de maio - Hoje foi um dia duro de trabalho. Meu proprietário dirigiu um estudo Bíblico e teve que procurar vários versículos. Raras vezes os encontrava, mesmo estando todos no velho lugar.

01 de junho - Hoje alguém colocou um trevo de quatro folhas entre minhas páginas.

29 de junho - Fui colocada, juntamente com roupas e outros objetos, dentro de uma mala. Parece que estamos em viagem de férias.

10 de julho - Ainda estou na mala, embora quase todos os outros objetos já tenham sido retirados.

15 de julho - Estou novamente em casa, no meu velho lugar. Foi uma viagem cansativa. Não entendo porque tive que participar dessa viagem.

10 de agosto - Hoje fui utilizada por Maria. Ela escreveu para sua amiga e procurou um versículo para ela, pois seu pai faleceu.

20 de agosto - Novamente fui desempoeirada.

* Seria esta a sua Bíblia? *

"Creio que unicamente a Bíblia tem as respostas para nossas perguntas e que nós apenas devemos ter tempo para parar e, humildemente perguntar, para dela receber a resposta certa."
Dietrich Bonhoeffer
Fonte: Caneta Cristã  

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Pare e pense

Leia no Pare e pense de hoje, matéria da revista ULTIMATO 325:

Não quero me lembrar de tudo
A partir de hoje, com a ajuda de Deus, vou deixar de me lembrar de muitas coisas.
Não me lembrarei de alguns traumas da infância. Daquele professor que zombou de mim em público quando escrevi uma palavra errada no quadro-negro. Daquela correada de meu pai que atingiu o tumor que eu tinha na barriga. Da falta de aplicação aos estudos que me obrigou a repetir a série duas vezes. Das discussões sem fim entre meu pai e minha mãe. Do suicídio do garoto da minha idade perto da minha casa. Daquele teco-teco que caiu e matou o piloto.

Não me lembrarei dos pecados anteriormente cometidos, dos pecados ocultos nem dos pecados públicos. Não há proveito algum nessa lembrança mórbida e desnecessária, pois já chorei por eles e eles já foram confessados, perdoados e removidos.

Não me lembrarei daquela provocação, daquela injustiça, daquela dolorosa afronta que alguém me dedicou. Vou me esquecer do lugar, da data e das circunstâncias em que o desagravo aconteceu. Considerarei definitivamente perdoada a pessoa que o cometeu. Porei no fogo documentos históricos que lembrem esse incidente e qualquer outro do mesmo porte. Ficarei completamente livre de recordações incômodas.

Não me lembrarei demasiadamente das placas, dos troféus, dos diplomas, das honrarias, dos prêmios, das coroas recebidos no percurso da minha caminhada. Para evitar o espírito de superioridade, o nariz empinado, a empáfia, a situação de risco, a queda. Para não provocar a inferioridade nem a antipatia alheias. Com a ajuda de Deus, lançarei minha coleção de coroas diante “daquele que está sentado no trono e que vive para todo o sempre” (Ap 4.9).

Não me lembrarei unicamente de mim, de minhas dores, de meu sofrimento, de minhas carências, de minha posição, de meus bens. Esse mandamento recebi de meu Pai. Ele tem me dito e repetido: “A pessoa que procura seus próprios interesses nunca terá a vida verdadeira; mas quem esquece a si mesmo terá a vida verdadeira” (Lc 17.33, NTLH). Não me será fácil agir dessa maneira cristã, pois, como descendente de Adão, eu me lembro de tudo, menos dos outros. Porém de hoje em diante será diferente! Que o Senhor me socorra!



segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Pare e pense

A QUEM SERVIMOS?
”e disse: — Eu lhe darei todo este poder e toda esta riqueza, pois tudo isto me foi dado, e posso dar a quem eu quiser. Isto tudo será seu se você se ajoelhar diante de mim e me adorar. Jesus respondeu: — As Escrituras Sagradas afirmam: “Adore o Senhor, seu Deus, e sirva somente a ele.” (Lucas 4:6 a 8)
          A matéria de capa da Revista Istoé desta semana trás uma reportagem que nos chama a atenção para a decepção Nacional ocorrida com a troca de posições entre Felipe Massa e seu oponente, da mesma equipe, por motivos meramente financeiros. Um episódio lamentável, transmitido a milhões de pessoas no mundo todo, e que gerou reações das mais diversas em todos. Realmente, sem querer aqui questionar o comportamento de Felipe Massa, eu não consigo imaginar um Ayrton Sena reduzindo a marcha para seu oponente ultrapassar; também não consigo imaginá-lo acelerando para ultrapassar um oponente comprado. Creio até que ele fazia parte de uma estirpe de atletas da F-1 que está cada dia mais em falta nos dias de hoje. (Emerson Fitipaldi, Niki Lauda, e tantos outros). É algo impensável, por exemplo, que Niki Lauda um dia aceitasse subir a um pódio que ele não tivesse conquistado “no braço”.
                Mas este é o mundo em que vivemos, e como bem abordado na matéria, aonde o Fernando Alonso chega a ser comparado com “Dick Vigarista” (aquele famoso personagem dos desenhos animados que vivia armando maracutaias para vencer as corridas), as reações da maioria é de nojo, indignação e decepção.
                Lembrei-me de um episódio envolvendo madre Tereza de Calcutá (Não, ela não estava dirigindo um F-1):
Em 1979, ela veio pela primeira vez ao Brasil, em Salvador, na Bahia, na favela de alagados, fundar a 1ª casa brasileira da congregação. Um jornalista foi até o hospital de Madre Tereza, onde ela cuidava dos pobres, abandonados, doentes e famintos, para conhecê-la. Enquanto aguardava por ela, ficou observando os cuidados da freira com os doentes. Ela limpava as feridas dos leprosos com um carinho incondicional à todos. 
O jornalista visivelmente impressionado com aquela cena, se aproximou da freira e disse: "Irmã, eu não faria isso por dinheiro nenhum deste mundo."
Ela parou por um instante os cuidados com o doente, olhou para o jornalista e respondeu: "Eu também não meu filho, eu também não faria isto por dinheiro nenhum deste mundo!"
Em 1979 Madre Tereza recebeu o Prêmio Nobel da Paz. 
                Quando o diabo tentou Jesus no deserto, oferecendo-lhe fama e riquezas, sabia muito bem o que estava fazendo. É uma proposta que ainda hoje muitos consideram irrecusável, sofrendo as conseqüências de tal ato. Jesus, na passagem da tentação no deserto, soube enfrentar o inimigo usando a Palavra de Deus — “As Escrituras Sagradas afirmam: Adore o Senhor, seu Deus, e sirva somente a ele.”
                Infelizmente, atitudes como a da matéria da Istoé desta semana estão se tornando mais comuns do que deveriam, inclusive no meio dito evangélico, e a decepção que muitos crentes sofrem ao ver seus pastores agindo com esse espírito do “topa tudo por dinheiro” tem gerado uma multidão de “desigrejados”, pessoas decepcionadas e desiludidas com os lobos travestidos de pastores que comandam muitas das igrejas, com intuitos meramente financeiros, visando essencialmente o lucro pessoal, com discurso pseudo-cristão arrecadam milhões com justificativas de que estão investindo em missões, quando sua única missão é enriquecer. Alguns até colaboram com algumas migalhas, como o pastor da igreja que freqüentei por muitos anos, que anunciava (e provavelmente ainda anuncia) aos irmãos que sua oferta estaria sustentando “missionário fulano” no Nepal, “missionário Fulano”na Africa, enquanto apontava para o gazofilácio, mas o que era de fato enviado não representava nem 5 % da arrecadação. E enquanto os tais missionários continuam passando necessidades, vemos pastores enriquecendo a olhos vistos, mudando radicalmente seu padrão de vida, tratando as suas ovelhas como rebanho particular.
                   O que é sucesso? É Ter dinheiro sobrando? Prestígio nacional e internacional? Fama? Diante desta pergunta a maior parte das pessoas respondem: é ter dinheiro!
A bíblias nos ensina que não devemos colocar em nossa vida o dinheiro acima dos nossos ideais, mas fazer um trabalho com amor, pautado em virtudes, da melhor forma possível, pensando sempre em contribuir com o mundo que vivemos. As grandes personalidades da história não fizeram seus grandes feitos por dinheiro, ao contrário, quem só trabalha por dinheiro jamais tem o suficiente. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro.
“E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens, Sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis.” (Colossenses 3:23 e 24)

domingo, 1 de agosto de 2010

Pare e pense

para que os seus corações sejam animados, estando unidos em amor, e enriquecidos da plenitude do entendimento para o pleno conhecimento do mistério de Deus - Cristo, no qual estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência.(Colossenses 2:2 e 3)


A ZUMBIFICAÇÃO DA FAMÍLIA E A MORTE DO MUNDO!...

A falta de família determina os grandes problemas sociais hoje no mundo

Um mundo sem famílias será um mundo sem amor!
Mas e não há mais famílias no mundo?...
Claro que há; mas está acabando...
Ainda há pai e mãe, apesar de que muitos são apenas progenitores, e, dia a dia, menos pais e mães de fato...
Daqui a tempos [não muitos tempos] haverá uma grande quantidade de filhos de proveta e sem pais de fato.
Hoje se vê a falta de família determinando os grandes problemas sociais nas grandes cidades do mundo...
São meninos e meninas cheios de ódio e de rancor; tomados de vontade violenta; irreverentes; prontos para qualquer coisa suicida...
Prova disso, além da proliferação das drogas químicas que matam, há ainda os crimes contra pai, mãe, avós e parentes...
O que poderá fazer o Estado em favor de uma sociedade sem famílias?...
Não basta haver progenitores ou agentes legais de paternidade e maternidade...
O que falta mesmo é a velha e saudável noção de família, de casamento, de educação, de respeito, de reverencia pelos mais velhos; e, sobretudo, falta a certeza de que pai e mãe são para sempre...
Ora, este último aspecto é o mais fundamental...
Entretanto, tal conceito está moribundo pelo fato não apenas de os pais se separarem com extrema facilidade, mas, também, em razão de que tais pais, uma vez separados, trabalham contra a antiga família...
São homens, pais, que se vão e não mais voltam...
São mulheres, mães, que uma vez separadas trabalham contra o ex-marido em relação aos filhos...
No fim o que fica são esses meninos zumbis...
Sim! Zumbis sem vida e amor; apenas prontos para os espasmos da vontade suicida e descomprometida com o sentido da vida...
Um mundo assim será uma assombração...
De fato a Terra está se tornando um lugar mal-assombrado...
É do Haiti que hoje me vem a maior inspiração para crer no poder do amor...
É a terra do Vodu?...
É o que dizem...
Todavia, apesar de tudo, na atual catástrofe se viu a poder do amor de pais por seus filhos e de filhos pelos seus pais...
Houve quem, debaixo da terra, cavasse 50 horas, sozinho, a fim de salvar um filho igualmente sob os escombros; tendo o mesmo acontecido também com filhos que viraram tatus em busca de suas mães...
Em New York tal catástrofe talvez não tivesse as histórias pessoais de amor e compromisso com pai, mãe e filhos que se viu e se vê no Haiti...
Aqui, e dizem que o Haiti não é AQUI, o que se vê é um terremoto sem abalos sísmicos, mas que faz a alma tremer de desesperança e desamor...
No processo de glacialização do amor no mundo, a morte do sentido e significado de família é o agente mais devastador...
A Grande Bomba do mundo é a existência sem família e sem amor!...
Quem acha isso “careta” haverá de ver a careta dos filhos contra os pais e dos pais contra os filhos...
Eu creio na essencialidade da família porque eu creio no Pai, no Filho e Espírito Santo!
Quem crê que Deus é amor e que Ele é Pai, Filho e Espírito Santo — esse tem que ver na família o arquétipo de tal verdade eterna, sem a qual os homens, feitos à imagem e semelhança de Deus, se tornam deuses dês-relacionados e perversos...
Quem diz que tem medo de Macumba deve saber que a maior Macumba da Terra é essa que é feita de Despachos de Filhos e de Pais...
É no desamor de tais “despachos” que o diabo cresce no mundo!...
Quanto menos amor nas famílias [...], mais diabo no mundo!
Quem tiver ouvidos para ouvir, ouça!

Nele, que disse “Eu e o Pai somos um”,
Caio

sábado, 31 de julho de 2010

Cem Ovelhas

Querido Irmão Dálton,

Leitor assíduo e cotidiano de Blog, felicito-o pelo seu crescimento a olhos vistos.

Sua mensagem de hoje, sobre a LIBERTAÇÃO, é claramente Inspirada. Comoveu-me.

De encontro a uma postagem anterior, tenho uma música - que conhecemos desde os tempos de Caçu - que gostaria de dedicar a você em meu nome e de nossa mãinha.


Pare e pense

         “Estarei sempre com vocês; vocês serão o meu povo, e eu serei o seu Deus. Eu sou o SENHOR, o Deus de vocês. Eu os tirei do Egito para que vocês não fossem escravos dos egípcios. Eu os livrei da escravidão e os fiz andar de cabeça erguida.” (Levítico 26:12 a 13)
                Nesses capítulos finais de Levítico, Deus declara as bênçãos da obediência (Levítico 26:3 a 13) e as consequências da desobediência (Levítico 26:14 a 39). Perceba que após a primeira sequência de juízo, segue-se outras quatro, a serem aplicadas caso o povo não se arrependesse com a anterior, e Deus cita um pecado que explicaria muito bem o comportamento resistente: “Acabarei com o seu poder, de que vocês se orgulham; não mandarei chuva, e o chão ficará duro como ferro.”(Levítico 26:19). Orgulho, ou soberba, segundo a versão Revista e Atualizada. Exatamente. A soberba precede a ruína, diz em provérbios, e se configura num pecado terrível, pois afasta o homem de Deus e invalida o sacrifício de Cristo. Ore a Deus neste momento, pedindo espírito de humildade, de gratidão, repreendendo qualquer soberba ou auto-suficiência em sua vida.  
E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos.(Colossenses 3:15)
    PENSE NISTO

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Pare e pense


De quem você lembra quando vê esta poltrona?

No pare e pense de hoje, apresento outro texto do irmão Zé Luis, do blog  http://cristaoconfuso.blogspot.com/. Note certa semelhança com o assunto de nossa meditação de ontem. É um tema que, infelismente, afeta cada dia mais pessoas...


Por Zé Luís

Quando comecei a pegar gosto por frequentar igreja evangélica, não demorou muito para eu começar a analisar as pregações e pensar:
“ Consigo pregar melhor que este cidadão... tenho mais cursos, boa dicção, melhor oratória, mais tempo de leitura, absorvo melhor os contextos... e essa minha humildade que me permite ser mais do que qualquer um daqui...”

Não demorou muito para que eu fosse convidado a pregar, não em minha igreja, mas em um imenso templo, onde engasguei após ter me preparado tanto, e gaguejei diante dos olhares daquela multidão de gente paciente. Poucas vezes, cinco minutos se prolongaram tanto.

Mesmo assim, persisti, estudando mais e mais, com um impulso que parecia nascer dentro de minha alma. Havia uma necessidade, uma fome, mas o orgulho de me achar melhor – que parecia me impulsionar - parecia nublar determinados pontos. Era como se tudo que eu dissesse não soasse sincero (o que realmente não era). Parafraseando C.S .Lewis, falar de perdão é super fácil, até que você precise perdoar coisas imperdoáveis. Falar de amor a inimigos , na teoria, é simples: existem milhares de bons textos que nos animam a isso, até que o seu opositor te agride com a truculência possível.

Isso, com o tempo, me levou a uma encruzilhada sobre minha real vocação. Ainda mais quando conheci um candidato a pastor que, ao conhecer minha crise existencial de não viver o que pregava e querer pregá-la, avisou: “Mas nós não podemos viver o que pregamos. Seria como uma enfermeira se compadecer com todos os doentes que trata...”

Parecia que falávamos de uma preparação intelectual (que já tentara e não funcionou) onde arrebanhávamos vidas como em uma linha de produção. Um uniforme que visto ao sentar numa sala, para aconselhar e preparar pregações com este ou aquele objetivo, seja ele aumentar membresia ou aumentar a arrecadação para a reforma do telhado.

Isso é o efeito quando não há vocação: o fardo da ingratidão alheia será insuportável. Certamente, terei de ter outros estimulantes que não são o amor incondicional pelas almas. Tem de haver um preço para que não me veja em prejuízo.

Se não há vocação, a alma não sentirá a dor daqueles que choram, dos depressivos suicidas, das mocinhas grávidas pelo sexo casual, dos que lutam e são derrotados por sua própria sexualidade.

Sem vocação, tudo isso fará parte de um contexto onde o lucro da obra é baseado na expansão da igreja-franquia, e meu rendimento para o Reino (que é reino, com letra minúscula) pode ser medido em uma planilha, com a projeção gráfica, em meses e anos, do "empreendimento" santo.

A longo prazo, ficarei cínico e fingirei que me importo com a dor alheia – por fazer parte do nobre ofício, mas sempre dentro dos horários comerciais.

A patologia que alimenta um viver do Evangelho, a parte do que o Mestre ensinou, não tarda, nos faz ouvir: “lobo em pele de cordeiro”. Certamente, seremos como aqueles que tentam entrar pela janela e não se importam de sentar em uma mórbida e confortável poltrona, feita de vidas alheias.

Postou Zé Luís, Cristão Confuso, no Genizah, sem saber ao certo em que lugar da bíblia pastor virou carreira.


Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Pare e pense

“Bem-aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração se encontram os caminhos aplanados,  o qual, passando pelo vale árido, faz dele um manancial; de bênçãos o cobre a primeira chuva. Vão indo de força em força; cada um deles aparece diante de Deus em Sião.” (Salmos 84:5 a 7)
                Na minha Bíblia o texto acima está grifado, com uma data assinalada: Eu havia acabado de ver sem máscara aquele que foi meu pastor por quase dez anos. Eu, no auge de uma série de problemas de saúde (fui curado de um tumor, para Glória de DEUS!), financeiros e pessoais, recebi de suas mãos uma carta, já pronta, em que eu mesmo solicitava meu afastamento de todas as atividades da igreja. Ao questionar o porquê, ouvi dele que a minha situação atual envergonhava a igreja dele, e que quando eu estivesse com todas as questões resolvidas poderia voltar a freqüentar. Não aceitei tais palavras, refutando como vindas do inferno, proferidas por alguém conduzido e movido por malignos intentos. Ao cair a máscara, percebi que fui usado por tantos anos, como esteio para um projeto pessoal (dele) de construção de uma empresa eclesiástica.
                Foi nesse cenário que começou a nascer o livro “CALEBE-O demolidor de gigantes”, e Deus falou comigo dando-me conforto através dessas palavras. “Bem-aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração se encontram os caminhos aplanados”. Eu tinha (e tenho) a certeza de que meu coração e minha força estão firmados em DEUS, e dessa forma a sua palavra me garante que serei bem-aventurado “passando pelo vale árido, faz dele um manancial; de bênçãos o cobre a primeira chuva. Vão indo de força em força; cada um deles aparece diante de Deus em Sião”
                Eu percebi (Você consegue perceber?) que para o homem temente a Deus, e chamado de bem-aventurado, o vale árido (as provações, o deserto) é uma realidade. Deus não promete que ele não passará pelo vale árido, mas sim que, passando pelo vale árido, esse homem, essa mulher de Deus, faz dessa ocasião, desse momento, desse lugar, um manancial de bênçãos! E as bênçãos de Deus, vou repetir algo que venho falando há vários meses, as bênçãos de Deus não se medem em REAIS (ou dólares, como preferem alguns pastores), mas em PAZ interior, em testemunho vivo de como age um verdadeiro homem de Deus diante das provações!
                Não permita que pessoas, seja quem for, venham a te chamar de maldito, a questionar sua comunhão com Deus baseadas em crises ou acontecimentos do dia-a-dia. Mantenha sua fé firme naquele que é FIEL para guardar esse nosso verdadeiro tesouro até o dia final.
PENSE NISTO

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Pare e pense

      Hoje quero apresentar a meditação abaixo, do irmão e amigo Zé Luis, do blog http://cristaoconfuso.blogspot.com/, a respeito do tema "Maldições hereditárias". Cabe uma reflexão, pois é um tema muito falado e utilizado nas igrejas neo-pentecostais, inclusive como ferramenta que os "donos da igreja" se utilizam para manter controle sobre a mente e o bolso daqueles menos esclarecidos:


SOBRE MALDIÇÕES HEREDITÁRIAS

por Zé Luís
Imagine se você tivesse em sua árvore genealógica toda espécie de gente ruim e imoral.
Analisei a alguns anos uma dessas “árvores ruins” diante de um grupo de garotos frequentadores de igreja evangélica que insistiam em me tratar como seu professor de coisas bíblicas.

Embora o tema que me pediram era maldição hereditária, insisti em pegar o começo do livro de Matheus e enumerar alguns dos “santos” que constavam naquela descendência:

Contei sobre como Perez, um dos nomes da lista, foi concebido: Jacó, que casou com a mulher errada de tão bêbado que estava em sua festa de casamento, teve com suas quatro mulheres - duas irmãs e suas duas empregadas - mais de doze filhos, de onde se originaram as tribos de Israel. Judá, um dos filhos, sem saber que era sua nora viúva, transou com ela achando que era uma prostituta. Ou seja: Perez é filho do Vovô, e só não é filho de uma prostituta, porque ela apenas fingia ser.

Sem contar sobre Raabe, a prostituta que protegeu os espiões israelitas quando estes sondavam Jericó, a porta da terra prometida. Na invasão da cidade, esta – e sua família – foi poupada da morte, e acabou casando com um judeu. Essa é ancestral de Davi.

Davi, por sua vez, matou muitos, mas o pior de todos os seus pecados foi deixar um soldado leal e fiel morrer só para cobrir a vergonha de ter engravidado sua esposa (que era dada a tomar banhos públicos). Deste casal, entre tantas mulheres e filhos que teve, nasceu Salomão, o mais sábio e louco de todos os reis de Israel. (Como alguém poderia ficar são, casado com 300 mulheres e tendo concubinas, mulheres apenas para sexo, uma faixa de 700? Uma só já endoida o peão!).

Analisando cada um dos personagens dessa descendência, acharemos tantos argumentos para dizer que só um maldito poderia nascer dali, nem acreditaríamos que o Filho de Deus viria dessa linhagem.

Sim. Jesus nasceu nesta linha descendente, e se existe alguém que tem a eternidade para escolher onde e quando vir, é Ele.

Estranhamente, não escolheu uma comunidade com uma ficha limpa. Escolheu vir no povo que formou, para que outros povos imperfeitos pudessem ser salvos.

Ele se fez maldito sim. Mas não por que sua tataravó foi uma praticante de bruxaria, ou o tataravô fez quizumbas e protituições. Se fez maldito, de cruz, para que eu, você e todo aquele que aceita-o como Senhor não o seja.

Está pago, recibos rasgados, prestações devidamente quitadas, ontem, hoje e eternamente.

O resto? É com Ele.

Quando acabei de explanar isso, o Flavinho, um garoto, hoje homem formado, comentou sobre a família de Jesus: “E eu pensando que meus parentes tinham problema...”

terça-feira, 27 de julho de 2010

Pare e pense

“Não levem na bolsa dois pesos diferentes, um maior do que o outro, nem tenham em casa duas medidas diferentes, uma maior do que a outra. Usem pesos e medidas certos, para que vocês vivam muito tempo na terra que o SENHOR, nosso Deus, lhes está dando. Ele detesta todos aqueles que fazem essas coisas desonestas.”  (Deuteronômio 25:13 a 16)

                No Brasil, infelizmente ainda prevalece em muitas pessoas, a famosa “lei de Gérson”, aquela que diz para “levar vantagem em tudo, certo?” 

Mas Deus informa que detesta (abomina, segundo a versão Revista e Corrigida) todos aqueles que fazem essas coisas desonestas. Quantas vezes as pessoas utilizam pesos diferentes?

 Você carrega na sua bolsa pesos diferentes? Alguém dirá: “Para quê eu carregaria pesos na minha bolsa?” 

          Pois eu te digo que, toda a vez que você mede, julga, critica em outros atitudes que às vezes permite a si mesmo, está carregando esses pesos. 

Toda a vez que você compara pecados e os classifica em maiores ou menores, está carregando esses pesos. Não existe pecadinho e pecadão. É apenas certo ou errado, e vale para todos, igualmente e sem excessão. 

Você consegue crer nisto? 

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Pare e pense

Na carta aos Gálatas, Paulo repreende publicamente o apóstolo Pedro (Gálatas 2:11 a 21), num episódio aonde alguns cristãos Judeus já começavam a querer impor regras oriundas de outras religiões (No caso, religião Judaica). Considero um registro maravilhoso o versículo onze: “Porém, quando Pedro veio para Antioquia da Síria, eu fiquei contra ele em público porque ele estava completamente errado.” Paulo resistiu a Pedro, posicionando-se contra ele em público! Leia atentamente os versículos seguintes, aonde aquele que foi considerado a autoridade máxima da igreja naqueles primeiros dias (tanto que a tradição católico-romana criou o tal trono de são pedro para o seu papa), leva um puxão de orelha apostólico por estar agindo de forma dissimulada, concordando com a “teologia de justificação pelas obras da lei”.
Incrível como passados praticamente dois mil anos, e até hoje a igreja ainda sofre com essas tentativas de se cobrar caro pela salvação. Inúmeros líderes incutem em seus liderados suas “cartilhas” pagãs mascaradas de pseudocristinanismo neo-moderno, ressuscitando práticas abolidas com o sacrifício de Cristo na cruz, práticas que atraem muitas pessoas, pois está em nossa natureza humana o querer adquirir a salvação, querer adquirir a bênção, querer manipular Deus como se Ele estivesse a nosso serviço, bastando para tanto, seguir algumas regras, pronunciar algumas “palavras mágicas”, abster-se de alguns alimentos, e pronto! Como num filme de Harry Potter, o “pastor-mago-bruxo” dizendo-se representante de Deus e usando de toda pirotecnia disponível, desvia centenas, talvez milhares de pessoas da figura de Jesus, da GRAÇA de Deus para um evangelho torto e podre, que serve unicamente para enriquecer o tal pastor, sua família e aqueles que se fazem cúmplices de tais manobras.
Precisamos de crentes que sejam efetivamente tementes a Deus, pessoas dispostas a “comprar a briga” com quem quer que seja para denunciar tais abusos, tal como Paulo fez, denunciando publicamente a atitude reprovável de Pedro. Pense que se não fosse essa postura firme, talvez hoje os cristãos estariam debaixo de um pesado fardo de leis judaicas. “Ó Gálatas insentatos! Quem vos fascinou a vós outros, ante cujos olhos foi Jesus Cristo exposto como crucificado? Quero apenas saber isto de vós: recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé?”(Gálatas 3:1 a 2)
                Quero concluir a meditação de hoje lembrando que o “comprar briga” que falei no parágrafo anterior não quer dizer literalmente chegar às vias de fato, mas sim agir como Paulo, que não negocia a GRAÇA nem mesmo com a maior autoridade da igreja, antes, repreende na palavra, com firmeza e mansidão. Conheço muitos irmãos que enxergam algumas mazelas na igreja que freqüentam, mas por comodismo, por medo da tal “autoridade” ou até por compartilhar das guloseimas da mesa, preferem se calar, seguindo em seu dia-a-dia como se estivessem num Rotary ou Lions Club, meros clubes de serviço, cauterizando a consciência através de boas obras.
“E ao servo do Senhor não convém contender, mas sim, ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor; Instruindo com mansidão os que resistem, a ver se porventura Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade, E tornarem a despertar, desprendendo-se dos laços do diabo, em que à vontade dele estão presos.” (2Timóteo 2:24 a 26)

domingo, 25 de julho de 2010

Pare e pense

“Tu me guias com os teus conselhos e no fim me receberás com honras. No céu, eu só tenho a ti. E, se tenho a ti, que mais poderia querer na terra? Ainda que a minha mente e o meu corpo enfraqueçam, Deus é a minha força, ele é tudo o que sempre preciso.” (Salmos 73:24 a 26)
                O Salmista começa este Salmo afirmando que Deus é bom para com Israel, para com os de coração limpo, ele confessa que quase perdeu a confiança em Deus, ao observar a prosperidade dos maus. Até que ao entrar no Templo, percebeu o fim deles. Ao olhar para a eternidade, o que são os anos passados aqui na terra?  Como diz o Salmista: Se temos a Deus, o que mais poderíamos querer na terra?
                Pare de olhar a prosperidade dos maus, olhe para Deus, e você vai ver que  Mas, quanto a mim, como é bom estar perto de Deus! Faço do SENHOR Deus o meu refúgio e anuncio tudo o que ele tem feito.”(Salmos 73:28)

sábado, 24 de julho de 2010

Pare e pense

O SINCRETISMO RELIGIOSO E O PSEUDO-EVANGELHO


A tradição cultural de nosso país é, além de múltipla, mística em sua essência, sobretudo pelo fato de que a população brasileira é constituída por etnias diversas. Num mesmo “caldeirão” se encontram misturados europeus, africanos, aborígines, asiáticos, etc. Como sabemos, cada uma dessas etnias aqui presentes traz consigo, de maneira intrínseca, seus rituais, suas crenças, sua religiosidade, suas formas de se relacionar com o sobrenatural.

Dessa maneira facilmente percebemos dentre a vasta herança cultural do país, os seguintes elementos formando o pano de fundo da religião de nosso povo:
1)      rudimentos da pajelança indígena;
2)      superstições provenientes do catolicismo romano, trazido para a Ilha de Vera Cruz pelos colonizadores europeus;
3)      uma forte corrente kardecista (também trazida pelos europeus);
4)       o extremo misticismo dos cultos afro;
5)      a busca da paz interior embutida nos ensinamentos das seitas orientais; e
6)      o protestantismo e sua conclamação pelo retorno às Escrituras.
              Meu objetivo aqui é focar os protestantes, "segmento" do qual faço parte. Aqueles que genuinamente professam tal fé, obrigatoriamente devem basear suas crenças unicamente na Bíblia Sagrada. É mister que seja assim com todas as igrejas que se dizem herdeiras da Reforma. Estas têm por obrigação prezar pela pureza doutrinária, pelos cinco “solas” (Sola Gratia, Sola Fide, Sola Scriptura, Solus Christus, Soli Deo Gloria).

               No entanto, com imensa tristeza e pesar, chegamos à desoladora constatação de que não é isso que temos presenciado. Pelo contrário: em muitas igrejas ditas “evangélicas”, dá-nos a impressão que houve apenas a mudança da placa. Parece-nos que hoje há alguns centros destinados aos cultos afro que adotaram o rótulo de “igreja”, tamanho é o misticismo sob o qual o povo se encontra cativo. Fala-se (superficialmente) de Jesus, porém ainda se afirma ser necessário passar pelo sal grosso para fins de descarrego, é preciso adquirir uma série de patuás “gospel”, é preciso colocar copo d’água sobre o rádio ou televisão, é necessária a utilização de um pouquinho da terra trazida de Israel e alguns mililitros de água do Rio Jordão, os pedidos de oração devem ser queimados no Monte Sinai. Do contrário, apregoa-se nas entrelinhas, o fiel não será abençoado. Com isso, o sacrifício de Cristo é chutado para escanteio, relegado ao segundo plano. E o povo, apesar de supostamente estar numa igreja, continua preso a toda sorte de rituais místicos na busca da bênção. Tanto critica-se a mariolatria nos arraiais evangélicos, mas paradoxalmente, muitos se revelam mais praticantes da idolatria que os próprios católicos. Em nosso meio, se observa um apego exacerbado a determinados objetos de culto, a pregadores, a cantores, a "hinos", a congressos. Alguns há que julgam necessário viajar centenas de quilômetros para participar de determinado congresso de missões e receber uma suposta "carga de poder". Ignoram que Deus, sendo Onipresente, abençoa-nos e capacita-nos onde quer que estejamos. Até mesmo e, porque não dizer, principalmente no silêncio de nosso quarto, durante nossa meditação diária. Não entremos ainda no mérito daqueles que, à semelhança de algumas seitas de origem oriental, afirmam que, em alguns casos, é necessária uma suposta "cura interior", técnica híbrida proveniente de um amálgama de textos bíblicos mal-interpretados, psicologia e hipnose, resultando mais em ocultismo que em cristianismo, além de uma "confissão positiva" para a resolução dos problemas de quaisquer ordens.
                 Ou seja, a “igreja evangélica” brasileira conquanto se revele "evangélica", se encontra atolada no sincretismo religioso. Numa perigosa mistura que distancia cada vez mais o homem dos preceitos bíblicos. Essa igreja precisa verdadeiramente ter um encontro com Cristo, Aquele que já pagou o preço de nossa redenção. Aquele que bradou há quase dois mil anos atrás na cruz do Calvário: “Está consumado!”, expressão cujo significado pleno é desconhecido por muitos.

Soli Deo Gloria
Alessandro Cristian
Texto inspirado num sermão do Reverendo Hernandes Dias Lopes, sobre Neemias.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Pare e pense

“Guardem sempre no coração as leis que eu lhes estou dando hoje e não  deixem  de ensiná-las  aos  seus filhos. Repitam  essas  leis em casa e fora de casa, quando se deitarem e quando se levantarem. Amarrem essas leis nos braços e na testa, para não as esquecerem; e as escrevam nos batentes das portas das suas casas e nos seus portões.” (Deuteronômio 6:6 a 9)
                Em Deuteronômio 4:40 diz: Portanto, obedeçam a todas as suas leis que eu lhes estou dando hoje. Assim vocês e os seus descendentes serão felizes e viverão muitos anos na terra que o SENHOR, nosso Deus, lhes está dando para sempre. Dentro da leitura de Deuteronônio está a repetição dos dez mandamentos (capítulo 5). E a ordem clara, direta e muito objetiva de guardar essas leis no coração, de ensinar aos filhos, repetindo, falando, em casa, fora de casa, ao deitar, ao levantar. Literalmente anotar nos braços e nas testas, para não esquecer! Escrever nos batentes das portas das casas e nas cidades(portões). Sente a resposabilidade? Pense! 
                Você tem ensinado a seus filhos? Note que o que Deus ordena não é "decorar" friamente a lei, tendo-a no cérebro "de cor e salteado", como algumas religiões o fazem com maestria, não! O que Deus ordena, e está bem claro, é que guarde sempre no coração. 
"Inclina o teu ouvido e ouve as palavras dos sábios, e aplica o teu coração ao meu conhecimento."(Provérbios 22:17)

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Pare e pense

Hermes C. Fernandes

Irmãos, peço humildemente que orem por mim. Preciso confessar algo.

De uns anos para cá, comecei a ler as Escrituras de maneira diferente, e aos poucos fui abandonando algumas crenças que nutri por muito tempo.


Comecei a acreditar que a igreja de Cristo teria sido incumbida de discipular as nações, e conduzi-las aos pés de Cristo. Quanta pretensão! Se Noé, pregoeiro da justiça, só conseguiu salvar oito, quem a igreja pensa que é pra alcançar todas as nações? Meu Deus, como eu estava cego. Se bem que no caso da igreja, há a presença do Espírito para habilitá-la no cumprimento de sua missão. Mas deixa isso pra lá… Orem pra que eu consiga outra interpretação para Salmos 22:27-28.


Comecei a acreditar que Deus teria um plano de restaurar esta Terra. Achei até que a igreja deveria se engajar na defesa do meio-ambiente. Quanta bobagem! Pra quê colocar um peso a mais sobre os ombros da igreja? Ela não está dando conta nem de salvar as almas, vai salvar o planeta? Não é melhor acreditar que este mundo vai mesmo é pegar fogo? Isso nos livra da responsabilidade indesejável para com as próximas gerações!


É muito mais conveniente acreditar que somos a última geração. Como não vi isso antes?


Vê se pode uma coisa dessas? Como fui tolo ao crer que a igreja poderia fazer diferença no mundo, infiltrando-se na cultura, nas ciências, na vida pública, etc. Se somos sal da terra? Sim, mas e daí? Salgar pra quê, se nada pode impedir o processo de putrefação avançado em que se encontra o mundo? Você temperaria uma comida que pretende jogar fora?


Você acredita que eu já estava até orando pra que as coisas melhorassem no mundo? Será que esqueci que as coisas precisam piorar pra apressar a volta de Jesus? Não sei como ainda tem crente engajado em causas sociais. Que gente boba…


Que bom voltar a acreditar que o que importa é que vou passar a eternidade andando nas ruas de ouro literais da Nova Jerusalém!


Já estava ficando com saudade daquela sensação que tinha quando criança de que o arrebatamento aconteceria a qualquer momento, e que Deus poderia me flagrar despreparado. Essa estória de segurança da salvação só serve para acalentar nossa confiança. Se nos sentirmos seguros, podemos descansar e relaxar. Nossa santificação só acontece debaixo de pressão. O medo do inferno é imprescindível. Ou você acha que o amor é motivação suficiente?


Já havia até me esquecido do que é enxergar as mãos do diabo em tudo ao meu redor. Voltei a notar a conspiração maligna por trás dos símbolos, logotipos, slogans e, pasmem, dos desenhos animados. Voltei até a ouvir música tocada de trás pra frente em busca de mensagens subliminares. E pensar que eu estava crendo que Deus tem o controle de tudo. E o diabo, como fica? Eu sei que está escrito que Cristo o expôs publicamente ao desprezo e o depôs juntamente com seus asceclas. Mas isso é uma outra estória… Deixa quieto…


Afinal de contas, a versão moderna do evangelho precisa apresentar um diabo mitológico, que ponha em risco não apenas a salvação dos crentes, mas até os planos divinos. Isso mantém a turma esperta.


Pronto, agora estou livre! Posso voltar à buscar por indícios de quem será o anticristo da vez. Sei não… acho que esse papa com cara de Dona Benta é muito esquisito. Não sei se opto por ele ou pelo Obama. Aquele sorriso não me engana! Descobri semana passada que seu slogan de campanha “Yes, you can”, tocado de trás pra frente se ouve “Thank you, Satan!” (Obrigado, Satanás!). E o Lula? Não seria a besta que emerge do mar? Afinal, lula não é molusco?


Ah… finalmente! Voltei ao primeiro amor! Ou seria, ao primeiro terror? Sei lá… Só sei que agora estou mais preocupado em morar no céu, do que ver a vontade d’Ele sendo feita aqui na terra, como é feita lá no céu.


Quer saber? Tô nem aí! Quero mais é ver este mundo pegar fogo! Eu sei que Ele disse que tudo que havia criado era muito bom! Mas acho que Ele pode se superar! Esse mundo não é lá grande coisa! Ou é?


Que venha logo o arrebatamento! Estou doido pra pular fora daqui. Que bom que Deus não ouve a todas orações. Imagine se Ele houvesse ouvido e atendido aquela oração em que Jesus suplica para não sermos tirados do mundo…


O que eu não sou é besta pra ficar por aqui enquanto a dita cuja estiver solta, aprontando das suas. O tal chip já tá rolando por aí. Já pensou ter que receber a marca?


Mas se Ele vier e eu ficar, tudo bem. Vou na segunda chamada. Sei que vai ser dureza passar pela grande tribulação. Principalmente pelo fato de que o Espírito Santo já terá sido tirado da Terra juntamente com a igreja. E aí?… Como é que as pessoas se converterão sem a atuação do Espírito? Como é que as que não foram fiéis pra subirem na primeira chamada, mesmo com a atuação do Espírito, serão fiéis na grande tribulação sem a atuação d’Ele?


Este tipo de pergunta começa a me incomodar…


Pelo menos vão reconstruir o templo em Jerusalém… Vai ser tremendo! Dizem que até os sacrifícios voltarão. Por que será? Ah, já sei… porque o sacrifício de Jesus terá perdido a validade. Enquanto não constroem o tal templo, a gente vai se contendado com a réplica que será construída pela Universal em São Paulo. Pelo menos, sacrifícios não faltam por lá.


Peraí… então, Deus vai voltar a habitar em templos de pedras? Isso tá começando a ficar complicado pra mim.


Orem por mim, irmãos. Tenho medo de que eu sofra uma recaída e volte a ter esperança.

P.S. Sem querer subestimar a inteligência de ninguém, espero que todos percebam o tom irônico desta postagem.
Visite: http://hermesfernandes.blogspot.com/ e confira um dos blogs de apologética cristã independente com melhor conteúdo da atualidade. Não é por menos que a chamada inicial do blog é a frase: “REDESCOBRINDO O PODER SUBVERSIVO DA MENSAGEM DE CRISTO”
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