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“Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia; porque tu ouviste, naquele dia, que estavam ali os anaquins, bem como cidades grandes e fortificadas. Porventura o Senhor será comigo para os expulsar, como ele disse.”(Josué 14:12)

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terça-feira, 7 de junho de 2011

CADÊ O PECADO QUE ESTAVA AQUI?

Cadê o pecado que estava aqui?


Alan Brizotti
Nos últimos dias uma pergunta irritante tem me perseguido: o que aconteceu com o pecado?

Ou o povo anda muito santo... ou foi o pecado que fez as malas e foi embora! Também, com tanto apóstolo, bispo, herói, mulher maravilha, campeão, vitorioso, vice-Deus... O pecado deve estar com vergonha dos crentes.

Outra pergunta igualmente irritante insiste em me atormentar: se ninguém mais peca, o que fazemos com Cristo? E a cruz? A quem ela confronta? Pra quê, afinal, olhar para o sacrifício da cruz?Aliás, se ninguém mais peca, o que a gente anda fazendo na igreja com aquelas orações todas, aqueles cânticos e aquele livro... a Bíblia (lembra?)

Está se fortalecendo na mentalidade gospel um novo pecado: menos nocivo, menos fedido, menos feio, menos agressivo. Mais light, mais flex, mais clean. Mais dissimulado, mais perigoso, mais nojento, mais anti-Deus. É o ateísmo do coração: "Diz o tolo em seu coração: não há Deus" (Sl. 14). Esse novo pecado é a marca do velho homem.

Essa nova igreja - sem pecado - mas com muito dinheiro, acha que pode comprar o céu, atingir a Majestade nas alturas com seus gritinhos frenéticos de "tome posse!" Uma igreja cheia de gente, mas vazia de Deus. Uma igreja, como disse John Stott numa entrevista recente, "com 5 mil quilômetros de extensão, por 5 centímetros de profundidade". Igreja da facilidade, casa da neurose, ambiente de paixões efêmeras.

Meu amigo leitor desse espaço perigoso: pecado ainda é pecado e só sai pela boca! É confessando - e deixando - que a gente alcança misericórdia (Pv. 28. 13). O pecado ainda fere, arrasa, adultera, desconfigura, bestializa, violenta a pureza. Ainda machuca o coração de Deus. Mas, como o apóstolo Paulo mesmo bradou: "... Mas onde aumentou o pecado, transbordou a graça" (Rm. 5. 20).

Como dizia Lutero: "Não tenho nenhum outro nome: Pecador é meu nome, Pecador é meu sobrenome".

Até mais... pecador
Alan Brizotti, o principal
Extraído de ALANBRIZOTTI

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