Para ler NO Deserto

“Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia; porque tu ouviste, naquele dia, que estavam ali os anaquins, bem como cidades grandes e fortificadas. Porventura o Senhor será comigo para os expulsar, como ele disse.”(Josué 14:12)

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sábado, 5 de junho de 2010

Pare e pense

Na coluna PARE E PENSE de hoje, permita-me simplesmente reproduzir a postagem abaixo, por sua relevância e por ser a exata descrição de algo que infelizmente está se tornando tão comum nos dias atuais. PENSE NISTO:



Por Levi Bronzeado

Dessa vez ele não resistiu. Disse para si mesmo: “hoje eu saio dessa prisão”. O cárcere do sentir-se culpado e amedrontado por tudo o que tinha praticado desde a sua mocidade constituía-se em sua maior e tormentosa treva. Na sua imaginação, o que o mantinha ainda vivo, eram as penitências que realizava para expiar uma culpa, que a cada dia aumentava mais, tal qual uma bola de neve.

Tinha ouvido por diversas vezes, através do rádio, em praças públicas, nas feiras, nos templos, os pastores falarem: “Deus é amor, Ele já fez tudo por você”. “Ele carregou todas as tuas culpas na cruz do calvário” “Se aceitá-Lo você estará liberto do fardo da culpa”.

Continuava sem entender como expiar tantas culpas que carregava consigo, sem dar em troca algo de si a Deus.

Procurou uma igreja para se congregar.
Enfim ─ disse ele ─, irei provar dessa libertação que não está associada a nenhuma sorte de sacrifício.

Por cinco anos conseguira muitas amizades e um bom relacionamento no meio religioso em que sem muitos problemas foi inserido. Galgara alguns postos na hierarquia da igreja. Vivia um trabalho tão intenso que raramente tinha tempo para fazer uma reflexão, ou uma retrospectiva sobre toda a transformação que vinha vivenciando.

Apreciava sempre em seus sermões, historiar como tinha sido a sua conversão: "Logo na primeira semana de crente ─ dizia enfronhadamente ─, tinha feito as suas maiores renúncias: jogado fora o cigarro, o baralho, deixado de beber e farrear até altas horas da noite.


Decorridos dez anos de atividade eclesiástica, ele tinha se acostumado a uma frenética rotina, que denominava de “divina”. Não perdia um culto. Sentia-se como se estivesse sendo cobrado por Deus quando por algum motivo perdia as reuniões na sua igreja. Foi por esse tempo que começou a se dedicar ao exercício da meditação em suas madrugadas insones.

Certa vez, em uma de suas profundas reflexões, chegara até pensar que não era um convertido, isto é, que não tinha nascido de novo. Mas, nessas ocasiões em que a dúvida sorrateiramente assomava a sua alma, algo em si dizia: “Se deixaste de fumar, de beber é porque és um crente”. Ele então se acalmava.

Na verdade, em suas horas de desvelamento, ele já vinha vislumbrando que algo não estava batendo com o verdadeiro evangelho de Cristo.
Primeiro ele notou que a igreja estava com dois tipos de pregações: para “os de fora”, ela tinha um espécie de sermão evangelístico tipo “Deus te ama”, “Deus te aceita do jeito que estás”. Para “os de dentro”, os sermões eram quase sempre ameaças doutrinárias, tipo: “Cuidado irmão! Deus é fogo consumidor”; eram ordens e mais ordens: “não faça assim, Deus pode requerer”.

Foi então por esse tempo, que ele descobrira a razão de sua tão alta ansiedade. Vivia se mortificando, se sacrificando cada vez mais, à medida que se achava culpado por não ter alcançado aquela virtude que ainda lhe faltava. Chegava a orar por horas seguidas, intercaladas por dois ou três dias de jejum durante a semana.

Na sua visão atrofiada pela neurose eclesiástica, agora, ele não via só dez mandamentos, via mais de trinta, requerendo dele mais esforço, mais empenho, mais desprendimento. Ele ainda não acordara para entender que aquilo que pensava que era amor, na verdade, era apenas uma artificialidade com seu rol de aspectos exteriores. Aquela preocupação doentia em produzir para Deus, não passava de outro tipo de escravidão.

Para completar o quadro, ele começou a sentir medo, medo de errar, medo de tomar decisões erradas. Algumas vezes, o que surgia em sua imaginação o deixava ainda mais culpado e tenso. Perguntava constantemente para si mesmo: “Crente pode isso?” “É pecado tal coisa?”. Começou a se cobrar mais. Era tão intensa a sua vida espititual, que já não tinha nem mais tempo para o lazer com sua esposa e filhos. Achava-se tão culpado que sentia como se a ira de Deus estivesse pesando sobre sua cabeça.

Quanto mais ouvia sermões de admoestações, mais longe ficava da imagem perfeita de Deus. Por não poupar os seus erros, o sentimento de culpa ia lhe sufocando mais, a cada dia que passava. O ritual, mesmo que meticulosamente por ele executado, não era suficiente para trazer paz a sua consciência embotada pela necessidade premente de práticas expiatórias.

Ele agora se via naquela figura temerosa de criança, recebendo ordens severas do pai. Sua vida de crente parecia mais a de uma criança adotada e insegura.

Talvez, um dia, quem sabe, ele viesse a ter consciência de que as suas práticas religiosas, não passavam de uma penitência inútil pelos erros cometidos em sua vida pregressa. Um dia, talvez, ele pudesse despertar da letargia religiosa que o prendera em uma outra prisão que, tal qual a de antes o tinha condenado a viver de sacrifício em sacrifício, tentando apagar uma culpa, que só Cristo como verdadeiro amigo e irmão poderia redimi-lo.

“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8 : 36)


sexta-feira, 4 de junho de 2010

Pare e pense

“Eu estarei com você e o protegerei em todos os lugares aonde você for. E farei com que você volte para esta terra. Eu não o abandonarei até que cumpra tudo o que lhe prometi.  Quando Jacó acordou, disse assim: De fato, o SENHOR Deus está neste lugar, e eu não sabia disso.” (Gênesis 28:15 a 16)
                Sinta a presença de Deus. Jacó havia acabado de enganar seu pai e irmão, usurpando o direito a primogenitura. Estava em plena fuga, indo esconder-se em casa de parentes na terra de Harã. Mas Deus sempre tem um plano, e a vida de Jacó nunca mais seria a mesma depois deste encontro, onde Deus reafirmou sua aliança com Abraão e sua descendência. Talvez Jacó estivesse se sentindo só e desamparado, e assim, sozinho e tendo uma pedra por travesseiro, sentiu a presença de Deus. Ele mesmo declara em seguida: De fato, Deus está neste lugar, e eu não sabia disso. E você, tem consciência da presença constante de Deus? Ou como Jacó, imagina Ele um ser distante, quase inatingível? Sinta HOJE a presença de Deus!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Pare e pense

“É preciso fazer com que eles parem de falar, pois estão atrapalhando famílias inteiras por ensinarem o que não devem, com a intenção vergonhosa de ganhar dinheiro. Foi justamente um deles, um profeta da ilha de Creta, quem disse: “Os cretenses só dizem mentiras. São como animais selvagens, são uns preguiçosos que só pensam em comida.” E ele tinha razão quando disse isso. Portanto, você tem de repreender duramente esses falsos mestres para que sejam sadios na fé e parem de dar atenção a histórias inventadas por judeus e a ensinamentos humanos que vêm de pessoas que rejeitam a verdade. Tudo é puro para os que são puros; mas nada é puro para os impuros e descrentes, pois a mente e a consciência deles estão sujas. Eles dizem que conhecem a Deus, mas o que eles fazem mostra que isso não é verdade. Estão cheios de ódio, são rebeldes e não são capazes de fazer nenhuma coisa boa.!” (Tito 1:11 a 16 NTLH)
                O apóstolo Paulo escreve a Tito, exortando sobre certos cuidado quanto a “líderes” que ensinavam doutrinas, pregavam coisas "inventadas por judeus e ensinamentos humanos”, com a “intenção vergonhosa de ganhar dinheiro”. Incrível como quase dois mil anos depois esse texto parece ser sido escrito para certos líderes da atualidade, não?
                Quer um exemplo? Estamos nos aproximando do período do ano em que ocorre em muitas regiões do Brasil as chamadas “festas Juninas”, essa manifestação do folclore brasileiro que faz parte de nossa história e cultura. Muitas igrejas evangélicas aproveitam para realizar “festas caipiras”, “arraiá gospel”, e muitos outros nomes, utilizando desses eventos para evangelizar, interagir com a população local dando testemunho de que o dono da festa é o Senhor Jesus, e não há outro. Essas festas têm impactado vidas, levando muitas pessoas aos pés de Cristo, apresentando uma igreja que sai de suas portas e participa da comunidade com brincadeiras, pipoca, pé-de-moleque, danças típicas e tantas coisas mais, com singeleza de coração e atingindo o objetivo de levar o evangelho.
                Lindo, não? Pois bem, eu mesmo participei de uma igreja onde os donos (pastores que a governavam com mão de ferro), sequer aceitavam falar sobre o assunto, ensinando que tais festas estavam cheias de demônios, praticas satanistas, que isso “atrai maldição”. Pessoas que se notassem algum objeto de decoração na casa de um crente incauto, como uma estatueta, um simples objeto de arte sem nenhuma conotação religiosa, já amedrontavam falando em objeto contaminado, demônios, abrir brechas para maldições, e uma infinidade de superstições gospel. Lembrei-me desse texto da meditação de hoje, pois trata exatamente disso. São líderes que mantém seus liderados como reféns psicológicos de suas manobras pseudo-cristãs, com o propósito de ganhar dinheiro, mantendo-os em constante vigília pois o menor gesto pode dar “legitimidade ao inimigo”para atacar a sua vida. Lembro-me até de um dia quando levantou-se uma questão na igreja sobre uma tal cruz invertida, que algum engenheiro de uma fábrica multinacional de motocicletas no Japão, inseriu em todas as motos fabricadas por eles, como parte de um acordo maligno com o próprio capeta, em troca de prosperidade para ele, de maneira que todas as motocicletas com a tal cruz invertida teriam sido oferecidas ao diabo nesse famigerado e cinematográfico acordo obscuro com o pai da mentira.
                Era um terreno fértil para a ação de líderes daquela espécie, insuflando ainda mais medo na população gospel menos esclarecida. O triste foi saber de tantos irmãos que correram às oficinas para retirar a tal cruz invertida, que encontrava-se escondida sob o farol. Ao me perguntarem se eu já havia tirado a tal cruz de minha moto, eu respondi que, ao adquirir a moto, passei ter o domínio sobre ela, e como consagro o que eu sou e o que eu tenho ao Senhor, é ilógico ficar neuroticamente procurando amuletos pagãos escondidos pelo fabricante. LIBERTE-SE meu irmão! Se você é nascido de novo, LIBERTE-SE das amarras da superstição, não permita que falsos líderes venham te colocar “cabresto”, fazendo de você, uma vez liberto por Jesus, novamente cativo de regras sem sentido, medos injustificáveis e sem amparo Bíblico. PENSE NISTO
                Quero concluir com outro texto, que li na revista ULTIMATO (www.ultimato.com.br), nr.324: 
 O testemunho de conversão de Paulo ganha muito mais realce na Nova Tradução na Linguagem de Hoje: “Eu “era” fariseu... Eu “era” tão fanático, que persegui a Igreja” (Fp 3.5-6).




          Lembrar a sua militância dentro do partido religioso e político dos fariseus foi um ato de extrema coragem de Paulo. Jesus denunciou essa seita judaica com grande veemência, principalmente num dos seus últimos discursos. No capítulo 23 de Mateus, ele os chama abertamente de hipócritas sete vezes. Os fariseus explicam a lei de Moisés, mas “não fazem o que ensinam” (v. 3). Amarram fardos pesados nas costas dos outros, mas não os ajudam “nem ao menos com um dedo a carregar esses fardos” (v. 4). Copiam e amarram na testa e nos braços trechos das Sagradas Escrituras só para serem notados pelos outros (v. 5). Adoram ser tratados com respeito e chamados de mestres nos espaços públicos (v. 7). Trancam a porta do reino do céu, não entram “nem deixam que entrem os que estão querendo entrar” (v. 13). Exploram as viúvas, roubam-lhes os bens e, “para disfarçarem, fazem longas orações” (v. 14). Atravessam os mares e viajam por todas as terras fazendo proselitismo e, quando alguém se converte, “tornam essa pessoa duas vezes mais merecedora do inferno” do que eles mesmos (v. 15). Ensinam uma porção de coisas inexatas, dão o dízimo até da erva-doce, “mas não obedecem aos mandamentos mais importantes da lei” (v. 23) e têm o vício de coar mosquitos e engolir um camelo (v. 24). O pior de tudo é que os fariseus fazem questão de lavar o copo e o prato só por fora, deixando dentro deles as coisas que “conseguiram pela violência e pela ganância” (v. 25). Ao dizer que os fariseus eram “como túmulos pintados de branco, que por fora parecem bonitos, mas por dentro estão cheios de ossos e podridão” (v. 27), Jesus poderia ter usado o dito popular “Por fora, bela viola; por dentro, pão bolorento” ou o seu correspondente “Por fora, muita farofa; por dentro, não tem miolo”. (leia a continuação dessa excelente matéria em http://www.ultimato.com.br/?pg=show_artigos&artigo=2633&secMestre=2639&sec=2655&num_edicao=324


quarta-feira, 2 de junho de 2010

Pare e pense

“Então os seus empregados foram até o lugar onde ele estava e disseram: — Se o profeta mandasse o senhor fazer alguma coisa difícil, por acaso, o senhor não faria? Por que é que o senhor não pode ir se lavar, como ele disse, e ficar curado? Então Naamã desceu até o rio Jordão e mergulhou sete vezes, como Eliseu tinha dito. E ficou completamente curado. A sua carne ficou firme e sadia como a de uma criança.  Depois ele voltou com todos os seus homens até o lugar onde Eliseu estava e disse: — Agora eu sei que no mundo inteiro não existe nenhum deus, a não ser o Deus de Israel.” (2Reis 5:13 a 15)
                Naamã era comandante do exército da Síria, segundo a versão Revista e Atualizada, “era ele herói da guerra, porém leproso.” Imagine esse comandante, em seu magnífico traje de gala, sendo recebido em festa pela multidão de seu país, um herói de guerra! Porém, por baixo da elegante e impecável roupa, havia um homem comido pela lepra. Quantas pessoas hoje vivem da mesma maneira que Naamã? Ostentam uma máscara de perfeição, e por baixo, comidos pela lepra do pecado? Naamã precisou se sentir humilhado diante desse Deus para receber a cura de sua lepra, declarando que não existe deus, a não ser esse maravilhoso Deus! Como está sua vida diante de Deus? Você pode usar máscaras diante das pessoas, pode aparentar perfeição e usar de seu "status", mas saiba que Deus não se engana, por mais que você tente, sem Jesus em transformando seu coração, você não passa de um leproso mascarado.
Pense Nisto

terça-feira, 1 de junho de 2010

DICA DE LEITURA

  
DICA DE LEITURA – O AMOR TUDO VENCE

Abaixo, uma entrevista do autor do livro "O Amor Tudo Vence", Kades, um empresário cristão de 32 anos. Não apenas uma dica de leitura, mas uma sugestão de presente para o dia dos namorados.
1- Kades, por que escolheu esse tema?
Penso que seja algo necessário em nosso meio. Minha intenção com esse livro é a de lembrar as pessoas sobre o quão forte é o Amor. Não o amor que vemos na novela da TV, ou na música sertaneja que toca no rádio, mas sim o Amor que une as pessoas de forma espiritual.

Quero deixar as pessoas animadas com a idéia de que o Amor Verdadeiro existe e é algo digno de ser vivido e lutado. Um conhecido poeta disse certa vez que o “mal do século é a solidão”, isso fortalece a idéia de que ninguém é feliz sozinho. A Bíblia diz que Deus criou o homem e viu que não era bom que o homem vivesse só, então criou uma companheira para o homem e ai começou a maior “experiência de todas” (risos) e que fica muito clara no casamento. Em meu livro eu também quis abordar e oferecer respostas para as seguintes perguntas:

É possível ser feliz em um relacionamento?
É possível cultivar um amor que resista ás adversidades da vida?
O que fazer quando a pessoa que amamos sofre?

2- É difícil encontrar o amor verdadeiro?
Não, mediante a paciência e perseverança. Mas é preciso saber que o amor verdadeiro não é só “um encontro” é também uma promessa de Deus para nós. Lembro que certa vez meu pai na fé me disse “ Kades , hoje o maior testemunho para a sociedade é um cristão vivendo uma vida feliz no casamento “ . Hoje eu entendo isso e concordo com ele .

3- Existe "fórmula" para casamento feliz?
Em ‘O Amor tudo Vence’ eu falo sobre compreensão e a importância de ter um ao outro principalmente em momentos difíceis na vida do cônjuge. Diálogo e amizade entre o casal são de total importância para a felicidade em um casamento.

4- Que conselho daria aos jovens sobre namoro?

Peço que eles leiam o capitulo “O Maior Mistério é não haver mistério algum” e “Escale a sua montanha” que falam sobre decepções amorosas que precisam ser vencidas para assim viver em plenitude o amor verdadeiro. Também é um alerta aos jovens namorados ou noivos para não entrar em um casamento presos á relacionamentos frustrados do passado e que muitas vezes estão ligados á dor, traição, mentiras e rejeições. É preciso se livrar dessas cargas do passado e então partir para uma nova vida de alegrias e realizações.

5-O amor é marca (pelo menos deveria ser) dos cristãos. Qual o maior desafio de amor para os cristãos atuais? 
O tempo, com certeza. Infelizmente o individualismo tomou conta de nós cristãos e muitos de nós vivemos pensando que o mundo gira ao redor de nosso umbigo e com isso nos fechamos para as coisas que Jesus nos chamou. As pessoas não têm mais tempo para evangelizar, levar os filhos no parquinho ou levar a esposa para jantar fora, é como se estivéssemos concorrendo uns com os outros, isso às vezes é muito visível nas igrejas.
A grande verdade é que as pessoas acabam se concentrando em juntar dinheiro, trocar de carro ou conseguir um emprego melhor e acabam deixando de lado as pequenas coisas que fazem um sentido verdadeiro, como abraçar um filho, beijar a esposa, dar uma caminhada na praia no fim do dia, acordar bem cedo e ver o dia nascer e agradecer á Deus por mais um chance de ser feliz de verdade. Precisamos amar o que é bom e deixar de lado tudo o que nos deixa mais distante da família que é nosso primeiro campo missionário.

6-Você pode compartilhar uma das histórias de "O Amor Tudo Vence" conosco?

Todos nós amamos ler histórias, porém nada é mais lindo que as histórias de amor, então o que fiz foi juntar em meu livro algumas dessas histórias reais em que casais vencem as adversidades da vida com amor, companheirismo, esperança e fé. São histórias lindas de pessoas que superaram juntas a perda de um filho, uma doença grave, o preconceito e a depressão.

Uma dessas lindas histórias de superação é a de um casal português chamado Emilio e Maria (troquei os nomes) que entraram para a história de um país.
“Foi um dia após o seu aniversario de 41 anos que ela descobriu, estava com Insuficiência renal aguda. Lembro daquele dia em que ela chegou, estacionou o carro na garagem e foi diretamente ao quarto. Pude ouvir seu choro e foi então que me contou sobre o diagnostico.

Essas são as palavras de Emilio, português de 43 anos casado á 21 anos com Maria; ambos protagonizaram uma das mais belas histórias de amor e coragem e que emocionou toda Portugal.

Diagnosticada com Insuficiência renal, Maria precisava de um rim para que pudesse viver. Toda a sua família fez os testes para uma possível doação, porem nenhum deles era compatível.

Segundo as leis portuguesas, somente parentes com grau de parentesco até terceiro grau é que poderiam ser doadores, portanto quando seu marido descobriu que poderia ser o doador compatível logo foi avisado que tal ato era “contra a lei”, sendo impedido de imediato.

Decidido á ver a dor de sua amada chegar ao fim, Emilio conheceu as dificuldades e burocracias enfrentadas por quem precisa de um transplante. Lutou por mais de um ano para que a lei mudasse e para que ele fosse aprovado como doador do rim que sua esposa tanto precisava para viver.
Sua atitude abriu o precedente e derrubou a lei que impedia esposos e esposas de serem doadores e em 13 de fevereiro de 2008 sua esposa recebeu o seu rim, sendo esse o primeiro transplante entre pessoas vivas em que o doador doa um órgão para o próprio cônjuge.

Doador e Receptor se recuperaram rapidamente e Maria hoje vive graças a atitude de amor de seu esposo que foi capaz de entregar um pedaço de si mesmo para que ela vivesse livre da dor e da doença.
Portugal todo acompanhou a luta desse casal e sua história revelou á todo o país a face do verdadeiro amor entre duas pessoas.”

7-O livro está a venda em todo o Brasil?
O livro foi lançado pela editora Oxigênio Books que é uma editora voltada somente aos novos autores nacionais. O livro pode ser adquirido em várias lojas em todo o Brasil, mas caso queiram saber mais sobre o Amor Tudo Vence acesse: www.oxigenioonline.com/ oxigeniobooks

Leiam o livro e me escrevam contando suas experiências.

Agradeço a Deus que inventou o amor, obrigada Senhor!
A Kades, autor do livro pela entrevista e inspiração.

Por: Wilma Rejane,

Pare e pense

“Ali ele entrou numa caverna para passar a noite, e, de repente, o SENHOR Deus lhe perguntou: — O que você está fazendo aqui, Elias? Ele respondeu: — Ó SENHOR, Deus Todo-Poderoso, eu sempre tenho servido a ti e só a ti. Mas o povo de Israel quebrou a sua aliança contigo, derrubou os teus altares e matou todos os teus profetas. Eu sou o único que sobrou, e eles estão querendo me matar! O SENHOR Deus disse: — Saia e vá ficar diante de mim no alto do monte.” (1Reis 19:09 a 11)
                Elias, após o episódio do desafio aos profetas de Baal, fugiu de Jezabel, entrando numa caverna, visívelmente deprimido. Quantas vezes em nossas vidas experimentamos esse sentimento? Parece que tudo a nossa volta está ruindo, e tudo o que queremos é “nos esconder numa caverna”. Mas Deus diz: ”Saia e vá ficar diante de mim no alto do monte!” Coloque-se diante de Deus, caro leitor. E saia da caverna em nome de Jesus, partindo para o alto do monte, que é o local aonde Deus vai lhe mostrar a sua Glória. Elias era humano e falho, como todos nós, mas sempre colocava-se diante de Deus.Sentindo-se abatido, injustiçado, perseguido? O melhor lugar nesta hora é estar diante de Deus! Não adote postura hipócrita nem coloque máscaras como muitos pseudo-evangélicos o fazem nos dias de hoje, pois sentem a necessidade de sempre aparentar que tudo vai bem, mas seja sincero com o Senhor. Desabafe com Ele, com certeza você será consolado e ficará maravilhado com o que Deus vai te revelar, pois, como diz o apóstolo Paulo: "Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte." (2Coríntios 12:10)
                    PENSE NISTO
                 

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Pare e pense

Tudo posso naquele que me fortalece (Filipenses 4:13)
Hoje quero convidar você a uma releitura desse famoso versículo da Palavra de Deus, muito utilizado no meio evangélico, inclusive como um “amuleto” aonde o sentido que se quer dar é de que posso vencer, posso ter aquele carro novo, posso receber aquela promoção, etc. Mas não é bem isso o que a bíblia diz. Na versão NTLH esse mesmo texto está assim: “Com a força que Cristo me dá, posso enfrentar qualquer situação.”
Dito assim de forma isolada, ainda dá para se interpretar daquela forma não é? E até não está errado, pois é isso mesmo que o texto diz, só que diz mais, e essa parte nos esquecemos que está embutida no pacote. Vamos ao texto que antecede essa maravilhosa declaração do apóstolo Paulo? Filipenses 4: 11 e 12à “Não estou dizendo isso por me sentir abandonado, pois aprendi a estar satisfeito com o que tenho. Sei o que é estar necessitado e sei também o que é ter mais do que é preciso. Aprendi o segredo de me sentir contente em todo lugar e em qualquer situação, quer esteja alimentado ou com fome, quer tenha muito ou tenha pouco.“ Paulo escrevia aos crentes de Filipos, escrevia da cadeia, encarcerado. A igreja de Filipos foi fundada por Paulo, e eles tinham uma ligação muito próxima, sendo que esses irmãos já haviam ofertado na vida de Paulo em pelo menos duas ocasiões (4:16), e agora, ao saberem de sua prisão, enviaram um irmão com outra oferta. A Carta aos Filipenses é o agradecimento de Paulo por essa generosidade.
Diante desses esclarecimentos, vamos novamente ao texto? Paulo, que estava atravessando período de grande provação e deserto, escrevia aos irmãos Filipenses, dando seu testemunho de que havia paz em seu coração, e essa mesma paz deveria estar em seus corações (4:9). No verso dez Paulo declara que ficou muito alegre com o cuidado que esses irmãos demonstraram, ressalvando que essa alegria não era pelo dinheiro, “pois aprendi a estar satisfeito com o que tenho”, Paulo aprendeu (com o Senhor) “o segredo de me sentir contente em todo lugar e em qualquer situação”. Daí ele declarar que tanto pode estar necessitado, como ter em abundância; tanto bem alimentado, suprido, quanto passar fome, necessidades; tanto possuir muitas coisas e conforto, como possuir muito pouco. Aí então Paulo registra a frase que se tornou tão famosa em sua versão Revista e corrigida, estampada em adesivos, imas de geladeira, decorada por tantas pessoas como um amuleto da sorte: “TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE”.
Realmente caro leitor, aquele que é plantado na Videira Verdadeira, o cristão nascido de novo pode e deve declarar isso diariamente. Mas faça isso com o verdadeiro sentido que a Bíblia apresenta: TUDO POSSO: Posso vencer e posso perder;  posso ser promovido e posso ser preterido na promoção; posso ter aquele super carro novo e posso até perder tudo; posso ter status, ser reconhecido e posso deixar de ter status e ser difamado injustamente; posso estar num banquete no melhor restaurante da cidade, e posso estar sem dinheiro sequer para comer uma salgadinho; pois “TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE”.
Voce compreende? Consegue “Aprender o segredo de me sentir contente em todo lugar e em qualquer situação”(Filipenses 4:12)?
PENSE NISTO

domingo, 30 de maio de 2010

Pare e pense

 “Cuidado com os falsos profetas! Eles chegam disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos selvagens.  Vocês os conhecerão pelo que eles fazem. Os espinheiros não dão uvas, e os pés de urtiga não dão figos. Assim, toda árvore boa dá frutas boas, e a árvore que não presta dá frutas ruins. A árvore boa não pode dar frutas ruins, e a árvore que não presta não pode dar frutas boas.”(Mateus 7:15 a 18)
“Deve ser um bom chefe da sua própria família e saber educar os seus filhos de maneira que eles lhe obedeçam com todo o respeito.  Pois, se alguém não sabe governar a sua própria família, como poderá cuidar da Igreja de Deus?”1Timóteo 3:4 e 5
                Preste atenção, caro leitor. Quero que você observe atentamente como seu líder espiritual governa a sua casa, atentando para o testemunho de seus filhos. A Bíblia nos diz para termos cuidado com os falsos profetas, observando seus frutos, e em Timóteo, nos exorta a avaliar aqueles que governam a igreja sobre saber educar seus filhos.
                Cito como exemplo o pastor Protásio Caetano (Sal da Terra Ituiutaba), verdadeiro homem de Deus, suas filhas todas são pastoras na igreja, com liderança real em inúmeros ministérios. São frutos que podemos ver e comprovar, o que dá testemunho dos bons frutos gerados dessa árvore plantada na videira verdadeira. Pregador incessante, levou sua família (pais, irmãos) ao evangelho de Cristo.
                Porém, sabemos que nem todos os pastores são assim. Eu mesmo já conheci pastor que, mesmo com apenas dois filhos, não conseguia sequer envolvê-los nos trabalhos da igreja. Um quase não freqüenta, e quando ia, sentava-se no último banco para ficar jogando videogame. Outro, estando na igreja, preferia ocupar-se em rodinhas de conversa durante os cultos, do que ouvir a pregação ministrada por seu pai. Por que será? Alguns sequer conseguem evangelizar a própria família, vendo seus pais e irmãos morrerem sem conhecer o evangelho de Cristo, partindo para a eternidade sem salvação.
                Minha exortação de hoje é para que analisemos sempre aqueles que são nossos pastores. Se a pessoa não consegue evangelizar seus pais, irmãos ou mesmo filhos, creio que não podemos chamar de “bom chefe de família”(1Timóteo 3:4), carecendo de uma análise correta quanto aos seus verdadeiros propósitos em querer governar a casa de Deus.
                                        Pense Nisto

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