Para ler NO Deserto

“Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia; porque tu ouviste, naquele dia, que estavam ali os anaquins, bem como cidades grandes e fortificadas. Porventura o Senhor será comigo para os expulsar, como ele disse.”(Josué 14:12)

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sábado, 12 de fevereiro de 2011

TESTEMUNHAS.

DE QUEM ÉS TESTEMUNHA.
ACTOS 1:8.
"Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra."
Não testemunhas de uma igreja, de um líder, ou de uma denominação, mas de Jesus.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

SIMPLICIDADE E PERMANÊNCIA

Simplicidade e permanência



Ricardo Barbosa de Sousa

De vez em quando gosto de reler “Cartas de um Diabo a seu Aprendiz”, de C. S. Lewis. Sua habilidade em perscrutar os labirintos da tentação me impressionam. Ele nos ajuda a reconhecer nossa enorme ingenuidade e a profunda sagacidade do inimigo.

Em uma dessas cartas, o Diabo reconhece que o verdadeiro problema dos cristãos é que eles são “simplesmente” cristãos. O laço que os une é a vida comum que eles têm em Cristo. Ele então aconselha seu sobrinho: “O que nós desejamos, se não houver mesmo jeito e os homens tiverem de tornar-se cristãos, é mantê-los num estado de espírito que eu chamo de cristianismo e alguma outra coisa [...]. Substitua a fé em si por alguma moda com colorido cristão. Faça com que tenham horror à Mesma Coisa de Sempre”. 

A “mesma coisa de sempre” nos deixa entediados. Ser “simplesmente” cristão, para muitos, não é suficiente. Precisamos de coisas novas. Sempre. Modelos novos de igreja, um jeito diferente de cantar, formas inovadoras de culto, estratégias sofisticadas de crescimento, e por aí vai. Somos movidos pelas novidades, não pela profundidade. Nosso interesse está na variedade, não na densidade. 

O reverendo A. W. Tozer, num artigo intitulado “A velha e a nova cruz”, comenta o mesmo fenômeno: “Uma nova filosofia brotou dessa nova cruz com respeito à vida cristã, e dessa nova filosofia surgiu uma nova técnica evangélica -- um novo tipo de reunião e uma nova espécie de pregação. Esse novo evangelismo emprega a mesma linguagem que o velho, mas o seu conteúdo não é o mesmo e sua ênfase difere da anterior”.

O Diabo, na carta ao seu sobrinho aprendiz, diz: “O horror pela mesma coisa de sempre é uma das mais preciosas paixões que incutimos no coração humano -- uma fonte infinita de conselhos estúpidos, de infidelidade conjugal e de inconstâncias na amizade”. A lista poderia se estender, mas o que se encontra por trás desse “horror pela mesma coisa de sempre” é a grande atração pelo novo seguida de uma profunda distração pelo essencial. O que a novidade faz é direcionar nossa atenção para outras preocupações, dando mais valor aos meios e não aos fins. 

A formação espiritual cristã sempre requereu, basicamente, obediência a Cristo no seu chamado a proclamar o evangelho, fazer discípulos, integrá-los numa comunidade trinitária e ensiná-los a guardar a sua palavra. Ensiná-los a se comprometerem com o serviço como expressão de amor para com o próximo e com o cultivo e a prática de disciplinas espirituais como oração, jejum, arrependimento, confissão, leitura e meditação nas Escrituras e contemplação. 

Não importa o quanto nossas igrejas e ministérios sejam sofisticados. Não importa o volume de novidades e tecnologias que oferecemos. Se no final não encontrarmos as mesmas coisas de sempre, significa que nos perdemos com o meio e não alcançamos o fim. 

Existem dois aspectos que considero fundamentais na experiência espiritual cristã: simplicidade e permanência. Quando perguntaram para Jesus como o reino de Deus viria, ele respondeu afirmando o seu caráter discreto. Não viria com grande estardalhaço. Se estabeleceria dentro daqueles que o confessam como Senhor e Rei. Jesus apresenta um evangelho que transforma de dentro para fora. O que o vaso contém é infinitamente maior e mais valioso que o vaso. Ele cresce como uma pequena semente de mostarda. A simplicidade está na natureza própria do evangelho.

A permanência define o caráter pessoal e relacional da fé. Permanecer em Cristo é permanecer ligado como galho na videira. É somente nessa permanência que recebemos de Cristo sua vida e a transmitimos aos outros. Permanecer é mais do que conhecer -- é manter-se em constante e dinâmico relacionamento. As novidades não transformam o caráter; a permanência, sim. Para C. S. Lewis, a maturidade é algo que “todos alcançam na velocidade de sessenta minutos por hora, independentemente do que façam e de quem sejam”.

• Ricardo Barbosa de Sousa é pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto e coordenador do Centro Cristão de Estudos, em Brasília. É autor de “Janelas para a Vida” e “O Caminho do Coração”.
Extraído de : REVISTA ULTIMATO

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

NO SILÊNCIO TU ESTÁS

NO SILÊNCIO TU ESTÁS
“E Deus lhe disse: Sai para fora, e põe-te neste monte perante o SENHOR. E eis que passava o SENHOR, como também um grande e forte vento que fendia os montes e quebrava as penhas diante do SENHOR; porém o SENHOR não estava no vento; e depois do vento um terremoto; também o SENHOR não estava no terremoto; E depois do terremoto um fogo; porém também o SENHOR não estava no fogo; e depois do fogo uma voz mansa e delicada. E sucedeu que, ouvindo-a Elias, envolveu o seu rosto na sua capa, e saiu para fora, e pôs-se à entrada da caverna; e eis que veio a ele uma voz, que dizia: Que fazes aqui, Elias?” (1Reis 19:11 e 12)
                Você tem ouvido a voz de Deus? Muitas vezes procuramos a presença de Deus nos templos, nos louvores por vezes ensurdecedor. Outros esperam encontrá-lo em manifestações mirabolantes, estrondosas. Alguns esperam “sentir o sobrenatural”. Mas e você, como tem buscado a presença maravilhosa do Senhor?
                Hoje quero compartilhar o vídeo abaixo, do pastor Rob Gell, intitulado “NOISE” (ruído). Uma apresentação muito interessante e que nos leva a meditar no assunto. No texto citado acima, Elias foi chamado à presença de Deus, que não se apresentou nem no vento forte, ou no terremoto, ou no fogo, mas sim na voz mansa e suave.
PENSE NISTO


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

CONTEÚDO ADULTO

CONTEÚDO ADULTO
Por Zé Luís

Eis aí um conjunto de palavras capaz de gerar nas pessoas os mais diversos comportamentos:

“Esse conteúdo contém cenas de violência, sexo, nudez...”
“O que vai nesse pacote é algo que crianças não devem assimilar... ainda...”
“ Será que é daqueles conteúdos proibidos em diversos países?”
“Sou crente: não devo absolver este tipo de porcaria...”

Quando garoto, em um Brasil que ainda vivia as imposições da Ditadura, víamos antes de qualquer programação, uma espécie de certificado na tela da TV, com uma voz de rádio AM, informando a faixa etária para qual a programação era veiculada.

A molecada se divertia com uma série de filmes que passava nas madrugadas de sábado, chamada “Sala Especial”, com filmes brasileiros horríveis, mas com a grande chance de exibir rapidamente um ou dois seios. Só maiores de dezoito podiam ver aquilo. Eram os anos 70,

Pouco mais de trinta anos se passaram, e o conteúdo adulto permitido mudou:

Qualquer criança acessa pornografia do tipo que for, seja nudez, sexo entre héteros, homos, animais, objetos, seja com desejo, dor, raiva ou seja lá o que uma mente possa dar vazão. Isso quando essas mesmas crianças não acabam por fazer parte deste material pornô, com gente culta e respeitável.

Aquelas cenas de violência onde o sujeito nitidamente pulava morto antes do tiro ser disparado (e só vistas nas altas madrugadas) deram lugar à necrópsias detalhadas na hora da jantar. Diversas séries trabalham o perfil psicológico de assassinos seriais, e alguns ganham até devotos dos mais sinceros. Onde o sangue espirra? Qual o melhor produto para que ele não deixe o DNA reconhecível? Como esconder um cadáver?

Com nossos padrões morais e éticos gradativamente deturpados, nossas histórias – sejam filmes, novelas, séries, comédia ou drama – estão sempre recheadas de adultérios aceitáveis, mentiras em forma de piadas, tudo em nome da liberdade, seja lá que liberdade é essa.

Mas desta bagunça toda que nossos olhos e ouvidos consomem, sempre me admiro com a postura de muitos cristãos: totalmente infantis na forma de encarar essas situações. Justo quem deveria er uma postura madura se comporta como um bebê assustado.

É louvável que um cristão tente se manter limpo destas "conatminações", mas isso não lhe dá o direito de comportar-se como uma desavisada criança.

A bíblia em si é, na maioria das vezes, é de conteúdo adulto:

Jesus não morre com pouco sofrimento, e a humilhação moral a qual foi submetido (incluindo morrer nu em público – não havia aquela fralda na cruz) nos é uma imagem tão forte que não houve filme que teve a coragem de retratar tal cena. Entre gente desgraçadamente leprosa, loucos, endemoniados, doentes de todas as pestes, o mal cheiro dos esgotos abertos, os dentes mal cuidados. Cenas dignas de um C.S.I.

O estupro de Diná, e o assassinato de seus algozes por seus irmãos, os filhos de Jacó, quando eles estavam acamados por conta das dores de sua recém-circuncisão(o corte de parte da pele do pênis) não é uma cena chocante?

Judá transa com a nora, pensando ser uma prostituta, e acaba por engravida-la, tendo neste bebê, Perez, da descendência de Cristo. Não parece porno-chanchada?

Davi engravida a mulher de seu “funcionário”, e ao descobrir isso, manda colocar-lo numa posição para morrer em batalha, mesmo quando ele demonstra ser um seguidor fiel, que daria a vida por seu Rei. Que trama terrível, digna de um seriado a la "Dallas" ou "Pássaros Feridos".

Ser prostituta naquela época, onde não haviam ginecologistas, higiene, um chuveiro descente, ou mesmo o senso de quantos homens elas podiam ter por dia, podia ser uma das cenas mais asquerosas (ou desejáveis na visão de alguns). E a bíblia apresenta várias, incluindo Raabe, que casa com um judeu da linhagem de Perez e, consequentemente, da de Jesus.

A descrição vista em Cantares de Salomão é de uma relação sexual voluptuosa e encharcada de desejo.

Deus nos quer adultos, maduros, gente que tem equilíbrio para lidar com estas coisas. Não nos oculta nada.

Pode acontecer de gente escolhida ter nos recantos de sua alma, coisas dessas mofando debaixo do colchão: uma vontade imperdoável de Cain em suas unhas, aquela curiosidade mórbida por contemplar destroços humanos em ferragens de um acidente, ou a necessidade de vislumbrar a nudez alheia em situações das mais bizarras.

Nos envergonhamos com a nossa inabilidade de lidar com essas coisas, esquecendo o quanto isso é visto por Aquele que vê todas as coisas, o tempo todo, pelos séculos dos séculos.

Isso tudo não é algo para os maiores de 18, 21, 30 ou meio século. Creio que nos falta conteúdo para suportar conteúdos, e Deus sabiamente, nos poupa disso. 

O que me indigna é a forma mística-infantil que tantos “ adultos” passam a encarar estas coisas, a ponto de fazer disso sua teo-filosofia de massas, e tenta nos convencer que é esta a forma cristã para lidar com essa ou aquela situação “imoral”, ocultando sua formação, titalmente pessoal, que o levou a concluir aquele comportamento.

Por que a MULTIforme Graça de Deus seria UNIforme quando a mente humana se fragmenta em diversos cacos ao se formar, e aquilo que é monstro para mim para o outro é belo. Por isso, a necessidade deste Deus que habita em cada um, o Emanuel, conosco.

Alguém que possui conteúdo adulto jamais se impressionará com os alertas de Conteúdo adulto: aprende  - as vezes a duras penas - a distinguir o que edifica ou não, e deve aprender que certas curiosidades podem ser brechas a serem corrigidas, ou mesmo ferramentas a serem usadas pelo Mestre na conclusão do projeto que Ele tem para cada um.
Texto extraído de : CRISTÃO CONFUSO (Cadê você, Zé Luiz?...)

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

ESTÃO OFERECENDO DROGAS NA IGREJA !

ESTÃO OFERECENDO DROGAS NA IGREJA

Hermes Fernandes
Prometa-me que vai ler até o fim…

“No meio da sua praça, em ambas as margens do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês. E as folhas da árvores são para a cura das nações.” Apocalipse 22:2

Para quem imagina que o tema tratado em Apocalipse seja o fim do mundo e a vida na eternidade, como explicar o verso acima?

A Nova Jerusalém descrita no capítulo anterior é uma figura da igreja de Cristo, uma vez que é apresentada como a esposa do Cordeiro. Ora, que outra esposa Ele teria senão Sua igreja? Trata-se, portanto, da sociedade dos santos, locomotiva da civilização do Reino de Deus.

Se a Nova Jerusalém fosse algo a ser esperado no futuro, para além da História, que sentido faria seus muros? De quê a cidade precisaria se proteger, já que os inimigos de Deus terão sido aniquilados?

O vidente João diz que não havia templos na cidade. Portanto, não se trata de uma sociedade religiosa. O Cristianismo original não pretendia ser uma nova religião, mas a pedra fundamental de uma nova civilização. 

Embora não houvesse santuários, havia uma praça. O que isso nos diz? Praça fala de vida social, de interação, lugar de encontro, de diálogo, de luz, fora das quatro paredes. E no meio desta praça, em vez do coreto encontramos uma árvore.

Quem é, afinal, o centro de todas as nossas atividades? Quem ocupa o lugar central de nossas existências? De quem nos alimentamos? Em quem encontamos o fruto da vida eterna? Não há outra resposta possível senão uma: CRISTO! Ele é a Árvore da Vida! Foi Ele quem disse: “Quem de mim se alimenta, por mim viverá!”

Seus frutos não são esporádicos, mas constantes. Toda estação é propícia para dar seus frutos.

O que mais chama a minha atenção neste verso em particular é a última sentença.

Naquela época era comum o uso de folhas como remédio. É daí que vem o hábito de tomar chá, fartamente cultivado nas cidades grandes. Ninguém duvida do poder medicinal que tem algumas plantas. Lembro-me do quanto chá de quebra-pedra tive que tomar quando sofri de cálculos renais. E ainda hoje, quando não consigo dormir, recorro ao chá de camomila ou de erva-doce.

Como se processa o chá? Folhas são deixadas por alguns minutos em água fervendo. Aos poucos, a água vai absorvendo as propriedades da planta, mudando sua coloração. O nome deste processo é infusão.

Estudos sugerem que o chá tem muitas propriedades benéficas importantes, por exemplo: é anticancerígeno, aumenta o metabolismo, ajuda o sistema imunológico, reduz o mau-hálito, diminui o stress, tem efeitos até sobre o HIV.

A folhagem da árvore da vida aponta para a inserção da igreja na vida social do mundo. Em vez de assimilarmos, somos assimilados.

Isso explica porque Deus não removeu Seu povo deste mundo. Nossa vocação promordial é a de ser sal da terra, provendo não apenas sabor, mas também preservação.

Para tal, temos que estar inseridos na xícara (mundo), liberando nossas propriedades terapêuticas.

Em vez disso, tornamo-nos numa sociedade extremamente religiosa e alienada do mundo. Cristo almeja curar as nações, e o único remédio de que dispõe já foi ministrado: é a presença da igreja no mundo.

A igreja precisa inserir-se na cultura, nas ciências, na política, no mundo empresarial, na educação, etc. Não me refiro à igreja como instituição, mas como organismo vivo, representado por cada um dos seus membros.

Marx tinha razão. A religião é o ópio do povo. Trazendo pra nossa realidade latino-americana, diríamos que a religião é a cocaína do povo. De onde vem a cocaína? Ou mesmo a maconha? De folhas. Tais plantas foram igualmente criadas por Deus, e têm, comprovadamente, propriedades medicinais. Porém, Deus não as criou para serem fumadas, ou transformadas em pó para ser inaladas.

Da  mesma forma, a impressão que se tem é que a igreja entrou no ramo de tráfico da droga religiosa. Estamos oferencendo ao mundo o produto da árvore da vida processado para ser fumado e cheirado.

Que efeito a droga produz no usuário? Entorpecimento. Quem usa droga fica desligado da realidade. Cria até uma espécie de realidade paralela, onde a fantasia se confunde com o mundo real. Até que ponto a mensagem que tem sido pregada em nossos púlpitos não tem efeito alucinógeno nos crentes?

Que pena! O que deveria ser remédio, virou droga. E que droga!!!

Ao invés de nos posicionarmos no centro da praça, preferimos a comodidade dos guetos. Sentimo-nos mais seguros na pinumbra, com nossa subcultura, nosso evangeliquês imbecilizado. Enquanto isso, a criação segue aguardando impaciente a manifestação dos filhos de Deus.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

PRESO E AINDA NO COMANDO?

PRESO E AINDA NO COMANDO?

“Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?”(Romanos 7:18 a 24)

A revista VEJA desta semana trás estampada em sua capa a foto de Fernandinho Beira-Mar, conhecido traficante carioca, com a Manchete: PRESO E AINDA NO COMANDO.

A reportagem relata como, apesar de detido em presídios de segurança máxima, o sujeito ainda consegue liderar sua quadrilha, utilizando-se das instalações que deveriam ser de segurança máxima, como seu escritório de segurança máxima.
Fiquei pensando... Quantos crentes não fazem o mesmo que o governo? Pensam que apenas aprisionando o mal conseguem vencê-lo, dominá-lo. E o resultado fica lá, preso e ainda no comando!
Paulo fala a respeito disso em Romanos sete. Quando afirma que o querer está nele, mas não consegue realizar. Ou seja, confessa que não tem domínio sobre a situação. Consciente do pecado que está, fruto da Lei, declara-se incompetente para vencer a luta, incapaz de manter preso esse seu “velho homem”. Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte? Esse foi seu grito de socorro, seguido da declaração “Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor”.
Meu irmão, essa é a resposta. Esse é o único capaz de manter o “velho homem” realmente detido. Pare de tentar vencer sozinho. Olhando o mundo à nossa volta, em especial para as igrejas evangélicas, creio que esta manchete poderia tranquilamente ilustrar qualquer jornal de igreja, qualquer dos milhares de boletins que circulam aos domingos: PRESO E AINDA NO COMANDO.
Liberte-se! Declare-se incompetente para vencer sozinho, Transforme-se pela leitura da Palavra. A Bíblia nos diz: “Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus.“ (Mateus 22:29).

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