Para ler NO Deserto

“Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia; porque tu ouviste, naquele dia, que estavam ali os anaquins, bem como cidades grandes e fortificadas. Porventura o Senhor será comigo para os expulsar, como ele disse.”(Josué 14:12)

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sábado, 29 de maio de 2010

Pare e pense

“Deus diz: Eu marquei um tempo certo para o julgamento e julgarei com justiça. Ainda que a terra trema, e todos os seus moradores estremeçam, eu manterei firmes as suas bases. Digo aos maus que não contem grandezas, que não sejam orgulhosos; digo que parem de se gabar do seu poder e de falar com arrogância.” (Salmos 75:2 a 4)
Deus é DEUS. Neste pequeno Salmo de apenas dez versículos, Deus nos fala que existe um tempo certo para seu juízo, e que este virá com justiça. Caro leitor, saiba que “É Deus quem julga; é ele quem declara que uns são culpados e que outros são inocentes.”(verso 7). Quem de nós nunca se deparou com situações em que pessoas emitem juízo, proferem sentenças sobre algo ou alguém, esquecendo-se de sua situação igualmente falha e imperfeita. Que tenhamos humildade para jamais esquecer de nossa condição humana e carente da GRAÇA de Deus, pois o pior que pode nos acontecer nesta vida é ficarmos “sem GRAÇA”, sendo sem a Graça de DEUS. “Portanto, és inescusável, ó homem, qualquer que sejas, quando julgas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; pois tu que julgas, praticas o mesmo.” (Romanos 2:1)

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Pare e pense

             “Os homens de Israel aceitaram a comida deles, porém não pediram conselho a Deus, o SENHOR. Josué fez um acordo de paz com os gibeonitas, prometendo que não seriam mortos. E os líderes do povo de Israel juraram que cumpririam a sua palavra.” (Josué  9:14 a 15)
              Não pediram conselho a Deus! Quantas vezes em nossas vidas procedemos da mesma forma? Fazemos planos, tomamos decisões, damos passos, sem consultar a Deus? Os homens de Israel estavam bem intencionados, não fizeram por mal, apenas julgaram pelo que estavm vendo, e foram enganados... Fizeram uma aliança com os inimigos pois não consultaram a Deus. Eu vejo aqui dois pontos:
Primeiro: A necessidade de orar, conversar com Deus, procurar discernimento para todas as decisões, mesmo que aparentemente esteja tudo claro (para eles estava, voce concorda?)
Segundo:  CUIDADO com alianças firmadas. Para Deus isto é coisa muito séria. Tanto que, mesmo tendo sido enganados para firmar a aliança, os homens de Israel ficaram permanentemente obrigados a cumpri-la, inclusive sofrendo sérias consequências quando essa aliança “forçada” foi quebrada (leia 2 Samuel 21).
                Como você encara alianças firmadas? Aonde você está ligado espiritualmente, em algo aonde as alianças são apenas um meio para se alcançar um fim, sendo plenamente descartáveis após obter seu objetivo, ou aonde se segue os preceitos de Deus? Pense Nisto

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Pare e pense

“E eles informaram ao rei que o total de homens capazes para o serviço militar era o seguinte: oitocentos mil em Israel e quinhentos mil em Judá. Mas, depois que Davi fez a contagem, a sua consciência começou a doer, e ele disse: — Ó SENHOR Deus, eu cometi um pecado terrível ao mandar contar o povo. Por favor, perdoa-me! O que fiz foi uma loucura. (2Samuel 24:9 a 10)
                Mais uma vez encontramos o registro de um pecado de Davi, e podemos acompanhar a sua reação ao erro. Desta vez nem chegou a ser confrontado, ele mesmo caiu em si de seu erro, e implorou a Deus por misericórdia. O seu pecado nasceu de soberba, pois tornara-se um poderosíssimo rei, com um invejável exército. Deus perdoou o pecado, mas apresentou a Davi as possibilidades de consequência. Das três opções de castigo, apenas uma refletiria um coração realmente quebrantado e entregue a Deus, e foi esta a escolha de Davi, demonstrando que a soberba havia deixado seu coração. Cuidado com o “bichinho da vaidade”, ele corrói como um câncer, e, antes que você perceba, se tornou auto-suficiente e dispensa a misericórdia de Deus, caindo direto em perdição.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Pare e pense

“Quando o rei Salomão terminou todo o trabalho do Templo, colocou na sala do tesouro do Templo todas as coisas que Davi, o seu pai, havia separado para o SENHOR Deus, isto é, a prata, o ouro e outros objetos.”(1Reis 7:51)
                Conforme a promessa de Deus a Davi  (2Samuel 7), Salomão, seu filho, realizou a obra de construir o Templo do Senhor em Jerusalém. Pela descrição dos capítulos 5 a 7, podemos constatar o quanto foi uma obra magnífica, e a riqueza dos detalhes revelam a inspiração divina operando naquela obra. A dedicação de Salomão, o zêlo e cuidado em realizar aquele projeto demonstram o amor a Deus que havia em seu coração, no capítulo 8 encontramos registrado o resultado dessa dedicação: “Quando os sacerdotes estavam saindo do Lugar Santo, uma nuvem encheu o Templo do SENHOR com a glória do SENHOR, e eles não puderam voltar para dentro a fim de realizar os seus atos de culto.” (1Reis 8:10 e 11)
                 Mais tarde, vemos o quanto Salomão se afastou dos caminhos do Senhor, e as consequências disso para toda a nação. Às vezes nos dias de hoje acontece algo semelhante: Pessoas iniciam algo na obra de Deus com o coração puro, separando preciosidades de suas vidas para o Senhor, e se corrompem ao longo do período, afastando-se do objetivo inicial e transformando-se num verdadeiro "Franckstein", passam a dominar seus liderados com mentiras, dissimulações, artifícios variados com o propósito de exercer domínio total e perpetuar-se no comando, buscando apenas benefício próprio, transformando o que seria uma obra de Deus, algo aonde habitaria a Glória do Senhor, numa empresa familiar e pessoal. Na tentativa de simular a presença de Deus, essas organizações passam a se comportar como um clube de serviços (Lions ou Rotary, por exemplo), travestidos de falsa religiosidade, patrocinando festas e aglomerações de fiéis incautos, inocentes criaturas cegamente guiados ao precipício espiritual da ausência total da presença de Deus. Assim como nos dias de Salomão, conhecemos as consequências...
“Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu estou contra os pastores; das suas mãos demandarei as minhas ovelhas, e eles deixarão de apascentar as ovelhas; os pastores não se apascentarão mais a si mesmos; e livrarei as minhas ovelhas da sua boca, e não lhes servirão mais de pasto. Porque assim diz o Senhor Deus: Eis que eu, eu mesmo, procurarei pelas minhas ovelhas, e as buscarei.”( Ezequiel 34: 10 e 11)

terça-feira, 25 de maio de 2010

Pare e pense

“Esperei com paciência pela ajuda de Deus, o SENHOR. Ele me escutou e ouviu o meu pedido de socorro.Tirou-me de uma cova perigosa, de um poço de lama. Ele me pôs seguro em cima de uma rocha e firmou os meus passos. Ele me ensinou a cantar uma nova canção, um hino de louvor ao nosso Deus. Quando virem isso, muitos temerão o SENHOR e nele porão a sua confiança.” (Samos 40:1 a 3)
                Davi neste Salmo de Louvor e súplica a Deus, louva por livramentos passados, se oferecendo em dedicação a Deus. Quem nunca se sentiu assim, numa cova perigosa, num poço de lama? É por demais maravilhoso perceber que Deus nos tira, sempre, de situações assim. Quando o Salmista diz “Ele me pôs seguro em cima de uma rocha e firmou os meus passos”, indica, além do livramento de Deus, um processo na vida da pessoa, onde o “firmou os meus passos” nem sempre é um processo indolor, mas necessário para o restante da caminhada. Firmar os passos, após estar seguro em cima da rocha, significa processo de fortalecimento da estrutura óssea e muscular, representa mais que uma ação única, mas um processo. (No caso de Moisés, por exemplo, durou quarenta anos no deserto, mas após esse processo, ele estava apto a liderar todo o povo na jornada para a terra prometida.).Após o processo de cura, de livramento, onde o servo de Deus declara que aprendeu inclusive um novo cântico, um hino de louvor a Deus, as demais pessoas, ao ver esse exemplo de vida, temerão e confiarão no Senhor. Esteja preparado.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Pare e pense

“Depois disto partiu Jesus para o outro lado do mar da Galiléia, também chamado de Tiberíades. E seguia-o uma grande multidão, porque via os sinais que operava sobre os enfermos.”(João 6:1 e 2)

QUAL  A  SUA  MOTIVAÇÃO?

                No texto de hoje, vemos que Jesus, após o discurso descrito nos versículos 19 a 47 do capítulo 5 de João, atravessou o Mar da Galiléia (Tiberíades), tendo sido seguido por uma grande multidão. Chama-nos a atenção neste episódio a motivação dessa grande multidão: “porque via os sinais que operava sobre os enfermos”. Em outra versão diz: “porque tinham visto os sinais que ele fazia na cura dos enfermos”.
                E você, caro leitor? Qual a sua motivação para seguir o mestre? Essa numerosa multidão, foi inclusive alimentada por Jesus, e era de quase cinco mil homens (verso 10)! Voce sempre verá uma grande multidão seguindo Jesus. São pessoas sem compromisso, que desejam apenas receber, que esperam ver sinais e prodígios, são os curiosos de plantão. As igrejas estão lotadas deles. Dentro da multidão há aqueles que têm interesses financeiros (Judas era um deles), buscando “se dar bem” com o discurso do mestre. Tenha cuidado. Saiba discernir corretamente essa grande multidão. Jesus nunca se deixou enganar por ela. Ele não trata com multidão, trata com o indivíduo. Você já se deixou tratar pelo Mestre? A mulher com fluxo de sangue rompeu com a multidão, tocou nas vestes e foi curada. O cego de Jericó, rompeu com a multidão, chamou a atenção do Mestre e recobrou a vista.
                Saida do burburinho da multidão e entre em contato direto com Jesus! Receba dEle a cura que sua alma precisa. Chega de viver seguindo a corrente! Não seja apenas um rosto a mais na multidão, seja aquele que toca nas vestes, aquele que grita por Jesus.
Pense Nisto. 

domingo, 23 de maio de 2010

Pare e pense

  Na coluna Pare e pense de hoje, reproduzo uma matéria da revista ULTIMATO, muito oportuna e atual:
O Diabo conseguiu!
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Numa das cartas do Diabo a seu aprendiz, escrita em 1942, o tentador diz o seguinte: “O que queremos mesmo, e desejamos muito, é fazer com que as pessoas tratem o cristianismo como um meio; de preferência, é claro, como um meio para o seu próprio benefício”.1

Não foi preciso esperar a chegada do terceiro milênio para descobrir que o Diabo conseguiu realizar o seu intento com o maior sucesso possível. Essa é a arma da maior parte das igrejas neopentecostais. Elas não cobram o preço do discipulado; sequer mencionam tal coisa. Porém, oferecem as vantagens da fé: pensamentos positivos, destemor, sucesso empresarial, prosperidade, bens de consumo, longevidade e seus congêneres. Curiosamente, a estratégia satânica está enchendo o mundo com novos templos cristãos, e enchendo os templos cristãos com novos fiéis. O fenômeno é tal, que vários pesquisadores estão se dedicando ao assunto e escrevendo sobre ele.

No início de agosto, o caderno “Mais!”, da “Folha de São Paulo”, publicou a análise de José Arthur Giannotti, professor emérito da Universidade de São Paulo e pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento: “O novo crente não mantém com a igreja e seus pares uma relação amorosa, não faz do amor o peso da sua existência. Sua adesão não implica conversão, total transformação do sentido de seu ser. Apenas assina um contrato integral que lhe traz paz de espírito e confiança no futuro. Em vez da conversão, mera negociação. Essa religião não parece se coadunar, então, com as necessidades de uma massa trabalhadora, cujos empregos são aleatórios e precários?”.

Menos de quinze dias depois de Giannotti, foi a vez do escritor Carlos Heitor Cony: “Grande número de igrejas se apoia na atividade carismática, fazendo ou prometendo milagres instantâneos ou a curto prazo, bastando a fé em Jesus Cristo e o pagamento do dízimo” (“FSP”, 21/08/09, E16).

As demais igrejas evangélicas querem se proteger dessa generalização e, às vezes, encontram pessoas de fora que fazem isto por elas. É o caso do ombudsman Carlos Eduardo Lins da Silva, que critica as reportagens publicadas na “Folha de São Paulo”, que “deixaram de abordar aspectos fundamentais, como quais são os traços que distinguem a IURD de outras denominações evangélicas. Isso teria ajudado a evitar a percepção de alguns leitores de que a edição permitiu confundir a IURD com as demais” (“FSP”, 23/08/09, A8).

Quando publicou as “Cartas do Diabo a seu Aprendiz”, há 67 anos, C. S. Lewis talvez não imaginou que acertaria em cheio. O Diabo conseguiu fazer as pessoas procurarem o cristianismo não em busca da justificação (aquela bênção primária que significa o perdão de Deus), mas em busca de algum proveito secular. Hoje, somos obrigados a ouvir certas pilhérias irreverentes e incômodas. Por exemplo, um guia mirim de Natal, no Rio Grande do Norte, ao apresentar a imensa catedral da Igreja Universal do Reino de Deus, disse ao turista: “Esta é a Casa da Moeda daqui...” (“O Globo”, 22/08/09, 24). A “Folha de São Paulo” (13/08/09) publicou no “Painel do leitor” a carta de Victor Medeiros do Paço: “Os fiéis que contribuem com o dízimo vão para o paraíso celeste, já os dízimos vão para os paraísos fiscais”. O próprio Carlos Heitor Cony também faz uma piada: “Maomé terminou rico, tão rico como o Sr. Edir Macedo, só que não vendia espaço na televisão, mas camelos”.

Contudo, assim como a sociedade brasileira precisa separar o trigo (as igrejas seriamente comprometidas com o evangelho) do joio (as igrejas comprometidas com o mercado da fé), os evangélicos e o povo em geral precisam separar a bem fundada e desinteressada crítica ao movimento neopentecostal da crítica motivada por interesses simplesmente empresariais. Por exemplo, o seriado que a Globo está gravando em Salvador conta a história de alguém que depois de se converter ao evangelho decide fundar a Igreja Evangélica do Tremor Divino e passa a desviar parte dos dízimos em benefício próprio (“FSP”, 19/08/09, E8).


Nota
1. Um Ano com C. S. Lewis, p. 51 (Editora Ultimato).
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Rev. Flavio Zechetti
 | Caxias Do Sul – RS
Infelizmente estes absurdos marcam o nosso tempo. A pluralidade e o egocentrismo se confundem e resultam num desvio terrível da verdadeira mensagem evangélica. Pastores preocupados com sua projeção pessoal, preservam seus membros (e de fato os vêem como sua propriedade e fonte de lucro) a qualquer custo e vendem suas almas ao diabo prometendo o que Cristo nunca prometeu. Esquecem-se da primeira mensagem: "arrependei-vos"; e extrapolam na mensagem contemporânea: "receba!". Lamentavelmente os verdadeiros crentes são poucos, mas lovado seja Deus pelo remanescente fiel. Maranata! Vem Senhor Jesus!
http://www.ultimato.com.br/imagens/post.gif Postado em 10/01/2010 às 13:40:50

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