Para ler NO Deserto

“Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia; porque tu ouviste, naquele dia, que estavam ali os anaquins, bem como cidades grandes e fortificadas. Porventura o Senhor será comigo para os expulsar, como ele disse.”(Josué 14:12)

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sábado, 11 de setembro de 2010

Pare e pense

11 de setembro - Uma data especial?

Este é o dia que fez o SENHOR; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele.(Salmos 118:24)


        Hoje é uma data muito especial! Onze de setembro, dia em que o Brasil comemora o Dia Nacional do Cerrado. veja texto sobre o assunto:

Dia do Cerrado
O bioma Cerrado, desde 2003, tem um dia especial que é dedicado à reflexão e mobilização em sua defesa, o que é muito justo, pois o Cerrado é um bioma muito rico em recursos naturais e diversidade biológica e cultural. A instituição do dia 11 de setembro como o Dia Nacional do Cerrado, foi importante para estimular a sociedade e as autoridades a pensarem mais sobre o que fazer em seu favor. A data foi escolhida em homenagem ao ambientalista Ary José de Oliveira, o Ary Pára-Raios, um defensor dos direitos humanos e do meio ambiente, que transformou a cultura do bioma Cerrado em arte mambembe. Ary foi o fundador do grupo teatral Esquadrão da Vida - uma das mais conhecidas troupe de artistas do Distrito Federal.
O bioma Cerrado, mesmo sendo muito importante ainda não é reconhecido como Patrimônio Nacional. Mas pelo menos durante a semana em que acontece o Dia do Cerrado, sua importância é discutida e, estando em pauta, ele se torna um pouco mais conhecido pela sociedade. E tornando-se conhecido, será possível ser mais valorizado, respeitado e preservado.

Leia mais: 
http://faunadocerrado.blogspot.com/2009/09/dia-nacional-do-cerrado.html#ixzz0zDaY4Ysq
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        Onze de setembro. Ou doze, ou seja que data for, o importante é a conclusão a que devemos chegar, conforme o Salmo acima citado: Este é o dia que fez o SENHOR; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele. Para alguns, esta data representa o dia em que receberam do Senhor um filho, sendo motivo de festa e comemoração a cada aniversário. Para outros, representa a data do casamento, o que para uma parte é motivo de júbilo e alegria, principalmente quando esse casamento é vivido a cada dia na presença do Senhor. E para alguns outros, esta data é motivo de luto, pela perda de alguma pessoa querida, fato que sempre será por eles lembrado, mesmo que seja apenas uma lembrança triste. 
           O que não devemos é considerar como uma data maldita, nenhum dos dias (Os quais foram feitos pelo SENHOR, lembre-se disto), por mais negros que tenham sido, ainda que alguns queiram até queimar livros, outros pessoas, ainda que seja uma data de algum massacre (e de massacre, a humanidade é repleta de datas...). Sempre haverá uma data negra para um povo, para uma nação, para um segmento religioso, e sempre terá sido pela ação da iniquidade do homem, desrespeitando a direção de Deus, mesmo que tal ato seja praticado sob a alegação de defesa do próprio Deus.
              Será que as inúmeras manifestações que veremos hoje, e nos próximos dias, a respeito de um evento triste ocorrido há nove anos, não é um certo exagero? Será que não deveríamos estar sim, atentos e dispostos a evitar que essas datas se repitam, ao invés de repetir as imagens tristes? Como seria se tivéssemos internet, e toda esta cobertura, por exemplo para relembrarmos a terrível data, massacre da noite de São Bartolomeu foi um episódio sangrento na repressão dos protestantes na França pelos reis franceses, católicos. As matanças, organizadas pela casa real francesa, começaram em 24 de Agosto de 1572 e duraram vários meses, inicialmente em Paris e depois em outras cidades francesas, vitimando entre 30 mil e 100 mil protestantes franceses (chamados huguenotes).fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Massacre_da_noite_de_S%C3%A3o_Bartolomeu
                     Não importa o dia, não importa o que, o que realmente importa é o futuro, e este foi garantido por Jesus naquela cruz, e NADA nem NINGUÉM pode mudar isso, por mais que o diabo tente, ele não chega nem perto, creia nisto.

" Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor. " (Romanos 8:37 a 39) 

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Pare e pense

HOMEM DE FERRO -  Herói sem frescuras

Hermes C. Fernandes

Na última terça-feira fui ao cinema com meus filhos para assistir ao segundo filme do Homem de Ferro (IronMan 2). Sem dúvida o melhor filme de super-herói que tenho visto em anos. Fotografia, impecável. Efeitos mais que especiais. E a trilha sonora… sem comentários. A sala estava lotada, mesmo sendo um dia não muito disputado. A maioria da platéia formada por marmanjões como eu. Gente que em sua adolescência devorava os gibis deste extraordinário herói da Marvel. Por que extraordinário? Deixe-me explicar.
Stan Lee é um gênio. Criador de heróis como o Capitão Américao Incrível Hulk, o Homem-AranhaThor, os X-Men, o Demolidor, a meu ver, ele se superou ao criar o Homem de Ferro. Diferente dos demais heróis, o Homem de Ferro não esconde uma identidade secreta, e tão-pouco possui superpoderes.
Diferente do Homem Aranha, ele não tem crise de identidade, típica de adolescentes. Tony Stark é um quarentão bem-sucedido que herdou do pai não apenas uma próspera empresa, mas também a obsessão pelo futuro.
Engana-se quem pensa que ele use máscara ou fantasia. O que ele usa é uma armadura. Todos os seus poderes estão nela. E faz questão de que todos saibam quem está por trás dela (pelo menos na versão cinematográfica).
Portanto, não há aquela neurose própria de super-heróis para preservar seu segredo a qualquer preço. Confesso que nunca entendi muito bem as razões pelas quais a maioria deles precisava se esconder. E mais incrível ainda para mim era a maneira como se disfarçavam. O Super-Homem, por exemplo, mantinha sua identidade secreta atrás dos óculos (se bem que os óculos daquela época eram bem grandes!). Não sei como cabia aquela enorma capa vermelha dentro de sua roupa civil. De repente, Clark Kent sumia, entrava numa cabine telefônica, rasgava a camisa e saía voando.
– É um pássaro!
- Não! É um avião!
- Também não! É o superman!
E a Mulher Maravilha? Era só dá uma rodada, tirar os óculos, soltar os cabelos, e pronto. Lá vai ela com seu laço mágico em seu avião invisível.
Será que ninguém era capaz de reconhecê-los simplesmente olhando em seus olhos?
Os olhos revelam muita coisa. Uma olhada é capaz de desvendar o que subjaz no recôndito da alma humana.
E o Hulk? Haja dinheiro pra comprar tanta roupa. Quando se via ameaçado de ter sua identidade revelada, saía de fininho em busca de outro lugar pra ficar, sempre ao som daquela musiquinha triste. Alguém aí se lembra disso?
Com o Homem de Ferro é diferente. Não há cabines telefônicas, nem alguma criptonita que o torne vulnerável. Jamais se sente ameaçado de ser descoberto, simplesmente porque não tem o que esconder. Ele é o que é.
Por isso me identifico tanto com este herói.
Semelhantemente, somos chamados por Deus a viver com o rosto descoberto, na liberdade do Espírito. A igreja deve prover aos seus membros um ambiente onde impere a graça, e não o preconceito. Ela não pode ser uma espécie de armário onde as pessoas escondam seu verdadeiro eu, tampouco os cultos devem ser um baile de máscaras.
Geralmente, quem mais julga os outros é quem mais tem o que esconder. Julgar e condenar terceiros é uma maneira de preservar sua própria identidade secreta. Porém, sempre fica um rastro… Basta as pessoas serem um pouco mais observadoras, e verão com quem estão lidando. O problema é que nem sempre se quer ver. Há sempre uma Lois Lane predisposta a se render à fantasia do outro, fazendo vista grossa aos indícios. Um dia alguém descobre a batcaverna, e aí, meu camarada… a casa cai.
Se a igreja fosse uma comunidade terapêutica onde todos se percebessem como pecadores carentes da graça, não haveria lugar para juízo, muito menos para hipocrisia.
Não temos superpoderes. Como o Homem de Ferro, nosso poder está na armadura. Por isso somos instados a nos revestirmos de toda a armadura de Deus, cujas peças estão listadas em Efésios 6.
Assim como Tony Stark, que recebeu uma espécie da marca-passo que o mantém vivo depois de ter sobrevivido à explosão de uma bomba em um teste mal sucedido de uma de suas armas, também recebemos um novo coração que nos possibilita nutrir os mesmos sentimentos que houve em Cristo Jesus.
É por essas e outras, que o Homem de Ferro segue sendo um dos meus heróis favoritos.
E  também: http://www.hermesfernandes.com/

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Pare e pense

              "Vinde, meninos, ouvi-me; eu vos ensinarei o temor do SENHOR. Quem é o homem que deseja a vida, que quer largos dias para ver o bem? Guarda a tua língua do mal, e os teus lábios de falarem o engano. Aparta-te do mal, e faze o bem; procura a paz, e segue-a. Os olhos do SENHOR estão sobre os justos, e os seus ouvidos atentos ao seu clamor. A face do SENHOR está contra os que fazem o mal, para desarraigar da terra a memória deles. Os justos clamam, e o SENHOR os ouve, e os livra de todas as suas angústias. Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito. Muitas são as aflições do justo, mas o SENHOR o livra de todas." (Salmos 34:11 a 19)

             O Salmista fala em querer largos dias, para ver o bem, e dá a receita para aquele que assim deseja. A Bíblia está repleta de orientações, ensinamentos sobre a importância de uma vida sincera na presença dEle. 
           No pequeno texto abaixo, uma rápida meditação do pastor John Piper, quanto ao mesmo assunto: Desperdiçar a vida.
                 O que você tem feito com a sua? Nossa noção de tempo e espaço aqui na terra é muito imperfeita para avaliarmos a real importância da eternidade, mas pense comigo: O que são trinta, cinquenta, oitenta, cem anos vividos aqui nesta terra, se comparados com toda a eternidade?                                                                                                                                          PENSE NISTO  


É possível desperdiçar sua vida. Poucas coisas me fazem tremer mais que a possibilidade de tomar dom único que é a vida, e desperdiçá-lo. Toda manhã quando caminhava até a cozinha quando menino, eu via pendurada na parede a placa que agora está pendurada na minha sala: “Apenas uma vida que logo passará; somente o que é feito para o Cristo durará.”E hoje tenho quase 58 anos de idade, e o rio da vida transborda as cataratas dos meus dias com uma velocidade tremenda. Mais e mais eu sinto o cheiro da eternidade. E, ah!, como eu quero usar bem minha vida. Ela é tão curta e tão frágil e tão definitiva. Você obtém uma chance de viver sua vida. E então o julgamento. Eu falo como um pai que tem filhos da sua idade, e eu zelo junto com Jesus para que eles e você não desperdicem suas vidas. (“Don’t Waste Your Life*” de 29 de Dezembro de 2003)

Por John Piper. © Desiring God. Website: desiringGod.org
Original:
 Essential PiperWebsite: desiringGod.org
Tradução:
 voltemosaoevangelho.com

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Pare e pense

“Ó nosso Deus, ouve a minha oração, atende a súplica deste teu servo. Para que todos saibam que tu, Senhor, és Deus, derrama as tuas bênçãos sobre o teu Templo, que agora está abandonado. Ouve, ó meu Deus, e atende a minha oração. Abre os olhos, vê a nossa desgraça e olha para a tua cidade. Fazemos os nossos pedidos por causa da tua grande compaixão e não porque sejamos bons e honestos. Ouve, ó Senhor! Perdoa-nos, Senhor! Atende-nos, Senhor, e vem ajudar-nos. Para que todos saibam que tu és Deus, não demores em nos socorrer, ó meu Deus, pois nós somos o teu povo, e Jerusalém é a tua cidade. Eu continuei a orar, e a confessar os meus pecados e também os do meu povo, e a fazer ao SENHOR, meu Deus, as minhas súplicas em favor do seu monte santo. Ainda estava orando quando Gabriel, o mesmo anjo que eu já tinha visto na visão, veio voando rapidamente e parou perto de mim.” (Daniel 9:17 a 21)
                Daniel estava orando a Deus, buscando resposta para a questão das setenta semanas. Prostrando-se e confessando os pecados dele e de seu povo, implorava por misericórdia de
Deus, afirmando que seu pedido baseava-se na grande compaixão de Deus, e não em seu senso de justiça próprio. E Deus respondeu!
                Quantas vezes permanecemos orando e buscando resposta de Deus, sem resposta aparente, não? Será que oramos da forma adequada, ou em oração tentamos convencer Deus de que somos merecedores de sua atenção? O que vemos nos cultos hoje em dia são pessoas convencidas por seus líderes de que possuem o direito de exigir de Deus aquilo que seu coração deseja. Pessoas que cobram de Deus que Ele, o criador de todo o universo, Senhor absoluto de toda a criação, se coloque na condição de mero gênio da lâmpada, atendendo a caprichos daqueles que proferem palavras mágicas, numa inversão cruel aonde aqueles que caem neste maligno enredo acabam por se decepcionar, e muitos até se desviam da fé cristã, embora o que aprenderam de seus falsos líderes nunca fosse realmente fé cristã.
                E você, caro leitor? Hoje que chamar sua atenção para a real motivação de suas orações a Deus. Preste atenção na forma e conteúdo de suas orações. Você tem orado a Deus? E nessas orações, qual tem sido o tema central? Seu próprio umbigo? Como tem sido essas orações? Você demonstrando para Deus o quanto é bonzinho, justo e merecedor das bênçãos que solicita? Você tem olhado à sua volta e apresentado para Deus as necessidades de seu povo, de sua cidade?
    PENSE NISTO    

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Pare e pense

“Eu amo o Senhor, porque ele me ouviu quando lhe fiz a minha súplica. Ele inclinou os seus ouvidos para mim; eu o invocarei toda a minha vida. As cordas da morte me envolveram, as angústias do Sheol vieram sobre mim; aflição e tristeza me dominaram. Então clamei pelo nome do Senhor: "Livra-me, Senhor! " O Senhor é misericordioso e justo; o nosso Deus é compassivo. O Senhor protege os simples; quando eu já estava sem forças, ele me salvou”(Salmos 116:1 a 6)

CUIDADO COM A MAGIA NEGRA DA INGRATIDÃO!
Caio Fábio
 Se sou tão ignorante como sei que sou, então, minha gratidão consciente diante de Deus sempre representa uma fração mínima do que seja o cuidado de Deus para comigo.
 Na realidade todas as vezes que agradeço livramentos de Deus para comigo, na mesma gratidão consciente incluo todos os milhares de livramentos reais que nunca percebi.
 Para cada livramento que vejo há milhares de livramentos que não vejo e que provavelmente apenas conhecerei na eternidade.
 Muitas vezes me sinto como um retardado que agradece ao Pai por cuidados pequenos e interessantes a mim, enquanto tudo o mais é cuidado do Pai, embora eu somente veja os presentinhos ou os livramentos das barras pesadas.
 Entretanto, o homem deve ser grato pelo menos pelo que veja...
 Assim como somos responsáveis pelo irmão carente que vemos e podemos ajudar... [conforme I João], também somos responsáveis pela alegria em razão dos livramentos que se veja e se reconheça [...], embora a maturidade nos leve depois de um tempo a sermos também gratos pelo que não vemos; visto que aí estão os livramentos em quantidade muito maior.
 Por isto todo dia agradeço ao Pai pelo que vejo e também pelo que não enxergo, pois sei que a multidão dos livramentos que recebo são maiores que minha própria ignorância, que é imensa.
 Maiores são os livramentos divinos que não vejo do que os que eu percebo.
 Quando alguém aprende o tamanho de sua própria ignorância acerca do que esteja acontecendo na vida — de mundos micro-bióticos invasivos e letais, até acidentes fatais que não vemos em razão de termos sido poupados até de enxergá-los —, então, daí em diante, o que não lhe faltará jamais será gratidão no coração, posto que tal consciência saiba que para cada razão consciente de gratidão, há milhares de livramentos invisíveis, que desconhecemos, mas que podemos ter certeza de terem acontecido; pois o mundo que não vejo, para o bem e para o mal, é infinitamente maior do que o mundo que vejo e percebo como real.
 É a mesma coisa com o pecado oculto e que coabita com minha ignorância.
 Sim, para cada pecado consciente que cometo ou me dou conta de ter cometido, há os milhares de pecados que nem vejo, nem percebo ou nem mesmo discirno... — tamanha é minha ignorância até mesmo acerca do meu pecado e da extensão dele.
 Do mesmo modo e talvez em extensão bem maior, é o que acontece em relação ao livramento de Deus, que não somente é maior do que o meu pecado, mas, sobretudo, é infinitamente maior do que a minha percepção da própria Graça que eu recebo sempre.   
 Portanto, a expressão “andar de joelhos” não é um exagero, pois, se meus olhos se abrissem, e eu visse a grandeza do que me salva e me poupa todos os dias, seria assim que minha alma me impeliria a andar sobre o chão da terra: de joelhos...
 Todavia, como eu sei que nada sei, e como sei que mesmo sem saber de nada sou salvo de tudo o que ignoro, então, sabendo factualmente ou não de qualquer coisa em meu favor, por meramente saber de minha própria ignorância..., ando de joelhos sobre o chão da consciência da minha ignorância e sobre o chão da Graça de Deus que é maior do que eu consiga discernir.
 Por isto quem reclama e murmura peca de modo abominável!...
 Sim, pois não vê tudo o de que já foi livre e está sendo livre; e, muitas vezes, ignora coisas das quais se está sendo livre até mesmo por meio daquilo que na hora se veja como algo não grato e não agradável.
 É por causa de tantos livramentos invisíveis e de tantos livramentos visíveis... que todo aquele que se torna ingrato e murmurador pratica algo mais abominável do que feitiçaria e bruxaria.
 Portanto, pare de reclamar... Pare de se auto-vitimar... Pare de murmurar... Pare de apenas achar que a bondade de Deus é o que nos seja visível e gostoso...
 Sim, pois toda ingratidão murmuradora se torna como uma grande magia negra para a alma daquele que a pratica.
 Sem gratidão pelo que se vê e pelo que se não vê... não existe a menor chance de que alguém prove a alegria do amor de Deus em todas as coisas.
 Ora, tudo o que digo aqui é verdade absoluta!
 Sim, não está aberto a discussões...
 A menos que alguém deseje jogar-se contra a Rocha dos Séculos a fim de ficar todo esbagaçado pela realidade da existência.
 É assim que é, e ninguém o fará ser diferente!
 Nele, de Quem me vem tal certeza,

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Pare e pense

Livres para arriscar 

Pastor Júnior   
Tenho pensado e meditado na importância de termos a nossa visão aberta e a nossa mente livre para vizualizar o invisível. Digo isto não na perspectiva de experimentarmos algumas circunstâncias novas, que serão moderadamente animadoras. Estou dizendo de um descortinar de visão, sonhos, projetos em relação ao lugar onde estamos inseridos, seja ele um ambiente fisíco, social ou mesmo profissional.

Para conseguirmos enxergar o novo, aquilo que ainda está encoberto para nossa vida, precisamos nos desgarrar primeiramente de nossas experiências anteriores. Sejam elas positivas ou negativas. Daí se explica o espírito empreendedor, desafiador e instigante do jovem. Exatamente pela falta de grandes experiências passadas, sua mente é livre para imaginar, criar, planejar coisas. Simplesmente pelo fato de não saberem que pode dar errado. Por isso é importante dispormos a nossa mente a essa "desintoxicação" para que experimentemos coisas inéditas em nossa vida.

Entendo, portanto, as palavras de Paulo que diz "esquecendo-me daquilo que ficou para trás, eu avanço para alvo...". E também: "... transformem-se pela renovação da sua mente ...". E ainda: ..."andemos em novidade de vida".

O apóstolo está dizendo que os padrões, as referências, as experiências passadas não são os elementos suficientes para nos servir de base, de fundamento para o que está adiante de nós. 

Para sonharmos coisas novas, devemos nos livrar de qualquer estrutura, metodologia, estratégia anteriores. Do contrário, correremos o risco de não identificarmos os novos rumos que o Pai quer dar pra nossa vida. Passaremos ao largo das oportunidades inéditas, revolucionárias e surpreendentes que poderíamos experimentar.

Deus quer te dar algo novo, que te instiga, que mexe com seus nervos, que mexe com você. Se empenhe em buscar ver o invisível. Arrisque acertar, basta você se livrar do medo de falhar. Se não precisássemos assumir riscos, a palavra coragem não estaria na bíblia, certo?

Abração,
No amor daquele que tem muitas coisas pra nós ainda,
Júnior
O pastor Júnior é pastor da igreja Sal da Terra em Goiânia

fonte: http://www.escrevendoavisao.blogspot.com/

domingo, 5 de setembro de 2010

BANDA SAL PRAISE NA TV - Ituiutaba(MG)

Assista à apresentação ao vivo da banda Sal Praise, grupo genuinamente cristão, formado há mais de dez anos e que se mantém fiel à palavra, com adoração verdadeira e com humildade vem desmontando resistências e marcando presença e fazendo a diferença aonde se apresenta.
  Minha homenagem à Franciele e todo o grupo, em especial ao pastor Protásio, homem de Deus, profeta do Altíssimo, que permanece firmado sobre a rocha.

Pare e pense



                                  No Pare e pense de hoje, quero apresentar um capítulo de meu livro "Calebe-o demolidor de gigantes", publicado em Janeiro de 2010. OCapítulo abaixo fala sobre andar com a maioria ou fazer a vontade de Deus. Andar com os milhões que são influenciados por não conhecer a Deus, ou desenvolver a capacidade de enxergar além das circunstâncias, ser capaz de ver a mão de Deus guiando e guardando, mesmo em meio ao pior deserto que possa existir. Se houvesse algum instituto de pesquisa naquela época, daria a Josué e Calebe apenas 16 % das intenções, sendo que seus opositores venceram no "primeiro turno". Será que venceram mesmo?

Terra de Gigantes


Números 13-25 a 28: ”Ao fim de quarenta dias voltaram de espiar a terra. E, chegando, apresentaram-se a Moisés e a Arão, e a toda a congregação dos filhos de Israel, no deserto de Parã, em Cades; e deram-lhes notícias, a eles e a toda a congregação, e mostraram-lhes o fruto da terra. E, dando conta a Moisés, disseram: Fomos à terra a que nos enviaste. Ela, em verdade, mana leite e mel; e este é o seu fruto. Contudo o povo que habita nessa terra é poderoso, e as cidades são fortificadas e mui grandes. Vimos também ali os filhos de Anaque.”
                E os espias retornaram, após quarenta dias, trazendo do fruto da terra, inclusive um cacho de uvas tão grande que era carregado por dois homens numa vara. Realmente uma terra que “mana leite e mel”, terra conforme todas as maravilhas prometidas por Deus. Mas havia um porém: Essa terra maravilhosa tinha moradores, e dos doze espias, dez  fizeram um relato trágico, falando em gigantes poderosos (filhos de Anaque), colocando-se como insetos diante deles, e afirmando que assim foram vistos pelo povo daquela terra, como insetos!
                Mas não Calebe. Ele e Josué relataram as mesmas coisas que os demais, exceto por um ponto: Eles creram que poderiam conquistar e possuir aquela terra. Está lá em Números 13-30: ”Então Calebe fez calar o povo perante Moisés e disse: Eia! Subamos e possuamos a terra, porque, certamente, prevaleceremos contra ela”. E ainda Números 14-6 a 9: “O Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, dentre os que espiaram a terra, rasgaram as suas vestes e falaram a toda a congregação dos filhos de Israel, dizendo: A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra muitíssimo boa. Se o Senhor se agradar de nós, então nos fará entrar nessa terra e no-la dará, terra que mana leite e mel. Tão-somente não sejais rebeldes contra o Senhor e não temais o povo dessa terra, porquanto, como pão, os podemos devorar; retirou-se deles o seu amparo; o Senhor é conosco, não temais.”
                Não é assim até aos dias de hoje? Existem pessoas para quem o copo está sempre meio vazio, enquanto existem aqueles que o enxergam meio cheio. O Deus é o mesmo, o povo presenciou as mesmas maravilhas. Nos últimos dois anos presenciaram mais milagres e maravilhas operadas por Deus do que a maioria de nós verá durante toda a vida. Porém apenas dezesseis por cento dos espias (dois) confiava de fato no Senhor Deus. Oitenta e quatro por cento deles (dez), esquecendo-se da grandiosidade de Deus, se declararam como insetos, insignificantes e fracos, incapazes de possuir a terra e declarando que teria sido melhor morrer no Egito ou mesmo no deserto (Números 14.2)! Fizeram derreter o coração do povo. A multidão se deixou influenciar pelos dez pessimistas de tal maneira que chegou ao ponto de quase apedrejarem Calebe e Josué, e de fato o teriam feito, não fosse a intervenção divina naquele momento. O resultado? Sentença de morte para toda aquela multidão que, mesmo tendo visto e presenciado todas as maravilhas do poder de Deus, não creu na promessa e recusou-se a tomar posse de sua herança. Todos morreriam no deserto, exceto Josué e Calebe.
                Lembre-se dessa estatística quanto ouvir falar que a voz da maioria representa a vontade de Deus, ou como diz o ditado: “A voz do povo é a voz de Deus”. Nada mais errado do que isso. Geralmente o povo, a massa, é composto por aqueles sem comprometimento, sem envolvimento real, sendo conduzidos como rebanho, levados por influências de terceiros, entregues a impressões baseadas apenas no momento presente. Você pode estar entre essa massa dos oitenta e quatro por cento agora, afirmando que seu copo está meio vazio, que os gigantes vão te vencer, que você não é capaz. A escolha é SUA.
                Você pode optar por estar com a minoria, pois essa estatística se repete ainda hoje, e declarar seu copo meio cheio, declarar como Jeremias “Quero trazer à memória aquilo que me dá esperança”. Hoje em dia temos à nossa volta dois tipos de pessoas: Aqueles que dizem podemos até conseguir, mas vai ser difícil. E outros que afirmam: Pode até ser difícil, mas vamos conseguir! A qual desses grupos você pertence?
                A terra realmente está cheia de gigantes, mas eles não intimidam aquele que está nas mãos do Senhor de toda a terra! A vida nos prega inúmeras peças, às vezes o Inimigo parece estar levando vantagem, mas em cem por cento das vezes, na vida daqueles que são como os Calebe dos dias atuais, Deus manifesta sua glória e garante o cumprimento da promessa, nossa parte é descansar Nele.
                Quanto ao povo, essa massa de milhões de pessoas que confia apenas na força de seu braço e se esquece dos benefícios passados, segue morrendo no deserto, andando em círculos pelo deserto de uma vida vazia de propósitos, seca de milagres, vivendo a dura realidade de que a morte é a única certeza. A escolha é sua, a decisão é pessoal: Calebe visitou a mesma terra que os demais, viu os mesmos gigantes, presenciou as mesmas experiências na terra que espiavam. Você consegue imaginar a euforia que encheu o coração de Josué e Calebe, vendo tantas maravilhas e já antevendo as vitórias do grande exército de Israel, vencendo gigantes, tomando posse da terra e concluindo a exaustiva jornada pelo deserto, que já durava dois longos anos? Como deve ter sido frustrante para eles esse episódio...

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