Para ler NO Deserto

“Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia; porque tu ouviste, naquele dia, que estavam ali os anaquins, bem como cidades grandes e fortificadas. Porventura o Senhor será comigo para os expulsar, como ele disse.”(Josué 14:12)

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quinta-feira, 3 de junho de 2010

Pare e pense

“É preciso fazer com que eles parem de falar, pois estão atrapalhando famílias inteiras por ensinarem o que não devem, com a intenção vergonhosa de ganhar dinheiro. Foi justamente um deles, um profeta da ilha de Creta, quem disse: “Os cretenses só dizem mentiras. São como animais selvagens, são uns preguiçosos que só pensam em comida.” E ele tinha razão quando disse isso. Portanto, você tem de repreender duramente esses falsos mestres para que sejam sadios na fé e parem de dar atenção a histórias inventadas por judeus e a ensinamentos humanos que vêm de pessoas que rejeitam a verdade. Tudo é puro para os que são puros; mas nada é puro para os impuros e descrentes, pois a mente e a consciência deles estão sujas. Eles dizem que conhecem a Deus, mas o que eles fazem mostra que isso não é verdade. Estão cheios de ódio, são rebeldes e não são capazes de fazer nenhuma coisa boa.!” (Tito 1:11 a 16 NTLH)
                O apóstolo Paulo escreve a Tito, exortando sobre certos cuidado quanto a “líderes” que ensinavam doutrinas, pregavam coisas "inventadas por judeus e ensinamentos humanos”, com a “intenção vergonhosa de ganhar dinheiro”. Incrível como quase dois mil anos depois esse texto parece ser sido escrito para certos líderes da atualidade, não?
                Quer um exemplo? Estamos nos aproximando do período do ano em que ocorre em muitas regiões do Brasil as chamadas “festas Juninas”, essa manifestação do folclore brasileiro que faz parte de nossa história e cultura. Muitas igrejas evangélicas aproveitam para realizar “festas caipiras”, “arraiá gospel”, e muitos outros nomes, utilizando desses eventos para evangelizar, interagir com a população local dando testemunho de que o dono da festa é o Senhor Jesus, e não há outro. Essas festas têm impactado vidas, levando muitas pessoas aos pés de Cristo, apresentando uma igreja que sai de suas portas e participa da comunidade com brincadeiras, pipoca, pé-de-moleque, danças típicas e tantas coisas mais, com singeleza de coração e atingindo o objetivo de levar o evangelho.
                Lindo, não? Pois bem, eu mesmo participei de uma igreja onde os donos (pastores que a governavam com mão de ferro), sequer aceitavam falar sobre o assunto, ensinando que tais festas estavam cheias de demônios, praticas satanistas, que isso “atrai maldição”. Pessoas que se notassem algum objeto de decoração na casa de um crente incauto, como uma estatueta, um simples objeto de arte sem nenhuma conotação religiosa, já amedrontavam falando em objeto contaminado, demônios, abrir brechas para maldições, e uma infinidade de superstições gospel. Lembrei-me desse texto da meditação de hoje, pois trata exatamente disso. São líderes que mantém seus liderados como reféns psicológicos de suas manobras pseudo-cristãs, com o propósito de ganhar dinheiro, mantendo-os em constante vigília pois o menor gesto pode dar “legitimidade ao inimigo”para atacar a sua vida. Lembro-me até de um dia quando levantou-se uma questão na igreja sobre uma tal cruz invertida, que algum engenheiro de uma fábrica multinacional de motocicletas no Japão, inseriu em todas as motos fabricadas por eles, como parte de um acordo maligno com o próprio capeta, em troca de prosperidade para ele, de maneira que todas as motocicletas com a tal cruz invertida teriam sido oferecidas ao diabo nesse famigerado e cinematográfico acordo obscuro com o pai da mentira.
                Era um terreno fértil para a ação de líderes daquela espécie, insuflando ainda mais medo na população gospel menos esclarecida. O triste foi saber de tantos irmãos que correram às oficinas para retirar a tal cruz invertida, que encontrava-se escondida sob o farol. Ao me perguntarem se eu já havia tirado a tal cruz de minha moto, eu respondi que, ao adquirir a moto, passei ter o domínio sobre ela, e como consagro o que eu sou e o que eu tenho ao Senhor, é ilógico ficar neuroticamente procurando amuletos pagãos escondidos pelo fabricante. LIBERTE-SE meu irmão! Se você é nascido de novo, LIBERTE-SE das amarras da superstição, não permita que falsos líderes venham te colocar “cabresto”, fazendo de você, uma vez liberto por Jesus, novamente cativo de regras sem sentido, medos injustificáveis e sem amparo Bíblico. PENSE NISTO
                Quero concluir com outro texto, que li na revista ULTIMATO (www.ultimato.com.br), nr.324: 
 O testemunho de conversão de Paulo ganha muito mais realce na Nova Tradução na Linguagem de Hoje: “Eu “era” fariseu... Eu “era” tão fanático, que persegui a Igreja” (Fp 3.5-6).




          Lembrar a sua militância dentro do partido religioso e político dos fariseus foi um ato de extrema coragem de Paulo. Jesus denunciou essa seita judaica com grande veemência, principalmente num dos seus últimos discursos. No capítulo 23 de Mateus, ele os chama abertamente de hipócritas sete vezes. Os fariseus explicam a lei de Moisés, mas “não fazem o que ensinam” (v. 3). Amarram fardos pesados nas costas dos outros, mas não os ajudam “nem ao menos com um dedo a carregar esses fardos” (v. 4). Copiam e amarram na testa e nos braços trechos das Sagradas Escrituras só para serem notados pelos outros (v. 5). Adoram ser tratados com respeito e chamados de mestres nos espaços públicos (v. 7). Trancam a porta do reino do céu, não entram “nem deixam que entrem os que estão querendo entrar” (v. 13). Exploram as viúvas, roubam-lhes os bens e, “para disfarçarem, fazem longas orações” (v. 14). Atravessam os mares e viajam por todas as terras fazendo proselitismo e, quando alguém se converte, “tornam essa pessoa duas vezes mais merecedora do inferno” do que eles mesmos (v. 15). Ensinam uma porção de coisas inexatas, dão o dízimo até da erva-doce, “mas não obedecem aos mandamentos mais importantes da lei” (v. 23) e têm o vício de coar mosquitos e engolir um camelo (v. 24). O pior de tudo é que os fariseus fazem questão de lavar o copo e o prato só por fora, deixando dentro deles as coisas que “conseguiram pela violência e pela ganância” (v. 25). Ao dizer que os fariseus eram “como túmulos pintados de branco, que por fora parecem bonitos, mas por dentro estão cheios de ossos e podridão” (v. 27), Jesus poderia ter usado o dito popular “Por fora, bela viola; por dentro, pão bolorento” ou o seu correspondente “Por fora, muita farofa; por dentro, não tem miolo”. (leia a continuação dessa excelente matéria em http://www.ultimato.com.br/?pg=show_artigos&artigo=2633&secMestre=2639&sec=2655&num_edicao=324


Um comentário:

  1. Calebe, Paz...
    Parabéns pelo seu trabalho evanglístico neste blog. Continue...

    Estou te seguindo e te convido a também conhecer o meu blog. Link de acesso:
    http://wwwteologiavivaeeficaz.blogspot.com/

    Att.

    F. A. Netto

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