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“Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia; porque tu ouviste, naquele dia, que estavam ali os anaquins, bem como cidades grandes e fortificadas. Porventura o Senhor será comigo para os expulsar, como ele disse.”(Josué 14:12)

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quarta-feira, 1 de junho de 2011

UMA HISTÓRIA DE AMOR

Uma história de amor

José Humberto Júnior
Deus possui uma história de amor conosco. A todo momento, em todas as circunstâncias e em todos os lugares, o compromisso do Pai com a nossa vida é o de nos amar. Não existe outra motivação, outra intenção no coração de Deus a não ser aquela que revela o seu amor em e por nós.


Deus empenhou uma palavra consigo mesmo a nosso respeito e essa foi a de nos amar a todo custo, de não desistir de nós, ainda que Ele tivesse e tenha todos os motivos para fazer isso. Um amor incondicional porque Deus é incondicional.


O nosso Pai celestial não se ocupa em satisfazer os desejos dos nossos corações. Deus não gasta o seu tempo tentando se enquadrar dentro da proposta de vida que apresentamos pra Ele. Não gasta nem um segundo, querido. Assim entendemos que Deus não é, e nunca será fiel à nós. Se assim fosse estávamos mais perdidos ainda.


O nosso Senhor tem um plano de vida para nós. E esse plano se resume a Ele nos ensinar a viver o amor Dele em nossas vidas. Amar como Ele amou. A todo momento que Deus se ocupa da nossa vida, Ele não tem outro objetivo a não ser o de revelar o seu amor, de nos ensinar a respeito desse amor que transforma o mundo, porque primeiro transforma as pessoas.


Se somos colocados para celebrar, é para aprendermos do amor, se nos achamos no choro, é para amarmos melhor, se somos disciplinados é porque Deus não desistiu de nós, e está totalmente compromissado com a nossa vida. Não com os nossos desejos ou com o estilo de vida que um dia queremos alcançar. Deus não tem dó de nós. Ele não fica com pena da nossa vida. Esses sentimentos são sentimentos perigosos porque eles nos fazem atender uma demanda urgente, um desejo eminente, mas não damos às pessoas o que elas precisam. É como dar uma moeda a um mendigo. O que Deus possui é misericórdia, e esta, infinita. A misericórdia, a compaixão não se compromissa com um desejo aparente, mas se compromete com a real necessidade das pessoas. A misericórdia não alivia, ela cura. O mundo precisa menos de dó e mais compaixão.


Porque Deus tem misericórdia, ele nos disciplina. E nos disciplinará até o fim. Morreremos sendo disciplinados, pois a disciplina é um sinal de amor, é a expressão da natureza da relação que Deus fundamentou conosco. Somos corrigidos porque o Pai nunca desistirá de nos trazer ao lugar que Ele quer que estejamos
.

Se disciplinamos alguém, é para que seja conhecida a natureza da nossa relação. É para que fique evidenciado e patente em que bases os nossos relacionamentos estão firmados. A correção, ao final, precisa nos deixar mais próximos, mais íntimos, porque antes de apontar para o que está errado ou para quem errou, fala do amor, da misericórdia, de um relacionamento marcado por um compromisso incondicional. É assim que Deus nos corrige, e é assim que precisamos corrigir quem quer que seja. Sem dó nem pena, mas com muita misericórdia e compaixão.


"Vejam o que esta tristeza (a disciplina) segundo Deus produziu em vocês: que dedicação, que desculpas, que indignação, que temor, que saudade, que preocupação, que desejo de ver a justiça feita! Em tudo vocês se mostraram inocentes a esse respeito. Assim, se lhes escrevi, não foi por causa daquele que cometeu o erro nem daquele que foi prejudicado, mas para que diante de Deus vocês pudessem ver por si próprios como são dedicados a nós. Por isso tudo fomos revigorados."(2Coríntios 7)


Nele, que está escrevendo uma história de amor conosco,
Júnior

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