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“Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia; porque tu ouviste, naquele dia, que estavam ali os anaquins, bem como cidades grandes e fortificadas. Porventura o Senhor será comigo para os expulsar, como ele disse.”(Josué 14:12)

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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

É COM VOCÊ: RETIRE A PEDRA!

“Jesus, agitando-se novamente em si mesmo, encaminhou-se para o túmulo; era este uma gruta a cuja entrada tinham posto uma pedra. Então, ordenou Jesus: Tirai a pedra.” (Jo 11. 38-39)


                     Nos últimos dias temos lido e assistido a muitas notícias sobre a tragédia ocorrida na Região Serrana do Rio de Janeiro. São imagens chocantes, histórias de famílias inteiras literalmente levadas pelas águas, parentes procurando seus mortos,  heróis que arriscam suas vidas para resgatar parentes e amigos, alguns até perdendo as próprias vidas nesse salvamento desesperado.
                       Também temos assistido a uma multidão de inertes espectadores, que ora criticam as autoridades, ora criticam os próprios moradores, como se eles fossem os únicos culpados das desgraças ocorridas. Em meio a isso tudo, lembrei-me da meditação abaixo, que lí outro dia num blog Cristão, que recomendo: ESBOÇANDO IDÉIAS. O Texto nos fala de um Deus que está presente em todo o tempo, mas reserva para nós uma parte do trabalho. Não somos meros espectadores, temos a missão de ajudar a escrever a história. E você, está fazendo a sua parte?


É COM VOCÊ: RETIRE A PEDRA!
Por André Sanchez
Uma das histórias bíblicas que acho mais fascinante é a que conta a ressurreição de Lázaro, em João 11. 1-46. Jesus mandar alguém que já estava morto havia quatro dias e que já cheirava mal se levantar, foi algo tremendo, foi um milagre extraordinário.
Às vezes, porém, na leitura do texto, algo passa despercebido de nossa atenção: O Jesus que ressuscitou a Lázaro não tirou a pedra que tapava a boca do túmulo e nem as ataduras que envolviam o ex-defunto. “Jesus, agitando-se novamente em si mesmo, encaminhou-se para o túmulo; era este uma gruta a cuja entrada tinham posto uma pedra. Então, ordenou Jesus: Tirai a pedra.” (Jo 11. 38-39) e: “Saiu aquele que estivera morto, tendo os pés e as mãos ligados com ataduras e o rosto envolto num lenço. Então, lhes ordenou Jesus: Desatai-o e deixai-o ir.” (Jo 11. 44)

Por que alguém que tem poder para trazer um morto à vida não poderia também retirar a [pesada] pedra e mandar que Lázaro saísse já sem as faixas que o comprimiam?

A resposta a essa pergunta é simples: Deus não faz aquilo que nós podemos fazer. Os homens que ali estavam, tinham todas as condições para retirar a pedra e as ataduras. Jesus poderia fazer aquela pesada pedra flutuar com a força das Suas palavras, mas preferiu que os homens fizessem a parte que lhes cabia. Jesus queria ver aquelas pessoas que esperavam que um milagre fosse realizado por Ele, participarem desse momento, colaborando da forma que Ele sabia que podiam.

Muitas pessoas acham que o fato de terem Jesus em suas vidas lhes dá a garantia de uma vida de descanso e tranquilidade, de total falta de trabalho e movimento, do mais puro sossego de vida. Dizem: “Deus fará tudo! Deus realizará toda a obra!” Ledo engano! Deus realiza aquilo que Lhe pertence e não realizará aquilo que nós podemos e devemos realizar. Deus não se encaixa na figura do pai que “mima” seus filhos.

Por isso, cabe a nós sempre olharmos para as situações que ocorrem em nossas vidas e enxergarmos aquilo que nós temos a possibilidade de fazer e mantermos a fé de que Deus sempre realizará a parte que Lhe cabe com maestria. Retirar a pedra e as ataduras é a nossa parte, mandar o morto voltar a viver é com Deus.

Retire a pedra! Coopere com Deus!


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