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“Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia; porque tu ouviste, naquele dia, que estavam ali os anaquins, bem como cidades grandes e fortificadas. Porventura o Senhor será comigo para os expulsar, como ele disse.”(Josué 14:12)

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

SOBRE PEIXES E BARCOS

SOBRE PEIXES E BARCOS


Marlos Nogueira
Laura queria um cachorro. Bem grandão. “Mas sem dente”. O Gabriel salvou a pátria tangenciando uma ideia: “Papai, um aquário!”. Nem cachorro banguela, nem aquário. Resolvi comprar uns peixes para o espelho “da água” aqui de casa (como diz o Biel). Deu certo. Carinhas felizes, Laura dando nome aos peixes: Laranjinha, Mexerica, Solzinho, Joaninha, Girafa e... e... olhando para o lado, “Mangueirinha” (inspirando-se na mangueira de jardim que estava ali ao largo). São doces as tiradas das crianças.

Peixes.  Lembrei-me de nosso estudo de Lucas 5:1-11. Olhando aqueles peixinhos no espelho “da água”, vi que falam da alegria de ser livre; da suficiência de seu habitat; da exuberância do verbo viver e da certeza da provisão que não se esgota. Chegando hoje do trabalho lembrei-me de que não havia dado ração para eles. Mas vi que a chuva trouxe muitas aleluias (aqueles bichinhos de luz) e dezenas destas povoavam a superfície do espelho “da água”. Banquete certo providenciado por Deus para aqueles peixinhos. Percebi então os que os meus esforços para alimentá-los eram simplesmente desnecessários e que também os peixes que Simão Pedro e seus amigos pescaram representavam, dentre outras coisas, o fluxo dessa provisão vinda de Deus e que nunca se esgota.

Entendidos os peixes, mas refletindo mais no texto, encuquei com aqueles barquinhos. Eram dois e estavam atracados na praia quando Jesus chegou. Escolheu o de Simão, entrou e começou a ensinar o povo. Depois mandou Simão levar seu barco às águas mais profundas e lançar a rede. Muito peixe, Simão chamou para perto de si outros amigos com barcos com quem pudesse repartir o pescado.

Vi que esses barcos são nossas vidas com todos os apetrechos que as equipam. Vidas estruturadas em competências nossas, cascos reforçados e cascas resistentes. Equipamentos metodicamente organizados, limpos e cuidados. Rotinas diurnas, mas também noturnas, em busca da otimização da performance. Tempo é dinheiro! Foco em resultado, planejamento, ações concatenadas e objetivos milimetricamente traçados. Pouca, ou quase nenhuma, fé. Sem fé, nenhum resultado.

Até que Jesus elegeu uma vida para entrar. De dois barcos, escolheu um. E entrou. Entrando, usou aquela vida e seus equipamentos para ensinar aos outros, sem se descuidar de ensinar ao próprio dono. Como lição, levou-o para águas profundas, onde os riscos são maiores, mas onde nosso papel sempre é cumprido. Pois barco que é barco nos mantém na superfície quando estamos em águas profundas.

Ali derramou benção sobre ele. Benção que Simão não reteve. Antes, chamou seus amigos e repartiu com eles. Isso revela que a benção de um impacta o outro. Como eles, somos agora pescadores que pescam homens por inspiração e direção de Deus. Somos portais das interferências de Jesus no mundo e por isso não devemos estancar o fluxo, mas propagá-lo ao máximo comunicando tais virtudes ao próximo.

Ser esse portal implica em seguir Jesus. E esse seguir nem sempre é fácil. Sempre equivale a transformação. Simão e sua turma abandonaram seus barcos para seguir Jesus, pescando gente. Nós também somos chamados por Ele para segui-Lo e para isso invariavelmente temos que deixar nossos barcos para trás, até porque agora nossa pescaria é uma pescaria diferente.

Não quero olhar para o Mexerica e ver apenas sua beleza ornamental. Quero ensinar meus filhos a enxergar nele e nos seus coleguinhas-de-nome-engraçado um símbolo do fluxo da vida vinda de Deus. Mas também quero ensiná-los que seus barcos devem estar sempre a disposição de Jesus, especialmente para que os peixes que ganharem ao longo da vida sejam também conhecidos por homens e mulheres pescados com a isca do evangelho de Cristo.

No Amor Daquele que nos Ensinou a Pescar,
Marlos






Abaixo, um vídeo do YouTube, falando sobre nosso barquinho e aquele que pode trazer verdadeira PAZ:


terça-feira, 11 de outubro de 2011

STEVE JOBS, A APPLE E JESUS

STEVE JOBS, A APPLE E JESUS


Por Justin Buzzard
Eu vivo há seis milhas da sede da Apple. Ontem eu dirigi as seis milhas para almoçar em um restaurante em frente a Apple com um engenheiro da Apple que faz parte da igreja que estamos plantando. Fiquei impressionado com a paixão deste homem em trabalhar na Apple e compartilhar o evangelho com seus colegas de trabalho na Apple.

Contei-lhe sobre um velho amigo meu que ocupa posição muito alta na Apple, um cristão que tem visto a propagação do evangelho de maneira emocionante dentro da empresa. Contei-lhe como nas reuniões-almoço que eu costumava ter com este velho amigo; Steve Jobs, às vezes o telefonava ou lhe enviava torpedos durante o nosso café da manhã. Isso foi o mais próximo que estive de Steve Jobs.

Mas Steve Jobs chegou perto de mim. Seus produtos estão em minha casa e no meu bolso. Invenções dele estão em sua casa também. Seu material está em toda parte.Isso é o que há de emocionante em se viver e trabalhar no Vale do Silício: o que acontece aqui afeta o mundo. Eu não acho que há uma outra região geográfica como ele, uma região que tenha tal impacto exponencial em todo o mundo. Pense sobre isso.


O Vale do Silício é o lar de: Apple, Google, Facebook, eBay, Yahoo, LinkedIn, Netflix, Hewlett-Packard, a Adobe Systems, Cisco, Oracle, Intel, e muitas outras empresas que mudaram nossos paradigmas e a maneira como vivemos.

Não é apenas o que está no meu bolso que foi impactado. Muitas vezes me pergunto se a razão de eu pregar de jeans não é porque Steve Jobs fazia suas apresentação vestido de jeans.  Teria sido Steve que tornara normal a um líder ficar na frente de uma grande multidão e fornecer informações importantes vestindo jeans? E várias vezes agora eu tenho que me referir ao ex-CEO da Apple, simplesmente como "Steve".  Essa é a cultura aqui no Vale do Silício: Casual. Você chama o CEO da empresa mais rica da América de "Steve", não de  "Mr. Postos de trabalho". Vinte anos atrás, não era assim que você se referia aos CEOs ou a outros em posições de autoridade. Aqui no Vale do Silício e em todo o mundo, Steve tem impactado a nossa tecnologia, nossa roupa, e como falamos uns com os outros.Steve realizou muita coisa em 56 anos. Na minha opinião, a minha vida e sua vida é melhor por causa de um homem chamado Steve. E agora, Steve está morto. O homem que melhorou a nossa vida perdeu sua vida.

O que eu gosto de pensar é que em seus últimos dias Steve colocou sua fé em Jesus. É inteiramente possível. Eu sei que Steve estava entrando em contato regular com os cristãos e ouvindo o evangelho na Apple. Só Deus sabe onde estaria Steve hoje.


Jesus viveu na terra para apenas 33 anos em um lugar muito menos sexy do que o Vale do Silício. Ele nunca inventou nada, mas ele mudou o mundo. Ele teve uma morte muito mais brutal do que Steve. Jesus não se limitou a morrer, ele foi morto. Dois mil anos depois, Jesus está em toda parte-em todo o mundo as pessoas ainda estão falando, adorando, amando e seguindo Jesus. Estaremos falando de Steve por um longo tempo, mas ao longo de algumas décadas essas conversas vão desaparecer. E a Apple não vai viver para sempre.


Steve deu 56 anos de sua vida para melhorar a nossa vida.


Jesus deu 33 anos de sua vida para salvar a nossa vida.


Essa é a grande diferença entre Steve e Jesus. Steve veio para melhorar. Jesus veio para salvar. Um homem pensou que a melhoria é o que mais precisamos. O outro homem pensou que a redenção é o que mais precisamos.


O evangelho do Vale do Silício é a melhoria. Eu vivo e ministro em um lugar que está melhorando a vida aqui e em todo o mundo. Eu sonho com impacto nessa região que está impactando o mundo com um evangelho diferente. Steve é ​​grande. Mas nós não precisamos de Steve, nós precisamos de Jesus. Eu sou grato pelo homem que melhorou a nossa vida. Mas precisamos conhecer o homem que perdeu sua vida para salvar a nossa vida.


Via Buzzard Blog (Tradução Livre por Hermes C. Fernandes)
Extraído de HERMESFERNANDES

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