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“Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia; porque tu ouviste, naquele dia, que estavam ali os anaquins, bem como cidades grandes e fortificadas. Porventura o Senhor será comigo para os expulsar, como ele disse.”(Josué 14:12)

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sexta-feira, 18 de março de 2011

Noé, uma Arca e CACHAÇA

NOÉ, UMA ARCA E CACHAÇA

“Mas o SENHOR Deus aprovava o que Noé fazia. Esta é a história de Noé. Ele foi pai de três filhos: Sem, Cam e Jafé. Noé era um homem direito e sempre obedecia a Deus. Entre os homens do seu tempo, Noé vivia em comunhão com Deus.” (Gênesis 6: 8 a 10)
Dálton Curvello              
Em outra versão diz: “Porém Noé achou graça diante do Senhor.”Compare o texto acima com o relato de Gênesis 9:20 a 23:  “E começou Noé a ser lavrador da terra, e plantou uma vinha. E bebeu do vinho, e embebedou-se; e descobriu-se no meio de sua tenda. E viu Cão, o pai de Canaã, a nudez do seu pai, e fê-lo saber a ambos seus irmãos no lado de fora. Então tomaram Sem e Jafé uma capa, e puseram-na sobre ambos os seus ombros, e indo virados para trás, cobriram a nudez do seu pai, e os seus rostos estavam virados, de maneira que não viram a nudez do seu pai.” Mesmo com o testemunho de Deus de que Noé era um homem direito e que sempre obedecia a Deus, ele continuava humano, e portanto, sujeito a falhas.
 Deus operou uma das maiores maravilhas do mundo através de Noé, no episódio do dilúvio. Porém, antes que ele se julgasse o cara mais perfeito da terra, sua natureza humana escancara para todos suas fraquezas. Reforça que mesmo sendo homem direito e que sempre obedece a Deus, ainda assim, carece da maravilhosa GRAÇA de DEUS.
Quantas vezes conhecemos pessoas genuinamente tementes a Deus, pessoas que foram muito usadas por Deus e que, sentindo-se “ungidas do Senhor” passam a adotar uma postura, um comportamento hipócrita e arrogante, sentindo-se realmente “escolhidos”, “infalíveis”, quase como se Deus nem conseguirira realizar a sua obra, se não fosse a magnificência de suas maravilhosas e perfeitas personalidades poderosas.
Mais triste do que não conhecer a Graça de DEUS, é sentir-se indispensável a Ele, é deixar de perceber a falibilidade do gênero humano, mesmo o salvo, lavado e liberto pelo sangue de Cristo.
 E você? Pode orar comigo neste momento, reconhecendo a fraqueza humana e nossa total dependência da graça de Deus?


quinta-feira, 17 de março de 2011

HIPOCRISIA

“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia.”(Mateus 23:27)

Tenho meditado bastante nos últimos dias sobre um tipo de comportamento que avança poderosamente sobre muitos cristãos, incentivados pelo que estes vêem em seus próprios líderes/pastores/apóstolos. Nesse aspecto, um dos melhores textos sobre este assunto, creio eu, é o que reproduzo abaixo, do ZéLuiz (CristãoConfuso). Vale a pena ler:


HIPOCRISIA
por Zé Luís
Não poucas vezes, nós não damos conta dos sentido das palavras que ouvimos e mesmo que repetimos. Quando adolescente, li a crônica de Luís Fernando Veríssimo, Defenestração, que ilustra bem nossa estranha mania de imaginar sentido à palavras que elas realmente não tem.

Após anos de igreja, me perguntaram: “Você sabe o que significa 'pródigo'?”. Respondi com uma certeza imbecil: “Aquele que retorna...” Ledo engano. A palavra “pródigo” significa “gastador”. Sendo assim, o filho que retorna era na verdade a “Parábola do filho gastador”. Sinceramente? Gostava mais da minha versão...

Hipocrisia é uma palavra de raiz grega e significa “atuar”. É atribuída a alguém que finge ter atributos que realmente não possui.

Esse é o nome que mais rotula os crentes deste mundo, embora estes mesmos crentes nem desconfiem disso (Sabe aquele comentário que irrita:”Mas esse não disse que era crente?” Máscaras sempre caem, melhor se propor ser aquilo que o Nazareno já transformou).

O Mestre veio para ensinar que Ele só se fez necessário no lugar da Lei, por não existir alguém que possa cumprir moralmente todas as Escrituras. A acusação que caia sobre os fariseus era o hábito de mostrar uma pureza moral extremada através de suas impecáveis vestes sacerdotais, belas e emocionantes orações públicas, interesse fingido pela dor alheia, o zelo irracional pelo cumprimento reto dos rituais de limpeza de copos e mãos... Tudo isso era apenas um comportamento que nada se relacionava com o que ia dentro daqueles praticantes.

“Sepulcros Caiados” classificava-os Jesus: um belo e suntuoso mausoléu, onde, em seu interior, repousava a carniça de um cadáver que se decompõe putridamente.

Essa retidão moral que ainda vejo tantos fingirem – algumas vezes me levando a gargalhada, noutras, às lágrimas – é uma das poucas coisas que o Cristo denunciava, e pelo teor de suas acusações, a que mais lhe aborrecia.

Tantos mentindo descaradamente sobre uma vida sem percalços, sem tentações, sem dores, inoportunas, sem espinhos na carne, apenas justificam as acusações destes que querem muito conhecer nosso Mestre, mas não suportam imaginar que terão que fingir que são o que não, como veem tantos fazer.

Por causa dos hipócritas, que mostram um super-modelo moral que não existe, muitos não experimentarão do milagre que há em ter esse encontro com o Filho do homem.

Aí de ti, fariseu!! - advertia o Mestre. Essa era para o dia que virá, e para o maldito resultado de seus atos hipócritas: Tantos adorando um deus que não existe, trocando-o por comportamentos mecânicos e voluntários.

terça-feira, 15 de março de 2011

AL CAPONES E GANGSTERS EVANGÉLICOS

AL CAPONES E GANGSTERS EVANGÉLICOS

Por J. Lee Grady, editor da Revista Charisma:
Houve um tempo em que Al Capone controlava toda a cidade de Chicago. O notório gangster da década de 1920 subornou o prefeito, comprou a polícia e, como um rei, presidiu um império de cassinos, redes de contrabando e botecos em pleno vigor da Lei Seca. Ele se esquivou das balas por muitos anos e viveu acima da lei – ganhando assim a reputação de “intocável” porque ninguém podia levá-lo à justiça.

Antes que Capone fosse finalmente preso em 1932, ele justificou seus crimes dizendo: “Tudo o que faço é para atender a demanda do público.” Ele nunca assumiu responsabilidade pelo estrago que causou porque prefeitos, policiais, líderes comunitários e estelionatários o apoiaram todo o tempo.

Odeio ter que comparar ministros de Deus a um mafioso. Mas a triste verdade é que atualmente há alguns (talvez mais do que só alguns) pastores que possuem algumas das características mais abomináveis de Al Capone. São mestres do engano e da manipulação. Eles compraram seu espaço na subcultura evangélica carismática e usaram suas místicas habilidades hipnóticas para controlar grandes redes de TV cristãs.
Mas a exemplo de Al Capone, seus dias estão contados. A Justiça logo os agarrará.

Estes falsos profetas provavelmente começaram com um chamado genuíno da parte de Deus, mas o sucesso os destruiu. Eles se desviaram da fé verdadeira e foram seduzidos pela fama e pelo dinheiro; quando seus ministérios cresceram, eles apelaram a táticas questionáveis para manter a máquina religiosa rodando. Mas agora, em meio à Grande Recessão Americana, Deus está tratando com eles.

Mas antes que nos regozijemos por estes impostores estarem sendo despejados de seus púlpitos e varridos das emissoras, pausemos por um minuto e reflitamos: como tais falsos profetas alcançaram tanta popularidade? Jamais teriam conseguido sem a nossa ajuda.

Nós fomos os idiotas. Quando eles diziam: “O Senhor lhes dará riquezas incontáveis se vocês semearem mil dólares agora”, imediatamente pegávamos o telefone e nossos cartões de crédito. Que Deus nos perdoe.

Nós fomos os cegos. Quando eles diziam: “Preciso que hoje vocês façam uma oferta sacrificial para que eu possa consertar meu jatinho particular”, sequer perguntávamos por que um servo de Deus não era humilde o suficiente para voar em classe econômica para alguma nação de Terceiro Mundo. Que Deus nos perdoe.

Nós fomos os tontos. Quando ficávamos sabendo que eles estavam vivendo em imoralidade, maltratando suas esposas ou povoando cidades com seus filhos bastardos, dávamos ouvidos às suas desculpas ao invés de exigir que estes pastores vivessem como verdadeiros cristãos. Que Deus nos perdoe.

Nós fomos os ingênuos. Quando eles imploravam por dois milhões de dólares extras para tapar algum rombo no orçamento, nos sentíamos incomodados em perguntar por que eles precisavam dormir em suítes de hotel cuja diária custava dez mil dólares. Na verdade, sempre que questionávamos algo, outro cristão rapidamente retrucava: “Não critique! A Bíblia diz ‘Não toque o ungido do Senhor!’ Que Deus no perdoe.

Tratamos estes charlatões como Al Capones, como eles se fossem intocáveis, e como resultado a corrupção se espalhou pelas igrejas carismáticas como uma praga. Nosso movimento está contaminado pelo materialismo, orgulho, engano e imoralidade porque tivemos medo de dizer o que estes palhaços realmente são: inseguros, egoístas, egocêntricos e emocionalmente confusos.

Se tivéssemos aplicado discernimento bíblico há muito tempo atrás, teríamos evitado todo este caos. Jamais saberemos quantos incrédulos rejeitaram o Evangelho porque viram a Igreja apoiando pilantras que se gabavam, coagiam, mentiam, manipulavam, subornavam, roubavam e, com lágrimas, conquistavam espaço em nossas vidas – enquanto os aplaudíamos e depositávamos dinheiro em suas contas.

Sempre que cristãos bem intencionados citam 1 Crônicas 16:22 (“Não toqueis os meus ungidos e não façais mal aos meus profetas”) para encobrir a sujeira e o charlatanismo, eles cometem uma injustiça contra as Escrituras. Esta passagem não ordena que nos calemos quando um líder está abusando do poder ou enganando as pessoas. Pelo contrário, somos chamados a confrontar o pecado em amor e honestidade. E certamente não estamos amando a Igreja se permitimos que os Al Capones carismáticos de nossa geração a corrompam.

Fonte: Charisma Magazine. Fonte secundária e Tradução: Pão & Vinho.

Creio que no Brasil não precisaremos de crise para destronar estas figuras do mal.
O Senhor está abrindo os olhos do seu povo e são poucos os que ainda dizem: 
 Não toquemos nos ungidos. Não critique. 
Logo, logo,  vamos pedir cadeia para esta patota.


Saiu hoje no GENIZAH, e resolvi replicar na íntegra por aqui, com meu testemunho de que aqui mesmo em Goiânia conheci um desses “Al Capone Gospel”(Al Capone também é italiano. Coincidência?...), que age com a mesma metodologia de manipulação, suborno e controle de mentes incautas. Tenho certeza que DEUS está alertando seu povo através de mensagens como esta. ACORDA, povo de Deus, ou assumam logo sua posição de cômoda e interesseira cumplicidade, assumindo também as conseqüências...
Dálton Curvello 

DEUS, O HOMEM E A MÁQUINA


DEUS, O HOMEM E A MÁQUINA

  
“O Reino de Deus é semelhante a um homem que lança a semente sobre a terra… a terra por si própria produz o grão…” Marcos 4

José Humberto N. Júnior 
O Reino de Deus é para ser vivido. Ele foi feito para ser conhecido, experimentado. 

O Reino não é como uma fábula ou um conto de fadas, que sempre nos é contado com toda a seriedade do mundo quando somos pequenos, mas depois que crescemos vemos que era pura enganação – só pra nos entreter. Ele também não se assemelha à cabeça de bacalhau – todos sabem que existe, mas nunca ninguém vê. Estou falando de um Reino que é real, apesar de suas bases serem invisíveis. Estou falando de um Reino que se expressa, que se mostra visível, que diz à quê veio.

Um Reino eficiente, eficaz, que funciona. Tem como ponto de partida a fé. A fé de um agricultor, de um trabalhador. De alguém que se submete, ainda que forçadamente, aos processos inerentes de crescimento de uma planta. Depois de lançada a semente não há o que fazer. Nessa fase, o que a semente mais precisa – além das condições favoráveis – é de tempo. Tempo para passar pelos processos necessários. Não os desejáveis, mas os necessários.

Temos entendido o Reino de Deus como uma máquina, um processo fabril, onde o que importa é o produto. Queremos que os processos se automatizem, sejam repetitivos, previsíveis e principalmente rápidos. Somos ávidos pelos resultados. Os processos? Eles pouco nos importam. O que interessa é pegar a matéria-prima e fazer dela um belo produto, com boa aparência, e que venda.

Nada de fábrica. É como a agricultura, querido. A chuva nem sempre vem na hora que estamos esperando, assim também o sol. Também não sabemos a data exata do nascimento da semente, nem da colheita. Dependerá dos processos... Não há regras, apenas uma palavra empenhada e um princípio estabelecido: “a terra por si própria produz o grão”. Tenho entendido que o Reino do nosso Deus não tem receita, não tem regras, mas princípios. A “receita” é trabalhar e esperar, trabalhar e esperar. Qualquer coisa além disso é devaneio, expectativa, chute.

Creio que o maior desafio dos cristãos hoje é viver o Reino de Deus no sentido de experimentá-lo, conhecê-lo vivendo-o hoje. Ao invés de nos submetermos ao tempo de Deus – como o agricultor se submete – queremos que o tempo se submeta a nós, na velocidade e na previsibilidade de uma máquina.

Na era do fast-food e da produção em série, que o Pai nos dê um coração de agricultor.

“É chegado a vós o Reino de Deus” Lucas 10

Nele, que nos fez semeadores para que vivamos o Reino,
Júnior

segunda-feira, 14 de março de 2011

DEUS X CIÊNCIA

DEUS X CIÊNCIA         

         Em meio a tantas matérias sobre terremotos e tsunamis, muitos começam a questionar a soberania de Deus sobre o universo, sobre as causas das manifestações da natureza.
         Creio que o vídeo abaixo, do pastor John Piper, ajuuda-nos a compreender um pouco mais a questão de Deus e a ciência:

domingo, 13 de março de 2011

UM POEMA DEDICADO À TERRA DO SOL NASCENTE

                                      Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram;(Romanos 12::15)


              Este final de semana o mundo vive momentos de agonia, todos assistimos aterrorizados o que aconteceu no Japão, e as notícias que chegam falam em mortos aos milhares, além dos feridos e desabrigados. Neste momento,  estando tão distantes e impotentes em socorrer essas pessoas, talvez a única coisa que possamos fazer seja orar por eles.  Convido todos para fazermos um plantão de oração pelos atingidos no Japão.
               Abaixo, um poema do pastor Hermes Fernandes, publicado por ele em seu blog, e que replico aqui no CALEBE, fazendo também esta oração:

À TERRA DO SOL NASCENTE
UM POEMA DEDICADO ÀS VÍTIMAS NO JAPÃO

Meus irmãos da Terra do Sol Nascente
Gente de valor, povo valente
Que na hora da dor, olha pra frente

Quem conseguiu soerguer-se após Hiroshima
Jamais se entrega, dá a volta por cima
Nem mesmo a tragédia o desanima

Não pense que é Deus quem os castiga
Ou que a natureza é sua inimiga
Resposta fácil não há quem consiga

Não é o fim do mundo, como alguém sugere
Ou sinais dos tempos, se assim prefere

Mas gemidos da criação que está prestes a parir
Novo céu e nova terra prometidos no porvir

Contrações já são sentidas em forma de tremor
E a bolsa que se rompe, inunda o chão, causa pavor
Os suspiros violentos cada vez são mais intensos
percebidos como ventos, cujos estragos são imensos

Seja aí, seja acolá ou seja aqui
Seja o Japão, Teresópolis ou Haiti
Que lugar é seguro?  pra onde fugir?
Pra escapar só há um jeito: se previnir.

Tratar o planeta como se fosse gestante
Ajudá-lo no parto, amparar o infante
E como se isso não fosse o bastante
Apostar no futuro, seguir confiante


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