Para ler NO Deserto

“Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia; porque tu ouviste, naquele dia, que estavam ali os anaquins, bem como cidades grandes e fortificadas. Porventura o Senhor será comigo para os expulsar, como ele disse.”(Josué 14:12)

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domingo, 5 de dezembro de 2010

Pare e pense

NADA SE COMPARA

“E, ouvindo eles isto, enfureciam-se em seus corações, e rangiam os dentes contra ele. Mas ele, estando cheio do Espírito Santo, fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus, que estava à direita de Deus; E disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem, que está em pé à mão direita de Deus.” (Atos7:54 a 56)

Dálton Curvello
                O texto de Atos 6 e 7 relata o discurso de Estêvão, a reação dos religiosos da época, e seu conseqüente apedrejamento. Sempre me chamou a atenção a declaração de Estêvão pouco antes de morrer : “Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem, que está em pé à mão direita de Deus.” Estêvão, segundo a Bíblia, viu a GLÓRIA DE DEUS.
                Ele foi usado por Deus, transmitindo a mensagem pura e simples do evangelho. E Estêvão sabia que o importante era glorificar a Deus. Ele não buscava dividendos políticos, eclesiásticos ou financeiros. Um autêntico profeta, descortinando a palavra de Deus à sua geração. Inclusive e principalmente aos religiosos de plantão (poderíamos dizer que aos “donos” de igreja da época), pessoas que julgavam possuir a concessão exclusiva para escravizar os fiéis debaixo de seus preceitos ímpios revestidos de falsa religiosidade, com o propósito escondido de perpetuar-se no poder, refastelando-se das iguarias, como os filhos de Eli(1Samuel 2:12 a 17),              tomando das primícias daquilo que se oferecia a Deus.
                E  hoje, meu irmão? Quantos crentes se vendem aos poderosos, dominadores de seitas que se dizem cristãs, vendendo suas convicções em troca dos manjares servidos na mesa dos poderosos? Quantos falsos pastores querem tomar para si o mérito, vaidosos por natureza, cheios de jactância arvoram para si uma imagem de perfeição inexistente, manipulando fiéis com suas dissimulações nojentas, enganam a muitos. Outros, mesmo percebendo o engodo, permanecem a eles ligados pela conveniência de suas festividades, pregações mornas, condecendência com o pecado dos fiéis mais abastados, contrapondo-se com o rigor quase doentio para os menos favorecidos.
                Agora, se você faz parte do pequeno mas cada dia mais crescente grupo daqueles que se opõem a esses falsos pastores, que lutam pela implantação do evangelho puro e simples em sua igreja, bem vindo ao clube. Eu mesmo vivi sob o domínio de um desses, seguindo quase cegamente por oito anos, como tesoureiro, fui levado até a constantemente deixar folhas de cheque da igreja assinadas “em branco”, tendo sido conivente com alguns desmandos, observando dissimulações, prestações de contas em que o tal pastor incluía como verba para missões, por exemplo, os salários (exorbitantes) dele e de seu filho, apresentando para a igreja uma prestação de contas em que dizia cheio de orgulho que aquela denominação aplicava mais de cinquenta por cento de sua arrecadação em missões, quando na realidade, se desconsiderasse essa informação dissimulada, o índice sequer atingiria dez por cento!
                Ao me levantar contra tais atitudes, e outras que futuramente ainda vou compartilhar, fui literalmente “apedrejado” pelos donos da igreja, que visando perpetuar-se no poder e manter os desmandos, tal como naquela época, usam de todo e qualquer artifício para tanto. Portanto, meu irmão, saiba que nossa tarefa não traz recompensa aqui na terra, mas com certeza, nos habilita a cantar como o hino que apresento a seguir, que reflete a força que nos move:



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