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“Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia; porque tu ouviste, naquele dia, que estavam ali os anaquins, bem como cidades grandes e fortificadas. Porventura o Senhor será comigo para os expulsar, como ele disse.”(Josué 14:12)

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domingo, 18 de julho de 2010

Pare e pense


DISCIPLINA OU PERMISSIVIDADE ?


 “...e já vos esquecestes da exortação que vos admoesta como a filhos: Filho meu, não desprezes a correção do Senhor, nem te desanimes quando por ele és repreendido; pois o Senhor corrige ao que ama, e açoita a todo o que recebe por filho. É para disciplina que sofreis; Deus vos trata como a filhos; pois qual é o filho a quem o pai não corrija? Mas, se estais sem disciplina, da qual todos se têm tornado participantes, sois então bastardos, e não filhos. Além disto, tivemos nossos pais segundo a carne, para nos corrigirem, e os olhavamos com respeito; não nos sujeitaremos muito mais ao Pai dos espíritos, e viveremos? Pois aqueles por pouco tempo nos corrigiam como bem lhes parecia, mas este, para nosso proveito, para sermos participantes da sua santidade. Na verdade, nenhuma correção parece no momento ser motivo de gozo, porém de tristeza; mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos que por ele têm sido exercitados. Portanto levantai as mãos cansadas, e os joelhos vacilantes, e fazei veredas direitas para os vossos pés, para que o que é manco não se desvie, antes seja curado. Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor, tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem;”(Hebreus 12:5 a 15)
                Está como matéria de capa da revista VEJA desta semana: “Mas nem uma palmadinha?” (VEJA nr. 2.174) Tratando do assunto do momento, uma nova Lei que modifica o Estatuto da Criança e do Adolescente em seu artigo 18, e que proíbe os pais de usar qualquer tipo de castigo corporal na educação de seus filhos. Na matéria, falam, por exemplo, que um pai ou mãe que der uma palmada na mão de seu filho que insiste em enfiar o dedo na tomada elétrica poderá sujeitar-se a penas que variam de advertência à obrigatoriedade de se submeter a acompanhamento psicológico.
                O “Pare e pense”de hoje é uma exortação. Estamos criando uma geração de adultos sem disciplina, pessoas que, desconhecendo limites, age cada vez mais com violência, egoísmo, falta de amor. A disciplina, conforme instituída por Deus na bíblia, não fala de espancamento, nem de permissividade. “Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá.”(Provérbios 23:13) Em várias passagens lemos sobre a disciplina, a “vara”, são inúmeros textos em que temos a certeza de que o que é correto, o que puro, o que é justo, deve ser ensinado em todo o tempo, lemos que não pode haver tolerância com falta de disciplina, com desvios de conduta, que devem ser combatidos, repreendidos, disciplinados. É necessário fixar limites (até aonde posso ir?), é necessário incutir, falar, impor (você consegue imaginar alguém dialogando com uma criança de um ano, fazendo uma explanação detalhada sobre os riscos de se colocar o dedo na tomada, tentando entender as ponderações da criança e contrapondo argumentos, de maneira a convencê-la a desistir de explorar um universo novo e desconhecido?). A falta de disciplina está gerando essa nova geração em que matam-se cada vez mais pessoas e a cada dia por motivos mais fúteis. Não há mais limites, não há temor de Deus. Precisamos manter em nossas igrejas o sentimento e a decisão firme de cumprir a vontade de Deus quanto a ensinar os filhos no caminho em que devem andar, no caminho da correta disciplina. Você já leu, junto com seus filhos o capítulo 3 de Provérbios, aliás, você já leu?






                Ensinar também não é espancar, o ensino sem o exemplo, gera apenas o que lemos em Efésios: “E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor.” (Efésios 6:4) Se desejamos ter uma nova geração que teme a Deus e ama ao próximo, precisamos dar o exemplo, praticar aquilo que pregamos nas igrejas, escolas dominicais, reuniões, etc, e que muitas vezes no dia-a-dia a realidade é outra. Veja o vídeo abaixo, pense a respeito de qual exemplo você tem dado?

2 comentários:

  1. Sábias palavras. A necessidade de educação, explicita na Bíblia em Prov 22:6 e Pv 22:15, tem caráter de liberdade de expressão religiosa. Procurar impedir o pleno exercício da fé contraria a própria Constituição. Consideramos que, como alicerce da liberdade religiosa constitucionalmente assegurada, o princípio da alteridade determina a cada homem que reconheça sua liberdade religiosa como expressão direta da liberdade religiosa do outro. Sem educação não há sociedade que subsista. Comparar o "tapa pedagógico" com violência doméstica é um absurdo sem tamanhos. Os limites impostos pelo amor dos pais aos filhos é superior a qualquer lei. Mas este bom senso só haverá se os pais tiverem, eles mesmo, sido objeto de boa educação.

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  2. Está no dicionário Aurélio:
    Permissividade dos costumes. 1. Ét. Num dado período, o afrouxamento das restrições das normas prescritivas de comportamentos sociais relativos às relações sexuais, familiares ou profissionais, à moda, aos espetáculos, às atitudes em público, e em que se configura a institucionalização de novos padrões comportamentais.

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