Para ler NO Deserto

“Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia; porque tu ouviste, naquele dia, que estavam ali os anaquins, bem como cidades grandes e fortificadas. Porventura o Senhor será comigo para os expulsar, como ele disse.”(Josué 14:12)

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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

SERÁ QUE ALGUÉM PENSA NO ANIVERSARIANTE?

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

CUIDADO COM A PROPAGANDA ENGANOSA

CUIDADO COM A PROPAGANDA ENGANOSA

 “Cuidado com os falsos profetas! Eles chegam disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos selvagens.  Vocês os conhecerão pelo que eles fazem. Os espinheiros não dão uvas, e os pés de urtiga não dão figos. Assim, toda árvore boa dá frutas boas, e a árvore que não presta dá frutas ruins. A árvore boa não pode dar frutas ruins, e a árvore que não presta não pode dar frutas boas.”(Mateus 7:15 a 18)
“Deve ser um bom chefe da sua própria família e saber educar os seus filhos de maneira que eles lhe obedeçam com todo o respeito.  Pois, se alguém não sabe governar a sua própria família, como poderá cuidar da Igreja de Deus?”1Timóteo 3:4 e 5

Dálton Curvello
                Preste atenção, caro leitor. Quero que você observe atentamente como seu líder espiritual governa a sua casa, atentando para o testemunho de seus filhos. A Bíblia nos diz para termos cuidado com os falsos profetas, observando seus frutos, e em Timóteo, nos exorta a avaliar aqueles que governam a igreja sobre saber educar seus filhos.
                Cito como exemplo o pastor Protásio Caetano (Sal da Terra Ituiutaba), verdadeiro homem de Deus, suas filhas todas são pastoras na igreja, com liderança real em inúmeros ministérios. São frutos que podemos ver e comprovar, o que dá testemunho dos bons frutos gerados dessa árvore plantada na videira verdadeira. Pregador incessante, levou sua família (pais, irmãos) ao evangelho de Cristo.
                Porém, sabemos que nem todos os pastores são assim. Eu mesmo já conheci pastor que, mesmo com apenas dois filhos, não conseguia sequer envolvê-los nos trabalhos da igreja. Um quase não freqüenta, e quando ia, sentava-se no último banco para ficar jogando videogame. Outro, estando na igreja, preferia ocupar-se em rodinhas de conversa durante os cultos, do que ouvir a pregação ministrada por seu pai. Por que será? Alguns sequer conseguem evangelizar a própria família, vendo seus pais e irmãos morrerem sem conhecer o evangelho de Cristo, partindo para a eternidade sem salvação.
                Minha exortação de hoje é para que analisemos sempre aqueles que são nossos pastores. Se a pessoa não consegue evangelizar seus pais, irmãos ou mesmo filhos, creio que não podemos chamar de “bom chefe de família”(1Timóteo 3:4), carecendo de uma análise correta quanto aos seus verdadeiros propósitos em querer governar a casa de Deus.
                                        Pense Nisto

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

A GRAÇA TE BASTA?

A GRAÇA TE BASTA?

Dálton Curvello
“Mas ele me disse: "Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza". Portanto, eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim. Por isso, por amor de Cristo, regozijo-me nas fraquezas, nos insultos, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias. Pois, quando sou fraco é que sou forte.”(2Coríntios 2:9 e 10)

            Vivemos atualmente num mundo em que a competitividade, o consumismo desenfreado e falta do legítimo amor Cristão vêm corrompendo até mesmo os frequentadores de igrejas ditas Evangélicas. Nos cultos, o tempo de louvor é utilizado quase na totalidade em cânticos que exaltam o homem, a vontade humana de ter, possuir, vencer (sob a ótica humana). As mensagens, que há alguns anos centravam-se no AMOR de Deus, na miserável situação do ser humano, totalmente carente de salvação, passaram a focar prosperidade.

            Se fosse prosperidade espiritual, seria excelente. Mas o que se ouve nas mensagens são palavras de incentivo à busca do TER muitos bens, do SER alguém vitorioso sob a ótica do mundo, algo que vêm sendo denunciado na blogosfera genuinamente Cristã, como na mensagem Mc Culto Infeliz e tantas outras.

            No texto da meditação de hoje, lemos Paulo ouvindo de Deus “Minha Graça te basta, pois o meu PODER se aperfeiçoa na fraqueza!” Daí a pergunta: A Graça te basta?

            Graça significa “Favor Divino não merecido”. O termo Grego no original é charis, que deriva do verbo charizomai. Esta palavra significa “mostrar favor para” e assume a bondade do doador e a indignidade do receptor. Quando charis é usada para indicar atividade de Deus, significa “favor não merecido”. Uma definição de Graça que aprendi com um pastor muito amado, da igreja Batista é: “Graça é Deus dando e fazendo TUDO a quem NADA merece”.

            Na Carta de Paulo aos Romanos, está escrito: “Se pela transgressão de um só a morte reinou por meio dele, muito mais aqueles que recebem de Deus a imensa provisão da graça e a dádiva da justiça reinarão em vida por meio de um único homem, Jesus Cristo. Conseqüentemente, assim como uma só transgressão resultou na condenação de todos os homens, assim também um só ato de justiça resultou na justificação que traz vida a todos os homens. Logo, assim como por meio da desobediência de um só homem muitos foram feitos pecadores, assim também, por meio da obediência de um único homem muitos serão feitos justos. A lei foi introduzida para que a transgressão fosse ressaltada. Mas onde aumentou o pecado, transbordou a graça, a fim de que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reine pela justiça para conceder vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor. “(Romanos 5:17 a 21)

            Sei que parece loucura para o homem natural, mas a realidade é que não há NADA que o homem possa fazer que o faça MERECER a salvação. Esta, recebemos unicamente pela GRAÇA de Deus. E esta Graça deveria gerar em nós uma mudança nos valores, uma necessidade incontrolável de estudar sempre mais sobre a vontade daquele que nos tirou das trevas para sua maravilhosa luz. Transformados pela Graça, lavados pelo sangue de Jesus, praticando valores que o mundo não aceita nem compreende. O sucesso, afinal, não é ser o mais bem sucedido financeiramente, muito menos ser o número um em tudo o que faz, mas sim ter seu nome escrito no Livro da Vida, e ser plenamente consciente de que esse detalhe importante não é por merecimento algum, mas sim pela GRAÇA.
PENSE NISTO.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

CONFISSÕES DE UM EX-EVANGÉLICO

CONFISSÕES DE UM EX-EVANGÉLICO


Fayson Merege
CANSEI! Cansei de acordar pelas manhãs e procurar alguma coisa no mundo “gospel” para “criticar”, seja o que pessoas andam falando/fazendo ou dos últimos assuntos do momento. Não quero mais “bater de frente com ninguém”; quero apenas viver essa GRAÇA DIVINA que me alcança todos os dias e que me dá chances de fazer o que é certo.
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CANSEI! Cansei de olhar os meus defeitos nos outros e procurar “desculpas” pra “criticar/julgar” achando que sou o detentor de um conhecimento e que do mesmo se faz uma verdade absoluta para tudo e todos. Estou cansado de viver sobre minha sabedoria humana sem valor, pois:
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“Ninguém se engane a si mesmo: se alguém dentre vós se tem por sábio neste século, faça-se estulto para tornar-se sábio” – 1ª Coríntios 3:18
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CANSEI! Cansei desse meu conhecimento carnal, que se pauta nesse mundo e em seus olhares; quando meu “conhecimento divino” deveria ser mais do que meros conhecimentos das palavras e das idéias teológicas da Bíblia. Não quero mais ser como o homem natural, que não tem o Espírito (Pois o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus – 1ª Cor 2:14”a”). Quero deixar de lado essas coisas vãs por mais familiarizado que eu esteja com as idéias cristãs.
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CANSEI! Cansei de querer mostrar os erros dos “homens de preto” e suas teologias; pois de certa forma estou ficando muito “fanático” e acho que “tudo” está errado e a minha teologia está certa. Quero viver pelo Espírito que irá me conduzir a uma mais profunda compreensão de Deus, como João descreve:
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“Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá TUDO o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir” – João 16:13
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CANSEI! Cansei de viver a “teologia da apologética”, que me faz olhar para tudo e todos como os hereges (que merecem o inferno); quero apenas ser levado ao arrependimento dos pecados que cometo quanto à segurança da graça de Deus e a certeza da minha eleição para aquilo que fui chamado: “Ir e fazer discípulos” – Mateus 28
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CANSEI! Cansei de ser taxado como “crente, gospel, evangélico e derivados”, não quero mais ser chamado por esses pronomes. Quero apenas seguir O mestre, O bom pastor que é Jesus e que me chama sempre: “Venha a mim você que está cansado e sobrecarregado e Eu lhe darei descanso”. Quero descanso pra minh’alma sobrecarregada de julgo e fardos pesados da “religião protestante” que me faz ser “livre”, mas NÃO posso dizer NÃO porque a minha religião NÃO permite.
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CANSEI! Cansei de viver como homem tolo e insensato. Não quero mais encontrar dentro de mim impulsos contraditórios, cansei de viver em conflitos e frustrações por viver no “corpo”. Quero “mortificar” meus hábitos, para então experimentar as vitórias contra o pecado, onde ao mesmo tempo em que não são expostas as tentações que não se possa resistir.
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Quero ser digno de uma intimidade com Deus, de um relacionamento com o Pai; para que assim como está escrito em Coríntios, Deus se revele a mim:
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“Mas Deus o revelou a nós por meio do Espírito. O Espírito sonda todas as coisas, até mesmo as coisas mais profundas de Deus. Pois, quem dentre os homens conhece as coisas do homem, a não ser o espírito do homem que nele está? Da mesma forma, ninguém conhece as coisas de Deus, a não ser o Espírito de Deus. Nós, porém, não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito procedente de Deus, para que entendamos as coisas que Deus nos tem dado gratuitamente. Delas também falamos, não com palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas com palavras ensinadas pelo Espírito, interpretando verdades espirituais para os que são espirituais. Quem não tem o Espírito não aceita as coisas que vêm do Espírito de Deus, pois lhe são loucura; e não é capaz de entendê-las, porque elas são discernidas espiritualmente. Mas quem é espiritual discerne todas as coisas, e ele mesmo por ninguém é discernido; pois “quem conheceu a mente do Senhor para que possa instruí-lo? ” Nós, porém, temos a mente de Cristo – 1ª Coríntios 2:10-16
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Meu desejo é que possam encontrar em mim um discípulo de Cristo, e que minhas ações, pensamentos e fala reflitam a Cristo, aquele que morreu e venceu; aquele que é O alfa e O Omega, O início e O fim, O leão e O cordeiro. Que não vejam em mim a crítica, mas o AMOR DE DEUS. Que não encontrem em mim “mais” um “crente, gospel, evangélicos e derivados”, mas que encontrem em mim um discípulo de Jesus, e só.
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Em Cristo
Extraído do PAVABLOG. Faço minhas também essas palavras...

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Iphone: bênção ou distração?

John Piper – Iphone: bênção ou distração?


Nos dias de hoje, com tantos Tablet’s, Smart-TV’s, uma infinidade de novos “gadgets” a cada dia, essa meditação do pastor John Piper nos alerta para o que realmente importa. Vale a pena conferir!
Dálton Curvello




sábado, 5 de novembro de 2011

terça-feira, 1 de novembro de 2011

OS ATEUS QUE MAIS ME ABORRECEM

OS ATEUS QUE MAIS ME ABORRECEM

Uma das coisas mais traumáticas que encontrei no início da minha jornada em Cristo foi tentar um debate com um ateu devidamente preparado enquanto eu, apenas com as primeiras promessas e um espírito renovado (e arrogante), tentei mostrar as vantagens de crer. Pensava que esse tipo de embate pudesse ser tratado pelo bom senso de uma experiência real, vivida e compartilhada.

Conheciam cada trecho da bíblia, cada ponto cientificamente incompatível entre o Gênesis a Apocalipse, e as pesquisas cientificas da moda, que incluíam – claro – coisas relacionadas a teoria da Evolução, sérias e comprovadas. Usavam bem muitas falácias (termo novo para mim até aquele momento). Citavam Schopenhauer, Nietzsche, Saramago, Carl Sagan, e tantos outros, sempre invocando declarações e frase de efeitos de notáveis personagens históricos, reconhecidamente ateus.

Amavam citar as atrocidades religiosas cometidas em nome de Deus, omitindo as atrocidades cometidas por ateus, como Stalin (não tinha a menor ideia que esse ateu fora um dos maiores assassinos da História, maior até que Hitler).

Sentia-me um perfeito idiota diante de tanta cultura e preparo intelectual.

Não entendia que tudo era um jogo de palavras, e que estava conversando com um grupo de pessoas que já tinham sido almejadas por grupos opostos às suas convicções com contra-argumentos, tornando tudo isso um ciclo infindável, coisa que o próprio Paulo dito apóstolo disse ser bom evitar. Claro, isso também é questionável. Por que evitar um debate quando ideias podem ser discutidas?

Só que, como disse, não possuía noções para contra-argumentações, me senti inferiorizado, ridículo, imbecilizado. Senti raiva de ser tratado como idiota. Parecia um fracote valente que insiste em tentar bater num lutador peso-pesado profissional de Jiu-Jitsu: Era levantar para cair. Meu orgulho fora ferido, e pior: aqueles argumentos ganhavam campo dentro de meu entendimento, e Deus, que sempre fora presente em meus pensamentos, resolveu se calar como se nunca tivesse existido.

Comecei a ter medo de lidar com aqueles seres odiosos e inteligentes. Minha fé, ponto alto da minha existência, apresentava fissuras, a ponto de estar em um púlpito, pregando, falando do amor e feitos do Altíssimo, sem crer realmente que Ele existia, que tudo aquilo não passava de uma apenas uma grande bobagem...

Mas tudo passou.

Hoje são outros ateus que me aborrecem.

Aprendi todos os argumentos, estudei todos os possíveis elos perdidos (forjados) de uma impossível evolução de um macaco para um homem (por favor; a Ciência é quem declara isso hoje, não eu! Hoje CRÊ-se que a evolução que originou o homem aconteça em saltos, e o tempo necessário para isso acontecer é de milhões de anos, quando o carbono 14 diz que não temos mais de 40.000 anos de existência). Entendi cada falácia, e como elas são capazes de desviar o foco de uma questão, apenas com provocações simples. Descobri que muitos ateus tem um compromisso ferrenho com suas convicções, a ponto de ignorar questões documentadas e sobrenaturais.

E outra: por que tantos ateus se prestam a defender suas teses sobre a inexistência de deus e o quanto ele é cruel? Se não creio em seres fictícios, não gasto tempo me cadastrando em fóruns para desdizer a obesidade de Papai Noel, ou a crueldade dos smurfs que não podem ser azuis pela deformação genética impossível, e que pesquisas recentes, feitas por - qualquer - renomado cientista evolucionista – e ateu - só vem comprovar o que era óbvio: a improbabilidade da existência da Terra Média, e que Gandalf, o renascido mago branco, não passava de uma invenção mesquinha, uma muleta para almas com preguiça de pensar e aceitar a dura realidade de um mundo sem magia.

Esses ateus, hoje, me divertem.

Os ateus que realmente me aborrecem pregam em púlpitos, fingindo que dizem coisas que estão escritas na Bíblia, pedem para que seus ouvintes os obedeçam cegamente, seus egos precisam ser alimentados, seus bolsos, cheios, suas carreiras, reconhecidas.

Esses ateus pregam a Palavra de Deus, fingindo que acreditam nEle, mas por terem muito a perder - uma carreira ministerial lucrativa ou apenas o meio social no qual é alguma coisa especial – continuam cínicos, sem crer, falando sistematicamente, coisas que não tem na alma(mesmo porque também não acreditam nela).

Não creio que estes creiam em nada, pela falta de seu temor. Para mim, ateus que fingem crer são os piores.
- o -
Nota do editor: Concordo plenamente, e faço minhas também essas palavras. Conheci um desses novos Ateus, liderando seu exército de zumbis neo-pentecostais. Uma triste verdade em nossos dias...

Extraído de  CRISTÃOCONFUSO

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

OS QUE NOS PERSEGUEM

OS QUE NOS PERSEGUEM

Atende ao meu clamor; porque estou muito abatido. Livra-me dos meus perseguidores; porque são mais fortes do que eu.(Salmos 142:6)



José Humberto Júnior
À medida em que vamos amadurecendo na fé e caminhando com Jesus, percebemos que o nosso principal desafio como cristãos não é a compreensão da forma de agir de Deus, nem o discernimento de como funciona o mundo espiritual. Logo que os nossos olhos espirituais são abertos, compreendemos o amor de Deus, a sua misericórdia, a sua graça. Entendemos facilmente também que existe um inimigo, na espreita, louco para achar uma brecha e detonar com a nossa vida. 

O maior desafio do cristão diz respeito às pessoas, a forma como nós nos relacionamos com elas, aos desgastes, aos conflitos, aos confrontos. Não é para menos. É exatamente nesse ponto que toda a nossa pregação é colocada a prova, o nosso discurso de ser cristão é testado e a nossa alma é confrontada com a necessidade de se viver uma realidade espiritual voltada para as pessoas. Esse é o momento da coerência e, não se engane, é através dela que conseguiremos conquistar autoridade. Por meio de uma vida coerente é que as pessoas passarão a ouvir o que nós temos a dizer. O seu nível de influência começa a aumentar porque os outros veem que o que você fala, funciona.

No dia-dia ouvimos muita gente dizer que "o problema do meu negócio são as pessoas". Dizemos isso, para não dizer que, a nossa vontade é eliminar todo mundo e trabalhar sozinhos. Só não fazemos isso porque não damos conta de tocar tudo sozinho. Assim, as pessoas passam a ser vistas como "um mal necessário".  Mas nos esquecemos que na verdade, o foco de Deus são as pessoas e não o negócio. É difícil para nós convivermos com aqueles que nos dão trabalho, que são complicados, que nos perseguem. E muitas vezes é uma perseguição que não se dá no sentido literal da palavra. Ela não se mostra às caras, mas veladamente através de ciúmes, inveja, suspeição do mal e dúvidas dos outros em relação ao nosso coração.

É difícil convivermos com essas pessoas e o senso comum diz que a melhor receita para isso é mantermos distância - a geográfica e a relacional. Mas quando lembramos da nossa verdadeira e absoluta identidade, sabemos que não é assim. O fato de sermos cristãos, significa que o compromisso que fizemos com Cristo deve, inegavelmente, se traduzir em um compromisso com as pessoas. É tomar sobre nós a vida de Dele e ser como ele foi. E nesse ponto, o mestre tem o que nos ensinar.

Jesus esteve durante todo o tempo do seu ministério com um homem que o perseguia, e que o entregaria, com um beijo. Ele era seu discípulo, amigo, companheiro de jornada. Não foi Judas que escolheu caminhar com Jesus. Foi o mestre que decidiu e escolheu caminhar ao lado do seu "inimigo". Jesus não suspeitava da maldade de Judas, ele tinha certeza. Ela não contava com uma possibilidade do Iscariotes "pisar na bola", já era certo. Foi esse homem que o mestre levou para a mesa junto com ele. Foi Judas o homem com quem Jesus repartiu o pão. Assim como fez com os outros discípulos, Cristo trouxe o traidor para a mesa do amor e repartiu com ele a sua intimidade. E a última palavra de Jesus a esse homem é "Amigo, a que vieste?" Do lado de Jesus a corda não roeu. Pelo outro lado é que roeu. Até o derradeiro momento Jesus amou Judas e não desistiu dele porque isso representava um compromisso, não uma conveniência.

Por muito menos do que tudo isso que Jesus passou, afastamos as pessoas de nós, basta elas nos incomodarem um pouco. Quando há uma mínima suspeita sobre a conduta de alguém, isso já é suficiente para nos distanciarmos delas. Essas pessoas não precisam da nossa distância, da nossa frieza, mas necessitam desesperadamente de ver em alguém a revelação, a expressão e a misericórdia do amor de Deus. A única esperança para o mundo é experimentar uma porção desse amor. "Pague o mal com o bem".

Creio cada dia mais que, o nosso esforço não deve ser o de evitar pessoas e situações desegradáveis na nossa vida, mas sim, aprendermos a conviver e administrar essas situações e pessoas, quando elas aparecerem na nossa vida. Não devemos ficar reféns daquilo que pode nos prejudicar e tentar evitar a todo custo que essas coisas não aconteçam. Até porque em um determinado momento elas irão acontecer. E aí o que vai fazer toda diferença é se você estará preparado para lidar com as condições adversas.

Guarde o seu coração em relação a isso. Seja forte como um touro para enfrentar as adversidades, mas também simples e ingênuo como uma pomba para viver uma vida livre.

No amor daquele que não prometeu um mar de rosas, mas vitória,

sábado, 22 de outubro de 2011

EU SOU A MOSCA QUE POUSOU NA SUA SOPA

EU SOU A MOSCA QUE POUSOU
 NA SUA SOPA


Carlos Moreira
E mandou o rei Zedequias soltá-lo; e o rei lhe perguntou em sua casa, em segredo: Há porventura alguma palavra do Senhor? E disse Jeremias: Há. E disse ainda: Na mão do rei de babilônia serás entregue”. Jr. 37:17.

Não sei se você conhece o contexto desta passagem... O rei Zedequias estava cercado pelas tropas dos babilônicos. Ele havia sido traído pelos egípcios que bateram em retirada quando souberam que iriam enfrentar a Nabucodonosor.

No mesmo instante, o profeta Jeremias estava atolado em um poço fétido, com lama até o pescoço. Ele tinha sido colocado ali com autorização do próprio rei, acusado de traição e de desanimar o povo com “suas” palavras.

Mas houve um momento, antes da batalha final, que o rei Zedequias mandou tirar Jeremias daquele poço de agonia e solidão. Fico pensando que ele provavelmente imaginou que um pouco de poço faria um “bem” enorme a Jeremias. Sim, quem não se quebrantaria diante de uma situação como aquela? Quem ousaria permanecer firme, falar a verdade, manter a coerência, a consciência, sustentar convicções, profetizar aquilo que o Senhor havia lhe ordenado? Provavelmente ninguém... Menos Jeremias.

O profeta foi arrastado até o palácio. Diante da opulência do lugar e da imponência do rei ele foi posto perfilado. Ali não estava mais um homem, apenas os trapos que dele restara. Jeremias estava exausto, faminto e mal cheiroso. O rei havia lhe chamado as escondidas. Imagino a cena... Com olhar sarcástico, ele perguntou ao profeta: “há alguma palavra do Senhor?”. E o homem de Deus respondeu: “Há. Na mão do rei de babilônia serás entregue”. E assim sucedeu.

O massacre dos Caldeus sobre Jerusalém foi algo sem precedentes. A cidade, após ser sitiada, acabou não mais resistindo e foi invadida. Seus muros foram queimados, o Templo destruído, os nobres assassinados. Por fim, o rei Zedequias assistiu a morte dos próprios filhos. Foram às últimas imagens registradas pelos seus olhos, que se tornaram cegos após serem vazados pelos seus adversários. Ele foi algemado a grilhões de bronze e levado como escravo para a babilônia.

Olho para os nossos dias... Onde estão os profetas do Senhor? Onde estão aqueles dispostos a falar a verdade a qualquer preço? Onde estão aqueles dispostos a sacrificar a “carreira ministerial”, ou a “sujar” o currículo eclesiástico, ou mesmo a ser perseguido, ridicularizado, caluniado, ultrajado, desprezado? Existirá ainda algum profeta entre nós? Há quem possa em nosso meio dizer como Isaías “quem deu crédito a nossa pregação!”.

Depois de 30 anos de caminhada com Deus pensei já ter assistido a todo tipo de barbaridade. Mas a cada dia sou surpreendido por uma atrocidade diferente e inusitada. Sobre isto bem escreveu Paulo aos Romanos: “não hã quem busque a Deus... não há quem faça o bem... não hã quem fale a verdade...”.

Eis aí os inimigos da Cruz de Cristo! Eles estão diante de nossos olhos! Quem ousará os repreender? Quem se levantará contra eles? São feiticeiros do sagrado, traficantes de um “evangelho” falsificado, intermediários do “divino”. Eles se auto-proclamam “apóstolos”, “evangelistas”, “missionários”, “patriarcas”, “bispos”, mas na verdade são sinagoga de satanás, vendilhões de uma religião oca e vazia, de liturgias dessignificadas, de ritos de ocasião, da fé commoditizada, comercializada como produto de supermercado. Mas um dia eles haverão de se encontrar com o Senhor de toda a Terra, estarão diante do Leão da Tribo de Judá, não mais do Cordeiro de Deus.

Você deve estar se perguntando: “quem és tu para afirmar estas coisas?”. Eu sou um profeta do Deus altíssimo! Não me constituí a mim mesmo, fui chamado com este propósito! Eu ando na contra-mão, no contra-fluxo, na subversão do Reino de Deus, na loucura da Palavra da Cruz, na insanidade do Evangelho de Jesus Cristo. Eu fui chamado para pregar aquilo que não se quer ouvir, para proclamar aquilo que incomoda. Eu meto o dedo na ferida, faço a alma virar ao avesso, à consciência arder, o coração se compungir. Sim, o Espírito do Senhor está sobre mim e ele me ungiu para pregar o “dia da vingança do nosso Deus”!  

Você talvez não suporte o que escrevo porque eu digo a verdade. Eu não vivo de aparência, de subterfúgios, de disfarces. Eu não ando de máscaras, não sou “politicamente correto”, não tenho “rabo preso”, não sou devedor de homens. “Eu sou a mosca que pousou na sua sopa!”, eu estou aqui para falar e não há quem possa me calar. Ouça o que eu digo, escute o que eu prego e você verá o que Deus fará na sua vida! Mas tenha cuidado, pois eu sou “perigoso”. Se você me “engolir” poderá morrer de “indigestão”, pois a Palavra que foi colocada na minha boca tanto sara como fere, tanto faz viver como pode matar.

"Aqui estão os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os criadores de caso. Os pinos redondos nos buracos quadrados. Aqueles que vêem as coisas de forma diferente. Eles não curtem regras. E não respeitam o status quo. Você pode citá-los, discordar deles, glorificá-los ou caluniá-los. Mas a única coisa que você não pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as coisas. Empurram a raça humana para a frente. E, enquanto alguns os vêem como loucos, nós os vemos como geniais. Porque as pessoas loucas o bastante para acreditar que podem mudar o mundo, são as que o mudam.". Jack Kerouac


Eu escrevo este artigo para você que perdeu o temor de Deus, que tem negligenciado o zelo com as coisas de Deus, que se esqueceu da coerência necessária com a Mensagem de Deus. Escrevo para você que cauterizou a sua consciência, endureceu o seu coração, exilou de si mesmo a sua alma. Sim, ainda há tempo para o arrependimento! Arrepende-te, pois, antes que Ele venha e “mova o teu candeeiro”. Não torne vã a graça, nem desprezes a misericórdia, “pois Deus trará a julgamento tudo o que foi feito, inclusive tudo o que está escondido, seja bom, seja mal”. Ec. 12:14


Extraído de GENIZAHVIRTUAL
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

RESTITUI-ME, SENHOR!

RESTITUI-ME, SENHOR!

Rubinho Pirola
Ouvi uma música cristã hoje de um CD que comprei.

Fala de restituição. Bonita melodia. Mas fiquei pensando: restituir o quê? O que posso pedir que me é de direito? O que posso ter perdido e que não era para ser?

Pensei bem - eu fui servo de mim mesmo, das minhas paixões, de uma consciência sujeita aos apetites meramente animais... e agora fui feito servo de Cristo. 

E, uma vez servo, escravo,... pergunto: um escravo tem direito? Então... restituir o quê?
Mas não parei ai.

Lendo as Escrituras, acabo por descobrir que Deus, por Ele mesmo e Sua graça nos leva sempre, de graça em graça ao crescimento. Com a ajuda de cada membro, de cada junta e ligadura, com o exercício dos dons e das experiências... cresço até que um dia, alcance a estatura do Varão Perfeito. 

Ora, nesse processo, perdemos coisas, vemos coisas abaláveis sendo abaladas e caírem ao chão. E a pergunta vem: O que vou pedir pra que Deus me restitua?

Será que o assombrado Jó, pediria em sã consciência, depois de, passar o que passou e, segundo ele próprio ver com os olhos, Aquele de quem só ouvira falar? Acho que nem os bens e possessões que perdera - com a permissão de Deus e para um propósito que é sempre bom, perfeito e agradável - fariam-no desejar voltar a um patamar abaixo, a uma condição anterior à tal revelação. 

Se Deus nos faz andar em novidade de vida, a experimentar o novo - o novo que não vem de fora, mas de dentro, uma nova visão Dele, da Sua graça, da vida, das circunstâncias, do que é eterno, uma nova mente, uma nova consciência formada segundo o Evangelho, pergunto: Restituir-nos o quê?

Ora, de capa a capa, do Antigo ao Novo Testamento, lemos o apelo "Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas, porque estou fazendo coisa nova", ou coisas do tipo: "Quem lança mão do arado e olha pra trás não é digno de Mim", ou como Paulo afirmava: "Uma coisa faço - esquecendo-me das coisas que para trás ficam prossigo pra frente", o que pode ser esse pedido "Restitui-me"?

Francamente, tudo o que mais tenho pedido é que Deus me faça acontecer o novo e não reviver o que é velho. Custe o que custar, doa o que doer, quero o novo de Deus.

E, se é pra pedir restituição, pergunto: "Será que podem restituir-me o dinheiro que gastei no CD?" 
 Extraído de rubinhopirola.com

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

SOBRE PEIXES E BARCOS

SOBRE PEIXES E BARCOS


Marlos Nogueira
Laura queria um cachorro. Bem grandão. “Mas sem dente”. O Gabriel salvou a pátria tangenciando uma ideia: “Papai, um aquário!”. Nem cachorro banguela, nem aquário. Resolvi comprar uns peixes para o espelho “da água” aqui de casa (como diz o Biel). Deu certo. Carinhas felizes, Laura dando nome aos peixes: Laranjinha, Mexerica, Solzinho, Joaninha, Girafa e... e... olhando para o lado, “Mangueirinha” (inspirando-se na mangueira de jardim que estava ali ao largo). São doces as tiradas das crianças.

Peixes.  Lembrei-me de nosso estudo de Lucas 5:1-11. Olhando aqueles peixinhos no espelho “da água”, vi que falam da alegria de ser livre; da suficiência de seu habitat; da exuberância do verbo viver e da certeza da provisão que não se esgota. Chegando hoje do trabalho lembrei-me de que não havia dado ração para eles. Mas vi que a chuva trouxe muitas aleluias (aqueles bichinhos de luz) e dezenas destas povoavam a superfície do espelho “da água”. Banquete certo providenciado por Deus para aqueles peixinhos. Percebi então os que os meus esforços para alimentá-los eram simplesmente desnecessários e que também os peixes que Simão Pedro e seus amigos pescaram representavam, dentre outras coisas, o fluxo dessa provisão vinda de Deus e que nunca se esgota.

Entendidos os peixes, mas refletindo mais no texto, encuquei com aqueles barquinhos. Eram dois e estavam atracados na praia quando Jesus chegou. Escolheu o de Simão, entrou e começou a ensinar o povo. Depois mandou Simão levar seu barco às águas mais profundas e lançar a rede. Muito peixe, Simão chamou para perto de si outros amigos com barcos com quem pudesse repartir o pescado.

Vi que esses barcos são nossas vidas com todos os apetrechos que as equipam. Vidas estruturadas em competências nossas, cascos reforçados e cascas resistentes. Equipamentos metodicamente organizados, limpos e cuidados. Rotinas diurnas, mas também noturnas, em busca da otimização da performance. Tempo é dinheiro! Foco em resultado, planejamento, ações concatenadas e objetivos milimetricamente traçados. Pouca, ou quase nenhuma, fé. Sem fé, nenhum resultado.

Até que Jesus elegeu uma vida para entrar. De dois barcos, escolheu um. E entrou. Entrando, usou aquela vida e seus equipamentos para ensinar aos outros, sem se descuidar de ensinar ao próprio dono. Como lição, levou-o para águas profundas, onde os riscos são maiores, mas onde nosso papel sempre é cumprido. Pois barco que é barco nos mantém na superfície quando estamos em águas profundas.

Ali derramou benção sobre ele. Benção que Simão não reteve. Antes, chamou seus amigos e repartiu com eles. Isso revela que a benção de um impacta o outro. Como eles, somos agora pescadores que pescam homens por inspiração e direção de Deus. Somos portais das interferências de Jesus no mundo e por isso não devemos estancar o fluxo, mas propagá-lo ao máximo comunicando tais virtudes ao próximo.

Ser esse portal implica em seguir Jesus. E esse seguir nem sempre é fácil. Sempre equivale a transformação. Simão e sua turma abandonaram seus barcos para seguir Jesus, pescando gente. Nós também somos chamados por Ele para segui-Lo e para isso invariavelmente temos que deixar nossos barcos para trás, até porque agora nossa pescaria é uma pescaria diferente.

Não quero olhar para o Mexerica e ver apenas sua beleza ornamental. Quero ensinar meus filhos a enxergar nele e nos seus coleguinhas-de-nome-engraçado um símbolo do fluxo da vida vinda de Deus. Mas também quero ensiná-los que seus barcos devem estar sempre a disposição de Jesus, especialmente para que os peixes que ganharem ao longo da vida sejam também conhecidos por homens e mulheres pescados com a isca do evangelho de Cristo.

No Amor Daquele que nos Ensinou a Pescar,
Marlos






Abaixo, um vídeo do YouTube, falando sobre nosso barquinho e aquele que pode trazer verdadeira PAZ:


terça-feira, 11 de outubro de 2011

STEVE JOBS, A APPLE E JESUS

STEVE JOBS, A APPLE E JESUS


Por Justin Buzzard
Eu vivo há seis milhas da sede da Apple. Ontem eu dirigi as seis milhas para almoçar em um restaurante em frente a Apple com um engenheiro da Apple que faz parte da igreja que estamos plantando. Fiquei impressionado com a paixão deste homem em trabalhar na Apple e compartilhar o evangelho com seus colegas de trabalho na Apple.

Contei-lhe sobre um velho amigo meu que ocupa posição muito alta na Apple, um cristão que tem visto a propagação do evangelho de maneira emocionante dentro da empresa. Contei-lhe como nas reuniões-almoço que eu costumava ter com este velho amigo; Steve Jobs, às vezes o telefonava ou lhe enviava torpedos durante o nosso café da manhã. Isso foi o mais próximo que estive de Steve Jobs.

Mas Steve Jobs chegou perto de mim. Seus produtos estão em minha casa e no meu bolso. Invenções dele estão em sua casa também. Seu material está em toda parte.Isso é o que há de emocionante em se viver e trabalhar no Vale do Silício: o que acontece aqui afeta o mundo. Eu não acho que há uma outra região geográfica como ele, uma região que tenha tal impacto exponencial em todo o mundo. Pense sobre isso.


O Vale do Silício é o lar de: Apple, Google, Facebook, eBay, Yahoo, LinkedIn, Netflix, Hewlett-Packard, a Adobe Systems, Cisco, Oracle, Intel, e muitas outras empresas que mudaram nossos paradigmas e a maneira como vivemos.

Não é apenas o que está no meu bolso que foi impactado. Muitas vezes me pergunto se a razão de eu pregar de jeans não é porque Steve Jobs fazia suas apresentação vestido de jeans.  Teria sido Steve que tornara normal a um líder ficar na frente de uma grande multidão e fornecer informações importantes vestindo jeans? E várias vezes agora eu tenho que me referir ao ex-CEO da Apple, simplesmente como "Steve".  Essa é a cultura aqui no Vale do Silício: Casual. Você chama o CEO da empresa mais rica da América de "Steve", não de  "Mr. Postos de trabalho". Vinte anos atrás, não era assim que você se referia aos CEOs ou a outros em posições de autoridade. Aqui no Vale do Silício e em todo o mundo, Steve tem impactado a nossa tecnologia, nossa roupa, e como falamos uns com os outros.Steve realizou muita coisa em 56 anos. Na minha opinião, a minha vida e sua vida é melhor por causa de um homem chamado Steve. E agora, Steve está morto. O homem que melhorou a nossa vida perdeu sua vida.

O que eu gosto de pensar é que em seus últimos dias Steve colocou sua fé em Jesus. É inteiramente possível. Eu sei que Steve estava entrando em contato regular com os cristãos e ouvindo o evangelho na Apple. Só Deus sabe onde estaria Steve hoje.


Jesus viveu na terra para apenas 33 anos em um lugar muito menos sexy do que o Vale do Silício. Ele nunca inventou nada, mas ele mudou o mundo. Ele teve uma morte muito mais brutal do que Steve. Jesus não se limitou a morrer, ele foi morto. Dois mil anos depois, Jesus está em toda parte-em todo o mundo as pessoas ainda estão falando, adorando, amando e seguindo Jesus. Estaremos falando de Steve por um longo tempo, mas ao longo de algumas décadas essas conversas vão desaparecer. E a Apple não vai viver para sempre.


Steve deu 56 anos de sua vida para melhorar a nossa vida.


Jesus deu 33 anos de sua vida para salvar a nossa vida.


Essa é a grande diferença entre Steve e Jesus. Steve veio para melhorar. Jesus veio para salvar. Um homem pensou que a melhoria é o que mais precisamos. O outro homem pensou que a redenção é o que mais precisamos.


O evangelho do Vale do Silício é a melhoria. Eu vivo e ministro em um lugar que está melhorando a vida aqui e em todo o mundo. Eu sonho com impacto nessa região que está impactando o mundo com um evangelho diferente. Steve é ​​grande. Mas nós não precisamos de Steve, nós precisamos de Jesus. Eu sou grato pelo homem que melhorou a nossa vida. Mas precisamos conhecer o homem que perdeu sua vida para salvar a nossa vida.


Via Buzzard Blog (Tradução Livre por Hermes C. Fernandes)
Extraído de HERMESFERNANDES

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A VERDADEIRA VITÓRIA!

A VERDADEIRA VITÓRIA!

  “Ó Deus, nós ouvimos com os nossos próprios ouvidos aquilo que os nossos antepassados nos contaram. Ouvimos falar das grandes coisas que fizeste no tempo deles, há muitos anos. Eles contaram como expulsaste os povos pagãos e puseste o teu povo na terra deles. Contaram como castigaste as outras nações e fizeste o teu povo progredir. Não foi com espadas que os nossos antepassados conquistaram aquela terra; não foi com o seu próprio poder que eles venceram. Eles venceram com o teu poder, com a tua força e com a luz da tua presença. Assim tu mostraste o teu amor por eles. Tu és o meu Rei e o meu Deus. Tu dás a vitória ao teu povo. Com o teu poder vencemos os nossos inimigos e, com a tua presença, derrotamos os nossos adversários. Não é no meu arco que eu confio, e não é a minha espada que me dá a vitória. Pois foste tu que nos livraste dos nossos inimigos e venceste aqueles que nos odeiam. Nós te louvaremos o dia todo; nós te somos gratos para sempre.” (SALMOS 44:1 a 8)

Dálton Curvello
 O Salmista inicia declarando que eles (sua geração) ouviram de seus antepassados sobre as maravilhas que DEUS havia realizado. Esse doutrinamento está de acordo com Deuteronômio 11, logo depois, o Salmista passa a declarar que DEUS é o seu DEUS, e que NADA é conquistado pela força do próprio braço (Não é no meu arco que eu confio, e não é a minha espada que me dá a vitória.).

Quero lhe perguntar o seguinte: Como você está comunicando à próxima geração os feitos de DEUS? Ou não está comunicando? Será que você é mais um entre tantos cristãos que preferem “terceirizar“ esse ensinamento para as igrejas, entendendo que religião é algo para ser praticado nas dependências daquela instituição? Preste atenção, caro leitor. Deus está nos falando que através dessa interação com as gerações mais novas estaremos incutindo nelas o temor do Senhor, espírito de gratidão a DEUS, uma espécie de vacina contra o vírus da vaidade e auto-suficiência, tão naturais ao ser humano, e que o leva à separação de Deus.

Quando não assumimos essa posição de estar permanentemente atentos ao tipo de mensagem que estamos repassando a estas gerações, tornamo-nos responsáveis pelas conseqüências desastrosas de um mundo aonde o egoísmo, a falta de gratidão e o egocentrismo está cada dia mais na moda.

Por outro lado, quando nos prostramos aos pés do PAI, reconhecendo nossas falhas, nossa imperfeição, nossas fraquezas, quando dia após dia demonstramos com nosso viver que Deus está no controle e que sem Ele não há conquista, não há vitória, que nada é obtido “pela força do braço”, do intelecto, da justiça própria, então, tornamo-nos fortes, então as novas gerações saberão em quem confiar, então o amor (leia 1Coríntios 13) triunfará!

PENSE NISTO

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