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“Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia; porque tu ouviste, naquele dia, que estavam ali os anaquins, bem como cidades grandes e fortificadas. Porventura o Senhor será comigo para os expulsar, como ele disse.”(Josué 14:12)

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sexta-feira, 11 de março de 2011

ESTÊVAO:O Exemplo de Cristão

ESTEVÃO: O exemplo de um cristão cheio do Espírito Santo




Muitos evangélicos estão acostumados a “REPREENDER” e “NÃO ACEITAR” qualquer tipo de tribulação, até parece que não desejam entrar no Reino de Deus, afinal o próprio apóstolo Paulo e Barnabé procuravam confirmar o ânimo dos seus discípulos, exortando a todos a permanecer na fé, afirmando que ”POR MUITAS TRIBULAÇÕES NOS IMPORTA ENTRAR NO REINO DE DEUS” (Atos 14.22)

Logo, um cristão em perfeita comunhão com Deus e cheio do Espírito Santo também pode ter problemas e até passar por várias tribulações.

Um exemplo disso foi o mártir Estevão, que, após seu discurso em defesa do evangelho de Cristo, embora repudiado e até mesmo apedrejado, provou ser um verdadeiro seguidor do mestre nazareno.

Estevão em momento algum ficou cobrando livramento de Deus nem se justificando ou dizendo coisas do tipo: “SENHOR, EU ESTOU SENDO ENVERGONHADO!”, “COMO PODE ISTO SENHOR? EU SOU TEU SERVO FIEL”, “SENHOR, EU QUERO DE VOLTA O QUE É MEU: MEUS DIREITOS E MEUS SONHOS”,” EU REPREENDO ESSAS PEDRAS”, “EU NÃO ACEITO ISSO NA MINHA VIDA”, “EU DETERMINO A MINHA VITÓRIA AGORA MESMO”.

Com certeza, Estevão não conheceu nem se submeteu ao ENGANOSO “EVANGELHO DA FACILIDADE” ou “EVANGELHO TERRENO”, hoje em dia tão pregado nos púlpitos dos templos por homens que usam passagens do Velho Testamento para iludir e fazer muita gente sonhar com o que não é eterno, mas apenas passageiro e perecível, como por exemplo: LUXO, BEM ESTAR, POSIÇÃO DE DESTAQUE E RIQUEZAS TERRENAS.

Estevão sabia que sua pátria não era aqui e que precisava fazer a vontade de Deus para depois alcançar a promessa (Hebreus 10.36).

Estevão creu nas palavras de Jesus, que foi preparar morada no céu para todo aquele que crê.

Além disso, Estevão mostrou ter mesmo Jesus em sua vida quando pediu para Deus perdoar todos os que lhe APEDREJAVAM.

Isso é ser CHEIO DO ESPÍRITI SANTO.

ENQUANTO MUITOS APRENDEM OU ENSINAM QUE UM CRISTÃO NÃO PODE SOFRER NEM SER HUMILHADO POR NINGUÉM, A HISTÓRIA DE ESTEVÃO NOS ENSINA OUTRA REALIDADE:

ESTEVÃO, mesmo estando CHEIO DO ESPÍRITO SANTO, MORREU APEDREJADO.

ESTEVÃO tinha uma melhor esperança: o CÉU.

“Mas ele, estando cheio do Espírito Santo, fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus, que estava à direita de Deus”. Atos 7.55

“E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu”. Atos 7.60

Na Fé

Marcelo e Eunice

Extraído da apostila Um Mestre de Sandálias Pg. 08

quinta-feira, 10 de março de 2011

ESTATÍSTICA

ESTATÍSTICA

“Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”(Romanos 12:2)

Dálton Curvello
Assistindo à TV ontem, notei num dos noticiários da Globonews uma chamada para matéria referente à operação carnaval nas estradas Brasileiras. Para um determinado estado, foi transmitida uma “noticia boa”: O número de mortos nas estradas, durante o carnaval diminuiu em relação ao ano passado. Peraí. Notícia boa??? Por um instante me peguei concordando com o repórter, mas um alerta soou em minha mente. Como pode ser notícia boa, se pessoas morreram? Será que os seus parentes concordariam com isso? Creio que não.

Estamos nos embrutecendo, estamos nos acostumando, estamos nos amoldando com o padrão deste mundo. Padrão este que definitivamente não segue os padrões estabelecidos por Deus. Lembrei-me do poema de Marina Colasanti, que num trecho diz:

“A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra,
aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita
não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz,
aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração”.
 (Marina Colasanti. Eu sei, mas não devia)

E para piorar as coisas, fui pesquisar e constatei que, diferente da idéia passada pela matéria, os jornais de quase todo o país retratavam o contrário, conforme algumas manchetes que reproduzo abaixo. Tem até um quadro com informações da PRF com as estatísticas:

“Número de mortos por acidentes no Carnaval é o mais alto em 5 anos” (UOL NOTÍCIAS)

Rodovias federais têm 189 mortes em cinco dias
Só na terça-feira foram 23 mortes, segundo a Polícia Rodoviária Federal. No carnaval de 2010, houve 143 mortes em seis dias.
 “No quinto dia da Operação Carnaval, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) contabiliza a morte de 23 pessoas nas estradas federais do país, segundo boletim divulgado nesta quarta-feira (9). Da zero hora às 23h59 da terça-feira (8), houve 534 acidentes, com 369 feridos. Nos cinco dias da operação, o número de acidentes chega a 3.563 e o de mortos, a 189. O total de mortes em cinco dias neste ano supera o número registrado em seis dias de operação no carnaval 2010. Durante toda a operação do ano passado, que foi realizada entre a 0h de sexta-feira (12 de fevereiro) e a meia-noite de quarta-feira (17 de fevereiro), ocorreram 3.233 acidentes e 143 mortes.” (GLOBO.COM)
Dia da operação
Nº de mortes
Nº de acidentes
Nº de feridos
Sexta (4/3)
37
962
394
Sábado (5/3)
58
1.046
555
Domingo (6/3)
34
611
524
Segunda (7/3)
37
410
310
Terça (8/3)
23
534
369
Total
189
3.563
2.152

Fonte: Polícia Rodoviária Federal

Deixo um alerta para todos nós. A notícia em si não é algo ruim ou nocivo, mas como nós reagimos a ela sim! A notícia trás informação, trás estatística. Representa um trabalho profissional, com informação e dados comparativos.

Como reagiremos à notícia é que demonstra se estamos nos conformando ou não. Se a notícia for apenas lida e esquecida, ou pior, ignorada,  representa elevado grau de conformismo com a situação.

Se pelo contrário, ela gera indignação, repulsa, desejo de se solidarizar com os feridos, estamos chegando perto.

O que você vai fazer a respeito?


“Alegrem-se com os que se alegram; chorem com os que choram. Tenham uma mesma atitude uns para com os outros. Não sejam orgulhosos, mas estejam dispostos a associar-se a pessoas de posição inferior. Não sejam sábios aos seus próprios olhos.”(versos 15 e 16)

O apóstolo Paulo, falando a respeito de culto racional, orienta a não se conformar com os padrões do mundo, mas buscar renovar a mente diariamente, visando experimentar a perfeita, boa e agradável vontade de Deus. Em seguida, fala do envolvimento que os irmãos devem ter uns com os outros, servir o próximo com seus dons, alegrar-se com os que se alegram e chorar com os que choram.

O que vemos hoje em dia é o contrário. Igrejas lotadas de pessoas que mal se conhecem, interessadas em buscar sua própria bênção e dispostas a associar-se sempre com alguém superior, alguém que tenha algo a lhes oferecer, mas quase nunca desejam se ligar, se aproximar daqueles que por algum motivo estejam (segundo seu conceito torto) em posição inferior.

Analise. Pense. No próximo culto que você for, dê uma olhada à sua volta. Se o pastor mandar você “sorrir” para o irmão que está ao seu lado, tente fazê-lo com sinceridade de coração, busque um olhar aflito e ofereça apenas um abraço apertado, um ombro amigo.

Vamos fugir da estatística?

quarta-feira, 9 de março de 2011

Você é VENCEDOR!

VOCÊ É VENCEDOR!

“Tu a quem tomei desde os fins da terra, e te chamei dentre os seus mais excelentes, e te disse: Tu és o meu servo, a ti escolhi e nunca te rejeitei. Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça. Eis que, envergonhados e confundidos serão todos os que se indignaram contra ti; tornar-se-ão em nada, e os que contenderem contigo, perecerão. Buscá-los-ás, porém não os acharás; os que pelejarem contigo, tornar-se-ão em nada, e como coisa que não é nada, os que guerrearem contigo. Porque eu, o Senhor teu Deus, te tomo pela tua mão direita; e te digo: Não temas, eu te ajudo.” (Isaías 41:9 a 13)
Dálton Curvello
São inúmeras as passagens da Bíblia que nos garantem a vitória em qualquer circunstância. Eu gosto muito daquela em que Paulo vai além, dizendo que somos mais que vencedores em Cristo Jesus! Existem inclusive várias pregações atestando que na Bíblia a expressão “não temas” apareça 366 vezes, uma para cada dia do ano... Mesmo se tratando de uma “forçada de barra” de certos pregadores, essa afirmação tem confortado muitos irmãos pelo Brasil.
Mas ultimamente tenho meditado num aspecto interessante da Palavra. Tenho percebido que o que nós, seres humanos em especial os da Gospelândia entendemos por VENCER não está em conformidade com o mesmo sentido utilizado por Deus na Bíblia.
Senão, vejamos: O próprio apóstolo Paulo, que afirmou sermos “mais que vencedores” em Cristo Jesus, não terminou os seus dias andando num jatinho particular, nem morando em sua mansão num bairro chique. Paulo sequer era proprietário de um “carro do ano”, e não há registros de que ele estivesse rodeado por muitos amigos no final de sua vida, pelo contrário. Mas mesmo assim, todos concordamos que Paulo foi, definitivamente, um vencedor!
Estêvão, um dos primeiros pregadores, incontestavelmente um grande Vencedor e herói da fé, jamais pôde experimentar sucesso material ou financeiro, pelo contrário, para comprovar sua fé foi morto a pedradas! Se fosse hoje, algum desses profetas da Teologia da Prosperidade com certeza iria dizer que ele tinha algum “pecado oculto”, ou que foi vítima de “Maldição hereditária”, ou até que ele não teve fé para “ordenar a bênção”...
Meu irmão, Você é um VENCEDOR! Se você aceitou Jesus como seu único e suficiente Salvador, se você tomou algum dia a decisão de entregar sua vida a Ele, buscando conhecê-lo e fazer a vontade dEle, creia que tudo o que a Bíblia afirma e promete é para a sua vida sim.
Mas busque discernir o que é bênção para Deus, o que é vitória para Deus, e não para humanos mortais e falhos como nós. Eu creio que quando Jesus diz que veio para que tenhamos VIDA e vida em abundância, está se referindo à vida eterna e também à vida aqui na terra sim. Mas não creio que em sua promessa esteja embutida uma apólice Celestial que nos imunize dos problemas terrenos, advindos da fragilidade do caráter humano que nos rodeia.
Muitos se esquecem que apenas dois versículos antes da famosa afirmação de Paulo, está escrito: “Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?”
Eu me considero um Vencedor. Você deve se considerar um vencedor. E Vencedor apesar das circunstâncias,  não em função delas. Vencedor por conhecer o futuro a nós reservado, não por desfrutar de um presente isento de problemas. Vencedor por ter a consciência de que Deus tem o melhor reservado para nós, apesar do que pode acontecer aqui nesta terra.
CREIA NISTO
  

domingo, 6 de março de 2011

A INDÚSTRIA DO CARNAVAL E SEU LADO DEVASSA

Hoje, 
domingo de “carnaval”publico uma meditação do Alan Brizotti, que saiu ontem no Genizah. Fala a respeito desse sentimetno que toma conta do Brasil nesses quatro dias (Em algumas cidades, vai uma semana...) Confira abaixo:




A INDÚSTRIA DO CARNAVAL E SEU LADO DEVASSA




Alan Brizotti


Não é de hoje que já não existem festas legítimas: tudo é pretexto para o lucro!

O Carnaval não é cultura, não é diversão, nem brincadeira. É lucro, mercado, faturamento. Somente os muito iludidos ainda acreditam na fantasia (palavrinha constante nessa época), na "alegria" e no divertimento. O restante mais lúcido do mundo sabe que a palavra de ordem não é "alegria", mas prazer.

Rubem Alves faz uma distinção perfeita entre prazer e alegria:

"Prazer é a experiência do orgasmo puro. Pode ser produzido até por masturbação. Alegria é o que sente o amante na simples memória do rosto da pessoa amada. O orgasmo, como todas as experiências de prazer, uma vez acontecido, esgota-se. Não se deseja mais. Prazer é descarga. A alegria, ao contrário, não se cansa. A alegria, pela simples memória do rosto da pessoa amada, continua suavemente. A alegria é a experiência de união com o objeto amado. O prazer tem a ver com o corpo, e só. A alegria, ao contrário, é uma experiência de amor: o corpo em harmonia com o mundo".

Por isso acredito muito no que disse A W Tozer: "Há mais restauradora alegria em cinco minutos de adoração do que em cinco noites de folia".

O Carnaval é o perfeito retrato do capitalismo selvagem, tão odiado pelas "esquerdas" do mundo: de um lado os "foliões" e sua in$anidade desvairada, do outro, os figurões da grana, a indústria, o mercado, Mamom e seus sacerdotes, fazendo de tudo para tontear as cabeças a fim de esvaziarem os bolsos.

Até a Sandy virou garota-propaganda de uma cerveja chamada "Devassa", numa jogada de marketing que retrata perfeitamente os intentos da indústria do Carnaval: por dinheiro, qualquer um devassa. De tanto "pular" no Carnaval, os cérebros escorrem junto com o suor das avenidas.

Na Bahia é Carnaval o ano inteiro (inclusive com o tal "caranaval fora de época"). No eixo Rio-São Paulo é a paradoxal "escola de samba", que deveria se chamar escola-onde-seu-dinheiro-samba. Nos outros Estados, longe do olhar voluptoso das grandes agências do marketing e sua divisão de Brasis (o rico no sul e sudeste, e o resto pobre), fica um filhote híbrido de "cultura" local com a multidão perdida entre os que sobem e descem as ladeiras da inutilidade.

Não preciso nem dizer que o "mundo evangélico" (expressão extremamente correta: mundo mesmo!) sonhando com a grana arrecadada no Carnaval, tenta emplacar nos nossos quintais um "carnaval de Jesus", com escolas de samba imbecilizadas ou blocos carnavalescos carentes de senso, lugar e lógica. Ninguém merece!

A quarta-feira só é de cinzas para quem matou o salário na avenida, porque para os barões da mídia e do mercado, é um dia glorioso, onde mais uma vez, a trindade substituta funcionou perfeitamente: dinheiro, poder e sexo. O resultado dessa mistura é sempre o mesmo: o ano, agora, vai começar.

E ainda tem gente cantando: "não deixe o samba morrer, não deixe o samba acabar..." Enquanto houver dinheiro nos bolsos, o samba não morre, quem morre é o sambista.

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